Quem tem herpes de genital pode lavar a roupa juntas com de outras pessoas?
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Quem tem herpes de genital pode lavar a roupa juntas com de outras pessoas?
Olá. Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas.
A maior parte das pessoas expostas ao vírus da herpes adquirem o vírus e nunca terão lesões.
Aproximadamente 90% da população, homens e mulheres, tem exames positivos para a herpes tipo 1 e apenas 40% tem lesões. Aproximadamente 40% da população tem exames positivos para herpes tipo 2 e apenas 12% tiveram lesões.
A herpes é a infecção sexualmente transmissível mais comum.
Solicite ao seu médico exames para descartar as outras infecções sexualmente como HIV, hepatite B e C e sífilis.
Após o contato com o vírus da herpes, ele ficará nas raizes nervosas como uma infecção crônica e latente. Na forma da infecção latente a doença não é transmitida.
As lesões ativas são caracterizadas pela presença de vesículas, úlceras e crostas. Neste estágio a doença é transmitida. Não tenha relações sexuais na presença de lesões ativas.
Na presença de reativações frequentes da herpes, o tratamento de supressão deve ser realizado.
Os seus parceiros sexuais precisam procurar atendimento médico.
Converse com o seu médico. Esclareça suas dúvidas.
A maior parte das pessoas expostas ao vírus da herpes adquirem o vírus e nunca terão lesões.
Aproximadamente 90% da população, homens e mulheres, tem exames positivos para a herpes tipo 1 e apenas 40% tem lesões. Aproximadamente 40% da população tem exames positivos para herpes tipo 2 e apenas 12% tiveram lesões.
A herpes é a infecção sexualmente transmissível mais comum.
Solicite ao seu médico exames para descartar as outras infecções sexualmente como HIV, hepatite B e C e sífilis.
Após o contato com o vírus da herpes, ele ficará nas raizes nervosas como uma infecção crônica e latente. Na forma da infecção latente a doença não é transmitida.
As lesões ativas são caracterizadas pela presença de vesículas, úlceras e crostas. Neste estágio a doença é transmitida. Não tenha relações sexuais na presença de lesões ativas.
Na presença de reativações frequentes da herpes, o tratamento de supressão deve ser realizado.
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A principal forma de transmissão do herpes genital acontece através do contato em relações sexuais sem proteção, pois os vírus HSV-1 ou HSV-2 podem estar presentes nos fluidos corporais da pessoa infectada, como na saliva, sêmen e secreções vaginais.
O vírus tem um período de incubação (intervalo entre a infecção e a manifestação dos primeiros sintomas) que varia de 10 a 15 dias após a relação sexual, se levado em conta a existência de portadores em estado de latência (sem manifestações) que podem, a qualquer momento, manifestar a doença.
Quando se trata do herpes genital provocado pelo vírus HSV-1, a transmissão pode acontecer durante o sexo oral. Dessa forma, as pessoas podem ser infectadas pelo vírus no sexo vaginal, oral e anal.
A forma mais comum de transmissão acontece quando alguém não infectado tem contato direto com a pele de uma pessoa infectada que apresenta lesões visíveis, como bolhas ou erupções, ou seja, durante uma crise sintomática.
No entanto, também é possível contrair herpes a partir do contato com uma pessoa infectada quando ela não apresenta lesões visíveis, pois na maioria dos casos as pessoas não apresentam sintomas e não têm o conhecimento de que estão infectadas. 70% das transmissões acontecem nesse período assintomático.
As principais formas de transmissão acontecem da seguinte forma:
Pelo contato direto com feridas durante crises do herpes;
Pela saliva, se o seu parceiro tiver herpes oral (ativa);
Por secreções genitais, se o parceiro tiver herpes genital (especialmente com lesões).
As chances de transmissão se elevam em todo episódio em que o paciente apresenta uma crise.
Além do uso de camisinha, outros cuidados devem ser tomados para que a transmissão do vírus não ocorra, como uma atenção maior com o uso de objetos pessoais e higiene.
É recomendável que copos, batons ou qualquer protetor labial, lâminas de barbear ou de depilação e toalhas de banho não devem ser compartilhados, principalmente no caso de lesões visíveis.
Em algumas situações o vírus do herpes genital não é considerado um risco de transmissão, como ao usar vasos sanitários, pelo contato com roupas de cama de alguém infectado e piscinas.
Pacientes com herpes genital não estão destinados a uma vida de castidade só porque foram diagnosticados com a doença, no entanto precisam saber que os cuidados devem ser redobrados.
O primeiro passo para conseguir manter uma vida sexual sem riscos de infecção para o parceiro é conversando e deixando claro a condição para a outra pessoa.
Com o tratamento feito com medicação antiviral supressiva e com o uso de preservativos, o risco de transmissão é reduzido, mas não é nulo. Por isso, é importante ter um acompanhamento médico para que a doença não atrapalhe a vida sexual do paciente.
Além disso, é importante ressaltar que se deve evitar relações sexuais quando o paciente está durante um surto da doença, pois é nesse período em que o risco de transmissão é maior.
O vírus tem um período de incubação (intervalo entre a infecção e a manifestação dos primeiros sintomas) que varia de 10 a 15 dias após a relação sexual, se levado em conta a existência de portadores em estado de latência (sem manifestações) que podem, a qualquer momento, manifestar a doença.
Quando se trata do herpes genital provocado pelo vírus HSV-1, a transmissão pode acontecer durante o sexo oral. Dessa forma, as pessoas podem ser infectadas pelo vírus no sexo vaginal, oral e anal.
A forma mais comum de transmissão acontece quando alguém não infectado tem contato direto com a pele de uma pessoa infectada que apresenta lesões visíveis, como bolhas ou erupções, ou seja, durante uma crise sintomática.
No entanto, também é possível contrair herpes a partir do contato com uma pessoa infectada quando ela não apresenta lesões visíveis, pois na maioria dos casos as pessoas não apresentam sintomas e não têm o conhecimento de que estão infectadas. 70% das transmissões acontecem nesse período assintomático.
As principais formas de transmissão acontecem da seguinte forma:
Pelo contato direto com feridas durante crises do herpes;
Pela saliva, se o seu parceiro tiver herpes oral (ativa);
Por secreções genitais, se o parceiro tiver herpes genital (especialmente com lesões).
As chances de transmissão se elevam em todo episódio em que o paciente apresenta uma crise.
Além do uso de camisinha, outros cuidados devem ser tomados para que a transmissão do vírus não ocorra, como uma atenção maior com o uso de objetos pessoais e higiene.
É recomendável que copos, batons ou qualquer protetor labial, lâminas de barbear ou de depilação e toalhas de banho não devem ser compartilhados, principalmente no caso de lesões visíveis.
Em algumas situações o vírus do herpes genital não é considerado um risco de transmissão, como ao usar vasos sanitários, pelo contato com roupas de cama de alguém infectado e piscinas.
Pacientes com herpes genital não estão destinados a uma vida de castidade só porque foram diagnosticados com a doença, no entanto precisam saber que os cuidados devem ser redobrados.
O primeiro passo para conseguir manter uma vida sexual sem riscos de infecção para o parceiro é conversando e deixando claro a condição para a outra pessoa.
Com o tratamento feito com medicação antiviral supressiva e com o uso de preservativos, o risco de transmissão é reduzido, mas não é nulo. Por isso, é importante ter um acompanhamento médico para que a doença não atrapalhe a vida sexual do paciente.
Além disso, é importante ressaltar que se deve evitar relações sexuais quando o paciente está durante um surto da doença, pois é nesse período em que o risco de transmissão é maior.
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