Quem transtorno depressivo e toma medicamentos a 7 anos consegue algum benefício do governo?

4 respostas
Quem transtorno depressivo e toma medicamentos a 7 anos consegue algum benefício do governo?
Entendo sua dúvida pois questões sobre benefícios são importantes para planejamento e suporte.
De forma objetiva: sim, pessoas com transtorno depressivo de longa duração podem ter direito a benefícios, dependendo da gravidade e da limitação funcional causada pela doença. No Brasil, os principais são:
Auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez pelo INSS, se houver comprovação de incapacidade para o trabalho;
Benefícios assistenciais (BPC/LOAS), em casos de baixa renda e incapacidade;
Isenções fiscais ou descontos em medicamentos em alguns estados ou programas de saúde.
O ideal é agendarmos uma consulta psiquiátrica, para documentar adequadamente o histórico clínico, avaliar funcionalidade e orientar sobre os documentos necessários para solicitar benefícios de forma segura.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Depende muito do grau e das comorbidades, mas pela minha experiência, é algo muito difícil de se conseguir. No entanto, depende muito do contexto e de várias questões envolvidas, inclusive da avaliação do perito.
Dificilmente.
Dr. Pablo Nunes
Endocrinologista
Parnaíba
Sim, pessoas com transtorno depressivo de longa duração que utilizam medicação por anos podem ter direito a benefícios sociais ou auxílios, dependendo da gravidade do quadro, do impacto funcional e da documentação médica que comprove limitação. No Brasil, por exemplo, é possível solicitar o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), destinado a pessoas com deficiência ou incapacidade financeira. Depressão e outros transtornos mentais podem ser considerados deficiência quando causam limitações persistentes e incapacitantes nas atividades diárias, desde que comprovadas por laudos médicos, avaliações multiprofissionais e renda familiar dentro dos critérios do programa. Outra possibilidade é a aposentadoria por invalidez, quando o transtorno mental compromete de forma duradoura a capacidade laboral, ou o auxílio-doença, se temporariamente a depressão impedir o trabalho; ambos exigem perícia do INSS e documentação detalhada do histórico médico. É importante entender que apenas o fato de tomar medicamento por anos não garante automaticamente o benefício, sendo necessário demonstrar que a condição limita significativamente a funcionalidade ou capacidade de trabalho. Para aumentar as chances de aprovação, é fundamental ter registros médicos, relatórios, prontuário e um psiquiatra disposto a escrever um laudo explicando o impacto funcional da depressão. Buscar apoio de um assistente social, advogado especializado em previdenciário ou atendimento do CRAS/CREAS pode ajudar a organizar a documentação e preparar o pedido de forma adequada.

Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!

  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.