Se tomar clonazepam (rivotril) e álcool isso vai me prejudicar de imediato?
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Se tomar clonazepam (rivotril) e álcool isso vai me prejudicar de imediato?
Sim
Álcool e clonazepam são depressores do sistema nervoso. Associados podem deprimir excessivamente, promover dificuldades respiratórias, aspiração de líquidos digestivos para pulmões e , dependendo da dose , coma e arritmias cardíacas
Álcool e clonazepam são depressores do sistema nervoso. Associados podem deprimir excessivamente, promover dificuldades respiratórias, aspiração de líquidos digestivos para pulmões e , dependendo da dose , coma e arritmias cardíacas
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Olá
é um uso indevido e o uso de medicamentos com álcool é perigoso .
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Olá! Isso vai depender de como é a metabolização em seu corpo. Lembre-se que ambas são drogas que agem no sistema nervoso central e uma potencializa a outra, então é proscrito essa associação.
Sim, o uso dos dois é CONTRAINDICADO.
Sim, certamente. Haverá interação entre o álcool e o Rivotril. A depender da dose de um ou outro os efeitos podem ser desde um leve mal estar a tonturas e mesmo coma.
Boa noite !
Sim! Com toda certeza !
Tais substâncias nunca podem ser usadas de forma concomitante, pois por terem mecanismos de ação parecidos ela se potencializam, podendo ter efeitos desastrosos, inclusive com depressão respirátoria , coma e morte.
Em caso de mais dúvias, marque uma consulta !
Sim! Com toda certeza !
Tais substâncias nunca podem ser usadas de forma concomitante, pois por terem mecanismos de ação parecidos ela se potencializam, podendo ter efeitos desastrosos, inclusive com depressão respirátoria , coma e morte.
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Sim, a combinação de clonazepam (Rivotril) com álcool é altamente perigosa, e os efeitos podem ser imediatos e potencialmente graves. Ambos são depressores do sistema nervoso central, ou seja, reduzem a atividade cerebral e interferem diretamente nas funções vitais — respiração, consciência, coordenação e batimentos cardíacos. Quando ingeridos juntos, seus efeitos se somam e se intensificam, levando a uma depressão acentuada do sistema nervoso. Mesmo pequenas doses podem causar sonolência extrema, tontura, fala arrastada, reflexos lentos, confusão mental, perda de memória e dificuldade para se manter acordado ou em pé. Em doses maiores, há risco de queda de pressão arterial, desmaios, vômitos, aspiração, arritmias, depressão respiratória e até coma. O perigo é maior se o clonazepam for usado de forma contínua, pois o organismo já se encontra sob efeito sedativo, e o álcool potencializa essa ação. Além disso, a combinação interfere no metabolismo hepático, sobrecarregando o fígado e podendo causar aumento da toxicidade sistêmica. Mesmo quando não há efeitos graves imediatos, o uso conjunto compromete o funcionamento cerebral: o álcool anula o efeito terapêutico do clonazepam, favorece o desenvolvimento de tolerância e dependência química cruzada, e aumenta o risco de sintomas de abstinência graves (como convulsões e crises de ansiedade intensa) se ambos forem interrompidos abruptamente. Também é importante destacar que o clonazepam, por ser um benzodiazepínico, prolonga o tempo que o álcool permanece ativo no organismo, retardando a metabolização e fazendo com que a pessoa subestime o nível de intoxicação. Portanto, a mistura nunca é segura, mesmo “em pequena quantidade”. Caso o uso combinado tenha ocorrido por acidente e surjam sintomas como confusão, sonolência intensa, dificuldade para respirar ou fala enrolada, deve-se procurar atendimento médico imediatamente. Em situações em que a pessoa faz uso crônico de clonazepam e tem dificuldade em evitar o álcool, o ideal é conversar com o médico sobre estratégias de redução gradual e suporte para dependência química, com acompanhamento médico e psicológico conjunto. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, dependência química, ansiedade e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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