Se um paciente sofreu 02 AVCs isquêmicos em 10 dias e tem a carótida obstruída de 80% a 90% qual seria
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Se um paciente sofreu 02 AVCs isquêmicos em 10 dias e tem a carótida obstruída de 80% a 90% qual seria o tratamento mais indicado? A cirurgia? Qual? seria urgente ou pode aguardar algumas semanas ?
Como é o procedimento?
Como é o procedimento?
A indicação de tratamento cirúrgico é provável. Existem dois tratamentos possíveis, a cirurgia convencional (endarterectomia carotídea) e o tratamento endovascular (angioplastia). Se faz necessária consulta com avaliação do paciente e de exames para se decidir qual a melhor opção.
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No caso de um paciente que teve **dois AVCs isquêmicos em 10 dias** e apresenta uma **obstrução de 80 a 90% da artéria carótida**, o tratamento indicado geralmente é **cirúrgico**, porque o risco de novos AVCs é muito alto. O procedimento mais comum é a **endarterectomia carotídea**, que consiste em abrir a artéria e remover a placa de ateroma que está obstruindo o fluxo sanguíneo.
Quando os sintomas são recentes ou houve **AVCs recorrentes**, a cirurgia é considerada **urgente**, normalmente realizada dentro de **duas semanas após o AVC**, desde que não haja contraindicações como infarto recente ou condições médicas instáveis. O objetivo é **prevenir novos acidentes isquêmicos** que podem ser fatais ou causar incapacidade grave.
Outra opção, em casos selecionados, é a **angioplastia com stent carotídeo**, indicada principalmente quando o risco cirúrgico é alto ou a anatomia não permite a endarterectomia. O procedimento é feito por via endovascular, com um cateter e implante de stent para manter a artéria aberta.
Em resumo, **o tratamento cirúrgico precoce é indicado** devido ao alto risco de novos AVCs, e a escolha entre endarterectomia e stent depende da avaliação do cirurgião vascular ou neurocirurgião, considerando anatomia, idade, comorbidades e urgência.
Quando os sintomas são recentes ou houve **AVCs recorrentes**, a cirurgia é considerada **urgente**, normalmente realizada dentro de **duas semanas após o AVC**, desde que não haja contraindicações como infarto recente ou condições médicas instáveis. O objetivo é **prevenir novos acidentes isquêmicos** que podem ser fatais ou causar incapacidade grave.
Outra opção, em casos selecionados, é a **angioplastia com stent carotídeo**, indicada principalmente quando o risco cirúrgico é alto ou a anatomia não permite a endarterectomia. O procedimento é feito por via endovascular, com um cateter e implante de stent para manter a artéria aberta.
Em resumo, **o tratamento cirúrgico precoce é indicado** devido ao alto risco de novos AVCs, e a escolha entre endarterectomia e stent depende da avaliação do cirurgião vascular ou neurocirurgião, considerando anatomia, idade, comorbidades e urgência.
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