Tenho 24 anos. Tomo venvance 60 mg ( dividido 30 manha e 30 tarde) bromidrato de vortioxetina e bupr

3 respostas
Tenho 24 anos. Tomo venvance 60 mg ( dividido 30 manha e 30 tarde) bromidrato de vortioxetina e bupropriona e simplesmente NÃO consigo fazer cocô. Já fiz de tudo que possam imaginar. Mas só consigo com laxante, cheguei a ficar 1 semana e dois dias, e chegar ao ponto de ter ânsia de vômito, de tão “cheia” e não conseguir fazer, mesmo tomando agua igualzinho a um camelo. Os três remédios causam isso porém, eu agora que estou bem com a medicação terei que trocar ?
Sim, essa constipação pode estar relacionada aos seus medicamentos, principalmente à combinação de Venvanse e bupropiona, que tendem a reduzir a motilidade intestinal, deixando o intestino mais “lento”, e em algumas pessoas a vortioxetina também pode contribuir. Ficar tantos dias sem evacuar, com distensão e náusea, já caracteriza um efeito colateral importante e não é algo para simplesmente aguentar. Isso não significa que você obrigatoriamente precisará trocar todo o esquema que está funcionando para o humor e foco, mas é fundamental levar ao médico para tratar a constipação de forma ativa, às vezes com laxativos de uso regular, fibras adequadas ou ajustes de dose/horário das medicações. Se surgirem dor abdominal forte, vômitos ou incapacidade até de eliminar gases, é situação de urgência necessitando de avaliação em emergência. Mas seria importante conversar com o seu médico sobre isso.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
A constipação pode, sim, estar relacionada ao conjunto da medicação, sobretudo à Bupropiona, ao Venvansee, em menor grau, à vortioxetina. Em alguns pacientes, o efeito é marcante, mesmo com hidratação adequada, como você descreve. Antes de pensar em trocar um esquema que está funcionando bem psiquicamente, costuma fazer sentido tentar manejo clínico da constipação, como exemplo o ajuste de horários ou doses, fibras e avaliar impacto do estimulante. Ficar mais de uma semana sem evacuar, com náuseas, não é algo para normalizar e precisa de abordagem ativa. Converse com seu psiquiatra assistente o quanto antes para avaliar estratégias de manejo ou ajustes finos no tratamento, e descartar outras causas clínicas. Não suspenda nem troque as medicações por conta própria.
A constipação pode acontecer com o uso de lisdexanfetamina, vortioxetina e bupropiona, especialmente quando combinadas. Na maioria dos casos, ela é leve e pode ser controlada com medidas simples como ajuste da dieta, hidratação e atividade física.
Quando os sintomas persistem ou são mais intensos, existem estratégias eficazes e seguras para aliviar, sem precisar suspender o tratamento psiquiátrico de imediato.
Uma avaliação médica cuidadosa ajuda a identificar a melhor forma de manejo, garantindo que você mantenha o equilíbrio emocional sem abrir mão da qualidade de vida.

Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!

  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.