Tenho 46 anos meu esposo tem 48 nos conhecemos a pouco tempo mas desde que começamos a namorar percebi
Tenho 46 anos meu esposo tem 48 nos conhecemos a pouco tempo mas desde que começamos a namorar percebi que ele não é muito chegado ao sexo fomos morar juntos ha um ano e no começo ele ainda comparecia mais vezes agora transamos de dois em dois meses me sinto mau com isso ele não me toca o que faço?
12 respostas
Procure por um terapeuta sexólogo para lhe auxiliar! Será muito bom para melhorar esta fase que estão atravessando! Abraços
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Prezada Boa Noite! Percebo o desconforto desta relação e muito sozinha com essas questões! Vocês falam sobre isso? Como está a comunicação de vocês? A terapia de casal pode ajudar muito na comunicação do casal. É importante investigar vários setores além do psicológico! Caso ele não queira uma terapia de casal a terapia individual pode lhe ajudar muito. Reflita e sucesso!
Sexo é um dos grande pilares em uma relação. Com certeza, esse incômodo não deve estar somente em você. O primeiro passo é chamar seu parceiro para um conversa franca e aberta. Entretanto, entendo que possa existir certo medo em abordar esse assunto, o que para muitos casais também é um grande desafio. Cabe aqui dizer que pode valer muito a pena superar essa dificuldade e buscar o diálogo com seu parceiro, pois as respostas e os caminhos encontrados a partir dessa simples e sincera conversa podem ser muito satisfatórios para vocês. Com certeza, vocês podem se beneficiar muito com o auxílio especializado de um psicólogo para lhes ajudar com aqueles obstáculos mais difíceis de superar.
Acredito que um psicólogo possa lhe ajudar nesta questão, fazendo que você elabore e lide com esta situação. Assim que possível, procure um psicólogo.
Olá! Penso que seja importante olhar para esta relação como um todo, a forma como foi estabelecida, diálogo, quem procura quem em relação ao sexo, etc. Procure a ajuda de um profissional que possa te ajudar a entender isso. Um abraço!
Olá! Pode ser por vários motivos, que precisam ser avaliados. Busque por Psicólogo/sexólogo para uma terapia Cognitiva Comportamental e hipnoterapia. Paz e Bem!
Olá! Lendo a questão formulada me pareceu que você está mais angustiada do que o seu marido, certo? Talvez seja importante se dar um tempo e uma chance de falar sobre isso num espaço seu, primeiramente. Como você escreveu, desde o princípio ele se mostrou menos ativo do que você em relação ao sexo, o que não é incomum. Penso que o caminho é buscar uma forma de lidar com a diferença de expectativas, o que poderia ser trabalhado numa psicoterapia individual ou de casal, dependendo da disponibilidade e do desejo de vocês. A partir do breve relato eu indicaria que você buscasse ajuda para si mesma, primeiro. Abraços
Olá, um dos maiores aliados num relacionamento é o diálogo franco e sincero. Com ele é possível esclarecer ao parceiro o que pensa e sente em relação ao seu comportamento e o mesmo pode esclarecer o porque se comporta assim. Seria muito importante procurarem ajuda através da Terapia de casal, preferencialmente na linha cognitivo comportamental, facilita muito esse processo. Boa sorte, invistam em vocês!
O sexo é a resultante de n fatores que envolve o dia a dia de um casal, ou seja, o sexo não começa na cama, e sim no relacionamento. A comunicação, a troca de olhares, a cumplicidade, entre outros fatores é fundamental na conjugalidade e no respeito.à individualidade dos parceiros. Como está sendo o dia a dia de vocês? Como funciona a dinâmica do casal? É importante que essas e outras questões sejam trabalhadas.A terapia de casal será de grande auxílio para voces.
Olá. Sugiro que procure ajuda, pois desde o namoro você notou que sexualmente vocês dois tinham esta falta de sintonia na vida sexual. Na terapia de casal( com um psicólogo(a) especialista em Sexologia, vocês poderão identificar quais as causas de tal comportamento por parte dele. Há tratamento.Abraço.
A diferença de desejo sexual entre parceiros é relativamente frequente e não significa necessariamente ausência de amor ou atração. A libido masculina pode ser influenciada por fatores hormonais, emocionais, relacionais e clínicos, incluindo estresse, depressão, dificuldades de ereção, uso de medicamentos e alterações do sono. Entretanto, também existem diferenças individuais naturais na frequência desejada de relações sexuais. O aspecto mais importante é compreender como essa situação afeta ambos, evitando interpretar automaticamente a menor iniciativa sexual como rejeição pessoal. Recomendo uma conversa acolhedora, sem cobranças, para compreender o que seu marido sente e quais dificuldades podem estar presentes. Uma avaliação médica pode investigar possíveis causas físicas, enquanto a terapia sexual ou de casal pode ajudar a reconstruir a intimidade e melhorar a comunicação. O objetivo não é estabelecer uma frequência considerada normal, mas encontrar uma forma de relacionamento satisfatória e respeitosa para ambos.
A diferença de desejo sexual entre parceiros é relativamente comum e pode provocar sentimentos de rejeição, insegurança e sofrimento emocional, especialmente quando não existe diálogo sobre o assunto. A redução da frequência sexual masculina pode estar relacionada a fatores psicológicos, como estresse, ansiedade, depressão e conflitos conjugais, mas também a condições clínicas, alterações hormonais, dificuldades de ereção, medicamentos ou diferenças individuais de libido. É importante evitar concluir que a diminuição do interesse significa ausência de amor ou atração. Uma conversa acolhedora, sem cobranças ou acusações, pode ajudar a compreender como seu marido percebe a intimidade e quais dificuldades eventualmente enfrenta. Caso exista sofrimento para o casal, a psicoterapia individual ou terapia sexual pode contribuir, assim como uma avaliação médica quando houver suspeita de causas orgânicas. O objetivo não é impor uma frequência sexual, mas construir uma relação em que as necessidades e os limites de ambos sejam respeitados.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.








