Tenho extremo desprezo pelas pessoas, sou introvertido, tenho poucos amigos e não sinto nenhuma necessidade

Tenho extremo desprezo pelas pessoas, sou introvertido, tenho poucos amigos e não sinto nenhuma necessidade de os ter ou de socializar. Me sinto superior aos outros, prefiro me dedicar ao trabalho do que as relações íntimas e tenho baixa empatia. Esse comportamento pode indicar algum transtorno?

7 respostas


Pode indicar sim a presença de um transtorno de personalidade caso essas características descritas sejam: - inflexíveis, ocorrendo em diversos contextos, - causem alguma forma de prejuízo na sua vida (no trabalho, estudos, vida social, vida amorosa, etc) - causem um grande sofrimento pessoal Neste caso vale a pena buscar uma boa psicoterapia para te ajudar!

Obtenha respostas com a consulta online

Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.


Só pelo que você relata podem ser indícios de vários transtornos, assim como apenas de características de sua personalidade. Caso você perceba que isso está causando sofrimento a ti ou às pessoas a tua volta vale a pena procurar ajuda de um psicólogo. Caso seja necessária também uma avaliação psiquiátrica ele poderá fazer a recomendação. Fique atento e procure essa ajuda se for necessário.


A caracterização de transtorno vai depender da intensidade dessas características e o quanto isso influência em sua vida. O ideal é buscar um psicólogo ou psiquiatra para um acompanhamento e correto diagnóstico.


Olá! Entendo que possa existir um transtorno de personalidade. contudo, não é possível compreender se isso te causa ou não sofrimento. Se sim, vale a pena investigar a questão. Caso precise de ajuda com isso, fico à sua disposição.


Prezado, boa tarde. Veja, os aspectos que envolvem a psique humana devem ser cuidadas de forma profunda e sensível, de modo que a identificação destas características devem ser escutadas, por um profissional presencialmente entende? O diagnóstico a nível da psique humana é feito de forma sistêmica, com lente na historicidade de sua existência com fatores sociais, culturais, hereditários, entre outros. As possibilidades são inúmeras, nesse sentido esta plataforma fica insuficiente para alcançar a magnitude de sua demanda. Entre em contato com pessoas especializadas em Saúde Mental, no âmbito do SUS, por via dos CAPS, ou no âmbito clínico particular. Att. Wellington Albuquerque Filho.


Olá, acho que identificar se o que você descreve sobre si é um transtorno, em termos de diagnóstico, não é o principal nesse momento. Percebo que você está se indagando sobre o seu jeito de funcionar com as pessoas a sua volta e essa percepção sobre si, talvez esteja produzindo em você algum grau de sofrimento/ incômodo, que você próprio desconhece. Penso que, é importante você ser escutado por um Psicólogo sobre essas questões, no intuito de que com o suporte de um profissional, você possa identificar no seu tempo, se há algo que lhe angustia em relação ao seu jeito de ser e estar com o outro nas relações cotidianas.


Num primeiro momento indica que você está se rotulando. O diagnóstico diferencial pode evidenciar não somente o transtorno que você mencionou, existem outras alterações neuropsiquiátricas que cursam com esses sintomas. Fundamental é assumir uma postura de questionamento diante dos prejuízos funcionais nas relações interpessoais e partir para a ação, associando tratamento psiquiátrico com psicoterapia na abordagem cognitivo Comportamental (de preferência).

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.