Tenho rubor facial emocional. Sempre que preciso falar em público meu rosto, colo e orelhas ficam mu

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Tenho rubor facial emocional. Sempre que preciso falar em público meu rosto, colo e orelhas ficam muito vermelhos e queimam demais. Sempre fico muito constrangida pois fica muito aparente. O propranolol é indicado pra mim?
Dra. Ilana  Souza
Psiquiatra
Rio de Janeiro
O rubor facial em situações de exposição social costuma estar ligado à ansiedade. O propranolol pode ajudar em alguns casos, principalmente quando há sintomas físicos como tremor, taquicardia e sensação intensa de ativação antes de falar em público.
Ele age reduzindo essa resposta corporal da ansiedade, mas não trata a causa emocional em si. Além disso, não é indicado para todo mundo (por exemplo, pessoas com pressão baixa, asma ou alguns problemas cardíacos precisam de avaliação cuidadosa).

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Olá! O rubor facial desencadeado por exposição social ou situações de desempenho está relacionado à ansiedade.

O propranolol, um betabloqueador, pode ser indicado em alguns casos, especialmente quando os sintomas ocorrem de forma previsível, como ao falar em público, pois reduz manifestações físicas da ansiedade. No entanto, sua utilização deve ser avaliada individualmente, considerando condições clínicas, contraindicações e a intensidade do prejuízo funcional.

Recomenda-se avaliação psiquiátrica para confirmação diagnóstica e definição da melhor abordagem terapêutica, que pode incluir medidas farmacológicas e psicoterápicas.
O que você descreve é bem típico de ansiedade de desempenho, e o rubor emocional é um sintoma muito comum disso. O propranolol é sim um dos remédios usados em alguns casos de “medo de falar em público”, porque ajuda a diminuir sinais físicos como tremor, palpitação e, em parte, o rubor; mas ele não é indicado para todo mundo (quem tem asma, pressão muito baixa, alguns problemas de coração, por exemplo, pode não poder usar) e a decisão precisa ser do médico, depois de avaliar seu histórico e seus exames. Vale muito a pena conversar com um psiquiatra ou clínico sobre essa possibilidade e, ao mesmo tempo, considerar terapia (como TCC) para trabalhar a raiz da ansiedade, porque o remédio ajuda nos sintomas, mas não substitui esse trabalho.

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