Tenho uma artrodese L3-L4 e L5-S1 desde maio de 2021. Tive problemas logo após a cirurgia onde o dre
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Tenho uma artrodese L3-L4 e L5-S1 desde maio de 2021. Tive problemas logo após a cirurgia onde o dreno escapou e o sangue ficou acumulado na minha lombar por 6 meses ate ser absorvido. Tive infecções e várias inflamações na região. Em abril deste ano descobrimos um parafuso solto em L3 lado direito e uma niva hérnia em L3. Tenho muitas dores e inchaço do lado direito da minha lombar, glúteo e perna direita, além de formigamento constante e fraquesa. Nos exames consta pseudoartrose. Existe uma fibrose profunda. Meu médico está exitando em cirurgia corretiva e efetua bloqueios para aliviar a dor mas sem sucesso. O que pode ser feito.
A Presença de pseudoartrose em geral é imperiosa ã nova abordagem. Demais procedimentos podem mascarar o verdadeiro problema. Individualizar o caso verificando a presença de instabilidade segmentar é fundamental, mas a presença de dor mecânica continua ja é um forte indicativo de que um novo procedimento de fixação pode ser necessario.
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Pelo que você descreve — dor persistente, formigamento, fraqueza, pseudoartrose e um parafuso solto — você pode, sim, se beneficiar de uma reoperação. Bloqueios ajudam em casos de dor sem instabilidade, mas no seu quadro eles não resolvem a causa do problema.
Uma alternativa importante é considerar um acesso diferente daquele usado na primeira cirurgia. Em muitos casos de pseudoartrose e fibrose profunda, uma via OLIF (Oblique Lumbar Interbody Fusion) pode ser uma boa opção, porque permite abordar o disco por um caminho onde não houve cicatrizes, infecções ou sangramentos anteriores. Isso reduz o risco de complicações, diminui o trauma cirúrgico e facilita a colocação de enxerto e cage para corrigir a instabilidade.
Claro que cada caso precisa ser avaliado individualmente, mas, diante da sua história e dos achados dos exames, vale discutir seriamente essa possibilidade com sua equipe. Estou à disposição para te orientar no que precisar.
Uma alternativa importante é considerar um acesso diferente daquele usado na primeira cirurgia. Em muitos casos de pseudoartrose e fibrose profunda, uma via OLIF (Oblique Lumbar Interbody Fusion) pode ser uma boa opção, porque permite abordar o disco por um caminho onde não houve cicatrizes, infecções ou sangramentos anteriores. Isso reduz o risco de complicações, diminui o trauma cirúrgico e facilita a colocação de enxerto e cage para corrigir a instabilidade.
Claro que cada caso precisa ser avaliado individualmente, mas, diante da sua história e dos achados dos exames, vale discutir seriamente essa possibilidade com sua equipe. Estou à disposição para te orientar no que precisar.
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