Tenho uma dor na fossa clavicular, subindo pela lateral do pescoço até a região da clavícula. Fui em
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Tenho uma dor na fossa clavicular, subindo pela lateral do pescoço até a região da clavícula. Fui em diversos especialistas, neurocirurgião descartou problemas com coluna cervical, que apesar de no exame de imagem aparecer pequenas protusões, estas não estão tocando a medula, confirmando com eletroneuromiografia, fui ao ortopedista especialista em ombro, que também descartou problema no ombro, fui ao angiologista que descartou aneurisma na artéria subclávia, outro ortopedista suspeitou de síndrome do desfiladeiro torácico, porém nenhum exame de imagem que fiz até hoje não mostra qualquer lesão, até uma simples caminhada mais longa faz aumentar a dor, e qualquer exercícios de peitoral como flexão no solo faz a dor aumentar também... Já fui ao psiquiatra achando ser psicológico, fiz acompanhamento utilizando medicação ansiolítica e com psicólogo. Alguém consegue me dar um caminho a seguir, que especialista buscar ou qual tipo de exame realizar? Obs: não tenho perda de força muscular
Uma das possibilidades de Síndrome do Desdiladeiro Torácico, aliás a mais comum, é ser neurogênica atípica (em inglês “Disputed”). Ou seja, nem neurogênica verdadeira (com déficit neurológico), nem vascular (arterial ou venoso).
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A síndrome do desfiladeiro torácico (SDT) é uma condição em que nervos ou vasos sanguíneos são comprimidos na passagem entre o pescoço e o ombro, principalmente na região da fossa clavicular, mesmo sem aparecer em exames de imagem convencionais.
Muitos pacientes relatam dor que sobe da clavícula para o pescoço, sensação de peso ou desconforto ao fazer atividades como caminhada, treino de peitoral ou mesmo manter os braços elevados por muito tempo. O fato de todos os exames estarem normais e ainda assim sentir dor é muito comum na SDT — essa síndrome raramente aparece claramente em ressonâncias ou tomografias.
A eletroneuromiografia também pode vir normal se o nervo ainda não tiver dano mais avançado. Por isso, o diagnóstico costuma ser clínico, feito com base em testes físicos e sintomas, por um profissional que conheça bem essa síndrome.
Você deve procurar um especialista que tenha experiência em nervos periféricos ou cirurgião de plexo braquial, pois esse tipo de profissional entende melhor as compressões nervosas que não aparecem nos exames comuns.
O próximo passo pode ser:
Avaliação com especialista em nervos
Testes físicos específicos (Adson, Roos, Wright, entre outros)
Eventualmente exames dinâmicos, como angiotomografia com manobras ou ultrassonografia com provocação
O importante é saber que sua dor é real, não é psicológica e ainda há caminhos para diagnóstico e tratamento, mesmo que os exames pareçam normais.
Muitos pacientes relatam dor que sobe da clavícula para o pescoço, sensação de peso ou desconforto ao fazer atividades como caminhada, treino de peitoral ou mesmo manter os braços elevados por muito tempo. O fato de todos os exames estarem normais e ainda assim sentir dor é muito comum na SDT — essa síndrome raramente aparece claramente em ressonâncias ou tomografias.
A eletroneuromiografia também pode vir normal se o nervo ainda não tiver dano mais avançado. Por isso, o diagnóstico costuma ser clínico, feito com base em testes físicos e sintomas, por um profissional que conheça bem essa síndrome.
Você deve procurar um especialista que tenha experiência em nervos periféricos ou cirurgião de plexo braquial, pois esse tipo de profissional entende melhor as compressões nervosas que não aparecem nos exames comuns.
O próximo passo pode ser:
Avaliação com especialista em nervos
Testes físicos específicos (Adson, Roos, Wright, entre outros)
Eventualmente exames dinâmicos, como angiotomografia com manobras ou ultrassonografia com provocação
O importante é saber que sua dor é real, não é psicológica e ainda há caminhos para diagnóstico e tratamento, mesmo que os exames pareçam normais.
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