Tenho usado a duloxetina para o tratamento da ansiedade e do TOC, mas venho sofrendo com o efeito co
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Tenho usado a duloxetina para o tratamento da ansiedade e do TOC, mas venho sofrendo com o efeito colateral da hiperidrose. Falarei disso com meu médico na próxima sessão, mas existe alguma alternativa a esse medicamento para o tratamento destes mesmos transtornos em que poderia não haver este efeito (ou pelo menos em uma escala menor)? Caso contrário, como lidar com isso durante o uso do medicamento?
Há sim outras opções que não cursem com esses efeitos colaterais, com os ISRSs, por exemplo.
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A hiperidrose pode ser incômoda e impactar sua qualidade de vida, especialmente quando ocorre durante o tratamento de ansiedade e TOC com duloxetina, um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN). Do ponto de vista acadêmico, a hiperidrose é um efeito adverso relativamente comum dessa classe de antidepressivos, mas existem alternativas e estratégias que podem ajudar.
Para tratar ansiedade e TOC, existem outras opções medicamentosas que podem apresentar menor risco de sudorese excessiva. Entre elas estão os ISRS clássicos, como sertralina, escitalopram e fluoxetina, que têm eficácia comprovada para ambos os transtornos e geralmente apresentam menor incidência de hiperidrose. Outras possibilidades incluem ajustes na dose, troca para outro antidepressivo ou associação com medicamentos ansiolíticos de curto prazo, sempre avaliados pelo psiquiatra.
Enquanto você mantém o uso da duloxetina, algumas estratégias podem ajudar a lidar com a hiperidrose: roupas leves e respiráveis, toalhas ou panos para secar o suor, uso de antitranspirantes de alta eficácia e manutenção de ambientes frescos. É fundamental discutir com seu psiquiatra essas opções, para equilibrar eficácia do tratamento e tolerabilidade, garantindo que o manejo do TOC e da ansiedade seja efetivo sem comprometer seu bem-estar. Estou à disposição para tirar dúvidas e conversar com você aqui pelo chat sempre que precisar.
Para tratar ansiedade e TOC, existem outras opções medicamentosas que podem apresentar menor risco de sudorese excessiva. Entre elas estão os ISRS clássicos, como sertralina, escitalopram e fluoxetina, que têm eficácia comprovada para ambos os transtornos e geralmente apresentam menor incidência de hiperidrose. Outras possibilidades incluem ajustes na dose, troca para outro antidepressivo ou associação com medicamentos ansiolíticos de curto prazo, sempre avaliados pelo psiquiatra.
Enquanto você mantém o uso da duloxetina, algumas estratégias podem ajudar a lidar com a hiperidrose: roupas leves e respiráveis, toalhas ou panos para secar o suor, uso de antitranspirantes de alta eficácia e manutenção de ambientes frescos. É fundamental discutir com seu psiquiatra essas opções, para equilibrar eficácia do tratamento e tolerabilidade, garantindo que o manejo do TOC e da ansiedade seja efetivo sem comprometer seu bem-estar. Estou à disposição para tirar dúvidas e conversar com você aqui pelo chat sempre que precisar.
A hiperidrose é um efeito colateral comum da duloxetina, especialmente por sua ação noradrenérgica. Para tratar ansiedade e TOC com menor risco de suor excessivo, costuma-se considerar a troca para ISRS como escitalopram, sertralina, fluoxetina ou paroxetina, que em geral causam menos hiperidrose. A clomipramina é eficaz para TOC, mas tem mais efeitos colaterais, e a buspirona pode ser usada como adjuvante para ansiedade, ajudando a reduzir a dose do antidepressivo principal.
Se a duloxetina for mantida, o manejo pode incluir ajuste de dose ou horário, medidas práticas (antitranspirantes clínicos, evitar calor, cafeína e álcool) e, em casos selecionados, medicamentos adjuvantes prescritos pelo médico. A decisão ideal equilibra eficácia e tolerabilidade e deve ser discutida com o psiquiatra.
Se a duloxetina for mantida, o manejo pode incluir ajuste de dose ou horário, medidas práticas (antitranspirantes clínicos, evitar calor, cafeína e álcool) e, em casos selecionados, medicamentos adjuvantes prescritos pelo médico. A decisão ideal equilibra eficácia e tolerabilidade e deve ser discutida com o psiquiatra.
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