Tirei o sertralina 100, e estou tomando escitalopram de 20, porém estou ansiosa , o que fazer?
Tirei o sertralina 100, e estou tomando escitalopram de 20, porém estou ansiosa , o que fazer?
8 respostas
Isso pode estar relacionado à adaptação ao novo medicamento, à retirada da sertralina, ao retorno parcial dos sintomas ou ao próprio período de transição entre antidepressivos. O mais seguro é avisar ao médico que orientou a troca, especialmente se a ansiedade estiver intensa ou piorando.
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É relativamente comum sentir aumento da ansiedade durante a troca da sertralina pelo escitalopram, principalmente nas primeiras semanas. Isso pode ocorrer tanto pela adaptação ao novo medicamento quanto pela redução ou retirada da sertralina, dependendo de como a transição foi feita. O escitalopram costuma levar 2 a 4 semanas para começar a apresentar melhora mais consistente da ansiedade, podendo atingir seu efeito máximo entre 6 e 8 semanas. Nesse período inicial, algumas pessoas apresentam uma piora transitória da ansiedade, inquietação, insônia ou sensação de nervosismo. O mais importante é não aumentar, reduzir ou interromper a medicação por conta própria. Se a ansiedade estiver intensa ou incapacitante, entre em contato com o médico que fez a troca, pois pode ser necessário ajustar a estratégia de transição ou utilizar temporariamente outra medicação para aliviar os sintomas enquanto o escitalopram faz efeito. Além disso, manter uma boa higiene do sono, reduzir o consumo de cafeína e associar psicoterapia, quando possível, pode ajudar bastante nesse período de adaptação. Se a ansiedade vier acompanhada de agitação intensa, pensamentos de autoagressão, comportamento incomum ou outros sintomas preocupantes, procure atendimento médico imediatamente para uma reavaliação.
Olá! É possível que essa ansiedade esteja relacionada ao período de transição entre a sertralina e o escitalopram. Nas primeiras semanas, algumas pessoas apresentam aumento temporário da ansiedade até que o organismo se adapte à nova medicação. O ideal é manter o tratamento conforme foi prescrito e informar o médico que acompanha você, principalmente se os sintomas forem intensos, persistirem ou piorarem. Não faça alterações na dose por conta própria.
Sim, a ansiedade pode aumentar temporariamente durante a troca da sertralina 100 mg pelo escitalopram 20 mg. Isso pode ocorrer tanto pela retirada da sertralina quanto pelo período de adaptação ao escitalopram. Embora ambos sejam antidepressivos serotoninérgicos da classe dos ISRS, não são equivalentes e cada pessoa pode responder de forma diferente à mudança. Além disso, o escitalopram pode causar inicialmente aumento da ansiedade, inquietação, tremores, náusea ou alterações do sono, especialmente após introdução ou aumento de dose. Um ponto importante é saber como a troca foi realizada: retirada abrupta, redução gradual ou uso simultâneo por algum período. Isso ajuda a diferenciar sintomas de descontinuação da sertralina, adaptação ao escitalopram ou persistência do próprio transtorno de ansiedade. Se os sintomas forem intensos ou estiverem piorando, converse com o psiquiatra que acompanha seu tratamento para reavaliar a estratégia de transição. Não modifique as doses por conta própria. Respeitosamente, Prof. Dr. Fábio José Pereira da Silva
A troca da sertralina pelo escitalopram pode causar um período de adaptação, especialmente nas primeiras semanas, em que algumas pessoas apresentam aumento transitório da ansiedade, inquietação, alterações do sono ou sintomas físicos. Mesmo utilizando uma dose terapêutica de escitalopram, o efeito completo costuma ocorrer gradualmente, geralmente entre 4 e 8 semanas de uso contínuo. É importante avaliar como foi feita a transição entre as medicações, pois mudanças rápidas ou diferenças de resposta individual podem influenciar os sintomas. Não é recomendado interromper ou ajustar a dose por conta própria. O ideal é conversar com o psiquiatra que acompanha o tratamento para avaliar se essa ansiedade faz parte da adaptação ou se é necessário algum ajuste. Durante esse período, estratégias como psicoterapia, técnicas de respiração, rotina regular de sono, atividade física e redução de estimulantes podem auxiliar no controle dos sintomas. Procure atendimento mais rapidamente se houver piora importante, crises intensas, pensamentos de autoagressão ou sintomas físicos preocupantes.
A troca da sertralina pelo escitalopram pode causar um período de adaptação, mesmo sendo medicamentos da mesma classe (ISRS). Após a retirada da sertralina, algumas pessoas podem apresentar retorno temporário da ansiedade ou sintomas de descontinuação, enquanto o escitalopram ainda está ajustando sua ação no organismo. O efeito terapêutico completo do escitalopram costuma ser avaliado após algumas semanas de uso contínuo, e a resposta pode variar conforme cada paciente. Durante essa fase, é importante observar a intensidade dos sintomas e manter o acompanhamento com o psiquiatra, pois pode ser necessário avaliar o momento da troca, a dose utilizada e a possibilidade de ajustes no tratamento. Não é recomendado alterar ou interromper a medicação por conta própria. A ansiedade pode apresentar sintomas como crise de ansiedade, insônia, irritabilidade, tensão física e pensamentos repetitivos, e o objetivo do tratamento é recuperar a estabilidade emocional com segurança. Converse com seu psiquiatra para definir a melhor estratégia até que o escitalopram atinja seu efeito máximo.
A troca da sertralina 100 mg pelo escitalopram 20 mg pode causar um período de adaptação, no qual algumas pessoas apresentam aumento transitório da ansiedade, inquietação, sintomas físicos de ansiedade ou sensação de que o tratamento ainda não está fazendo efeito. Mesmo sendo medicamentos da mesma classe (ISRS), cada antidepressivo possui características próprias e o organismo pode precisar de algumas semanas para se ajustar. O escitalopram costuma apresentar melhora progressiva dos sintomas de ansiedade, com resposta mais evidente geralmente após algumas semanas de uso contínuo. No início, alguns pacientes podem perceber uma piora temporária da ansiedade antes da melhora, principalmente quando há transtorno de ansiedade generalizada, crises de ansiedade ou transtorno do pânico associados. É importante não ajustar a dose ou interromper a medicação por conta própria. Recomendo conversar com o psiquiatra que acompanha o tratamento para avaliar se a transição foi adequada, o tempo de adaptação e se há necessidade de algum ajuste temporário para controlar os sintomas. A avaliação psiquiátrica individualizada é essencial para acompanhar ansiedade, depressão, insônia, crises de ansiedade e outros sintomas emocionais, garantindo um tratamento mais seguro e eficaz.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.
