Tive uma troca de medicamento (divalproato 250mg) para lamotrigina (25mg) e deu muito ruim. Voltei p

3 respostas
Tive uma troca de medicamento (divalproato 250mg) para lamotrigina (25mg) e deu muito ruim. Voltei para o divalproato por conta propria por falta de dinheiro no momento para nova consulta, e estou tomando também a duloxetina de 60mg pela manhã. Tem algum perigo/problema?
Dr. Edson Heringer
Psiquiatra
Londrina
É compreensível que você tenha ficado insegura após não se adaptar bem à troca. Tanto a lamotrigina quanto o divalproato podem ser usados em diferentes situações, e a escolha entre eles depende de vários fatores individuais — por isso é importante que o ajuste seja feito com acompanhamento profissional.

A combinação com duloxetina pode exigir atenção, mas o risco varia muito de pessoa para pessoa. O mais seguro é evitar alterar ou retomar medicações por conta própria e, se houver dificuldade financeira para uma nova consulta, você pode procurar o CAPS ou a unidade de saúde da sua região. Esses serviços contam com excelentes profissionais e podem orientar qual esquema é mais adequado no seu caso.

Se possível, retorne ao médico que acompanha seu tratamento para alinhar o melhor plano terapêutico.

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rocar lamotrigina por divalproato por conta própria pode trazer riscos, porque mudanças bruscas entre esses dois medicamentos podem causar piora do humor e efeitos colaterais. Voltar ao divalproato não é necessariamente perigoso, mas esse remédio precisa de acompanhamento. A combinação de divalproato com duloxetina geralmente é possível, mas pode aumentar sonolência, tontura e exigir cuidado com o fígado. Portanto, no momento, o importante é manter apenas o que está tomando, observar sinais de alerta (sonolência extrema, vômito persistente, icterícia, confusão) e procurar atendimento gratuito em posto de saúde ou CAPS assim que puder.
Dr. Matheus Veloso Magalhães
Psiquiatra, Generalista
Rio de Janeiro
Oi! É importante não fazer trocas ou retornos de medicação sem acompanhamento médico, pois tanto o divalproato quanto a lamotrigina exigem ajustes e monitoramento específicos. A combinação com duloxetina pode ser adequada em alguns casos, mas deve ser avaliada conforme seu quadro clínico e histórico. O ideal é entrar em contato com o profissional que o acompanha assim que possível para ajustar o tratamento de forma segura.

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