Trato sd do pânico desde 2019 e ha 2 anos estava mto bem, estável e sem crises há tempos c a venlafa
Trato sd do pânico desde 2019 e ha 2 anos estava mto bem, estável e sem crises há tempos c a venlafaxina 225mg . há 2 sem. tive uma oscilação / agudização após uma vasovagal e minha psiq orientou o alprazolam 2x ao dia 0,25mg, estou no 12° dia de uso . Hj de fato eu vinha notando curva de melhora, acordei sem angústia, vim trabalhar, estava saindo pra socializar, apetite voltando e me alimentei melhor . Mas tentei cochilar durante o plantão e me acordaram no susto qnd estava pegando no sono a tarde, antes msm de abrir o olho senti uma onda de adrenalina e um medo absurdo de voltar tud de novo, fração de segundos, mas dps q acordei tentei respirar e lavar o rosto mas fiquei c a boca seca e com receio por um tempo. Esse “susto” pode ter atrapalhado o tto ou a curva de melhora q vinha apresentando ? representa falha ou recaída ?
6 respostas
Calma, não precisa se desesperar! A síndrome do pânico, assim como os outros transtornos mentais, nem sempre têm um comportamento linear. Não é porque teve um ataque de pânico ou um susto que o transtorno vai apresentar uma piora. É importante manter tratamento regular com psiquiatra e psicólogo para continuar aprendendo como lidar com a síndrome e evitar novas crises.
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Não parece falha terapêutica nem recaída por si só. Um susto ao despertar pode ativar resposta autonômica intensa, com sensação de adrenalina, medo, boca seca e hipervigilância, especialmente após uma agudização recente do pânico. O mais importante é observar a tendência geral: se vinha retomando apetite, trabalho e socialização, isso sugere curva de melhora. Mantenha o plano orientado pela psiquiatra e reavalie se os episódios se tornarem frequentes, intensos ou incapacitantes.
Olá! Pelo que você descreve, isso não significa necessariamente uma falha do tratamento ou uma recaída. Após uma agudização do transtorno do pânico, é comum que ainda exista uma hipervigilância em relação às sensações do corpo, e um susto ao acordar pode desencadear uma descarga de adrenalina e medo sem que isso represente piora do quadro. O fato de você já estar percebendo melhora do sono, do apetite, da angústia e conseguindo retomar suas atividades é um bom indicativo de evolução. Como você está no 12º dia do ajuste do tratamento, ainda é esperado que ocorram oscilações. Caso esses episódios passem a ficar mais frequentes ou intensos, é importante informar o médico responsável pelo seu acompanhamento para uma reavaliação.
Pelo relato, esse episódio descrito não sugere, por si só, falha do tratamento ou uma recaída do transtorno do pânico. Durante a recuperação de um quadro ansioso, é relativamente comum ocorrerem oscilações, principalmente após um período de maior vulnerabilidade. O despertar súbito durante o início do sono pode desencadear uma descarga fisiológica de adrenalina, com sensação intensa de medo, boca seca e alerta corporal, fenômeno que pode acontecer até em pessoas sem transtorno de pânico. O fato de você já estar apresentando melhora, retomando atividades sociais, alimentação e iniciando o dia sem angústia são sinais positivos de resposta terapêutica. Um episódio isolado não costuma “desfazer” a evolução obtida nem significa retorno ao quadro anterior. O tratamento com venlafaxina em dose terapêutica e o uso temporário do alprazolam devem ser acompanhados pelo psiquiatra, avaliando resposta e necessidade de ajustes. A ansiedade, crises de ansiedade e ataques de pânico podem apresentar pequenas flutuações durante a estabilização, e o foco deve ser observar a tendência das semanas, não um único evento.
Na visão psiquiátrica, o episódio descrito não significa necessariamente falha do tratamento ou uma recaída do transtorno do pânico. Durante a recuperação de um período de agudização, é comum que o sistema nervoso permaneça mais sensível a estímulos de alerta, e um despertar abrupto durante o início do sono pode provocar uma descarga fisiológica de adrenalina, com sensação intensa de medo, taquicardia, boca seca e alerta aumentado. Esse tipo de episódio isolado pode ocorrer mesmo em pessoas que estão evoluindo bem e não significa que todo o progresso foi perdido. Um marcador importante de melhora é justamente a capacidade de perceber o sintoma, compreender o que aconteceu e conseguir retomar as atividades, em vez de entrar em um ciclo de medo persistente e evitação. A venlafaxina em dose terapêutica e o acompanhamento com alprazolam, conforme prescrito pela sua psiquiatra, fazem parte de uma estratégia para estabilizar os sintomas. A evolução deve ser avaliada pelo conjunto da trajetória: retorno do apetite, redução da angústia, retomada da socialização, melhora da rotina e menor frequência/intensidade das crises. Continue seguindo o acompanhamento psiquiátrico e não ajuste as medicações por conta própria. O tratamento busca controlar o transtorno do pânico, crises de ansiedade, ansiedade antecipatória, insônia, irritabilidade e sintomas físicos associados à ansiedade, permitindo recuperar segurança e qualidade de vida. Um evento pontual de susto ou descarga de adrenalina não apaga uma curva de melhora que já vinha acontecendo.
O episódio descrito não significa necessariamente falha do tratamento ou recaída do transtorno do pânico. Durante a recuperação, especialmente após uma fase de agudização dos sintomas, é comum ocorrerem oscilações e episódios breves de ativação da ansiedade, principalmente diante de estímulos inesperados. O despertar abrupto durante o início do sono pode provocar uma descarga fisiológica de adrenalina, com sensação de medo intenso, boca seca, taquicardia ou alerta, mesmo sem representar uma nova crise estabelecida. A melhora que você relata — acordar com menos angústia, retomar alimentação, trabalhar e voltar a socializar — são sinais positivos de resposta terapêutica. Um evento isolado não costuma “desfazer” uma curva de melhora já iniciada. No tratamento do transtorno do pânico, a evolução frequentemente acontece com altos e baixos, e a interpretação catastrófica de sensações corporais pode manter o ciclo de ansiedade. O alprazolam pode auxiliar no controle agudo dos sintomas, enquanto a venlafaxina atua na estabilização a longo prazo. Mantenha o acompanhamento com sua psiquiatra para avaliar a evolução e possíveis ajustes. A compreensão desses episódios dentro do contexto da ansiedade, crises de pânico e transtornos de humor ajuda a reduzir o medo de recaída e favorece a recuperação sustentada.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.
