Ultimamente tenho tido muitos pensamentos intrusivos, pensamentos indesejados. As vezes tenho tido m
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Ultimamente tenho tido muitos pensamentos intrusivos, pensamentos indesejados. As vezes tenho tido medo e me preocupado até com o que vou falar pra não ser mal interpretado.
Por exemplo: será que a pessoa entendeu o que eu falei? Será que não entendeu e vai ficar chateada comigo?
Além disso tenho tido muitos medo de algumas situações, tenho evitado está em lugares com muitas pessoas, pois já fico imaginando se alguém olhar muito pra mim já fico com medo, pensando: será que essa pessoa está pensando contra mim?
É como se eu estivesse sempre muito observador, e com tudo me preocupo.
Já tomo medicamento pra TAG DULOXETINA 60 mg, já faz duas semanas.
O que pode está acontecendo comigo? Esse medo irracional?
Por exemplo: será que a pessoa entendeu o que eu falei? Será que não entendeu e vai ficar chateada comigo?
Além disso tenho tido muitos medo de algumas situações, tenho evitado está em lugares com muitas pessoas, pois já fico imaginando se alguém olhar muito pra mim já fico com medo, pensando: será que essa pessoa está pensando contra mim?
É como se eu estivesse sempre muito observador, e com tudo me preocupo.
Já tomo medicamento pra TAG DULOXETINA 60 mg, já faz duas semanas.
O que pode está acontecendo comigo? Esse medo irracional?
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O que você está descrevendo são sintomas que muitas vezes aparecem junto com o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), especialmente quando existe um padrão de pensamentos intrusivos e preocupações excessivas sobre como os outros percebem você. Esse medo constante de ser mal interpretado, de estar sendo observado ou julgado, pode se intensificar em ambientes com muitas pessoas e costuma trazer bastante sofrimento.
A duloxetina é uma medicação eficaz para ansiedade, mas leva em média de 4 a 6 semanas para mostrar todos os benefícios. Como você está usando há apenas duas semanas, ainda é esperado que os sintomas estejam presentes e até flutuem em intensidade nesse período inicial de adaptação. Isso não significa que o tratamento não vai funcionar, mas sim que o efeito completo ainda está em construção.
O que pode ajudar enquanto isso é investir em estratégias naturais para apoiar o equilíbrio: técnicas de respiração lenta e prolongada (soltar o ar mais devagar que a inspiração), meditação guiada ou mindfulness para lidar melhor com os pensamentos intrusivos, atividade física regular (que reduz a ansiedade de forma consistente) e uma rotina de sono de qualidade. Escrever os pensamentos também pode ser útil, pois ajuda a organizar o que está na mente e diminui a sensação de sobrecarga.
Suplementos como L-teanina, magnésio glicina ou treonato e omega-3 podem apoiar o sistema nervoso e reduzir a tensão. Além disso, a psicoterapia é uma aliada fundamental para aprender a diferenciar os pensamentos irracionais da realidade, diminuindo o medo e resgatando a segurança em interações sociais.
O mais importante é ter paciência com o processo: você já iniciou o tratamento, e o tempo de adaptação é parte dele. Se os sintomas ficarem muito intensos, vale conversar com o seu médico para ajustar a dose ou associar outras estratégias temporárias de alívio.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
A duloxetina é uma medicação eficaz para ansiedade, mas leva em média de 4 a 6 semanas para mostrar todos os benefícios. Como você está usando há apenas duas semanas, ainda é esperado que os sintomas estejam presentes e até flutuem em intensidade nesse período inicial de adaptação. Isso não significa que o tratamento não vai funcionar, mas sim que o efeito completo ainda está em construção.
O que pode ajudar enquanto isso é investir em estratégias naturais para apoiar o equilíbrio: técnicas de respiração lenta e prolongada (soltar o ar mais devagar que a inspiração), meditação guiada ou mindfulness para lidar melhor com os pensamentos intrusivos, atividade física regular (que reduz a ansiedade de forma consistente) e uma rotina de sono de qualidade. Escrever os pensamentos também pode ser útil, pois ajuda a organizar o que está na mente e diminui a sensação de sobrecarga.
Suplementos como L-teanina, magnésio glicina ou treonato e omega-3 podem apoiar o sistema nervoso e reduzir a tensão. Além disso, a psicoterapia é uma aliada fundamental para aprender a diferenciar os pensamentos irracionais da realidade, diminuindo o medo e resgatando a segurança em interações sociais.
O mais importante é ter paciência com o processo: você já iniciou o tratamento, e o tempo de adaptação é parte dele. Se os sintomas ficarem muito intensos, vale conversar com o seu médico para ajustar a dose ou associar outras estratégias temporárias de alívio.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Olá!
O que você relata, pensamentos intrusivos, medo de ser mal interpretado, desconforto em locais cheios e preocupação excessiva com o que os outros pensam, pode acontecer em alguns transtornos ansiosos, como ansiedade social ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) com predominância de ruminações.
A duloxetina pode ajudar na ansiedade generalizada, mas talvez não seja o melhor tratamento isolado para TOC ou ansiedade social. Além disso, é importante destacar que, em situações como a sua, vale a pena rever o diagnóstico com cuidado, porque o tratamento pode mudar bastante a depender de qual quadro está predominando.
O ideal é conversar com seu psiquiatra para avaliar se a dose atual deve ser ajustada ou se seria indicado trocar ou associar outra medicação, além de manter a psicoterapia, que costuma ajudar muito no manejo desses pensamentos.
O que você relata, pensamentos intrusivos, medo de ser mal interpretado, desconforto em locais cheios e preocupação excessiva com o que os outros pensam, pode acontecer em alguns transtornos ansiosos, como ansiedade social ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) com predominância de ruminações.
A duloxetina pode ajudar na ansiedade generalizada, mas talvez não seja o melhor tratamento isolado para TOC ou ansiedade social. Além disso, é importante destacar que, em situações como a sua, vale a pena rever o diagnóstico com cuidado, porque o tratamento pode mudar bastante a depender de qual quadro está predominando.
O ideal é conversar com seu psiquiatra para avaliar se a dose atual deve ser ajustada ou se seria indicado trocar ou associar outra medicação, além de manter a psicoterapia, que costuma ajudar muito no manejo desses pensamentos.
Seria importante você fazer uma avaliação com médico para ver se esse pode ser um efeito colateral da medicação ou uma piora do seu quadro. Um acompanhamento com um psicólogo pode te ajudar muito também.
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