Uma pessoa que começa usar a medicação depois de anos de infecção pois sua taxa de cd4 estava nos
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Uma pessoa que começa usar a medicação depois de anos de infecção pois sua taxa de cd4 estava nos padrões, pode sofrer ao longo prazo problemas por não ter iniciado logo no inicio? Levando em consideração os efeitos colaterais, ainda assim é recomendável para pacientes com as taxas normais(cd4 eCV?
A tendencia mundial atual é de iniciar o tratamento com os Antirretrovirais assim que se encontra Carga viral Detectável no sangue, independente do valor do CD4. Claro que nas pessoas com um CD4 abaixo de 500 esta indicação é ainda mais urgente. Nos casos de pessoas com CD4 abaixo ou igual a 200 os riscos de infecção oportunistas , como pneumonia por Pneumocistose, aumentam tanto, que alem do inicio do tratamento o mais rápido possível, também deve-se iniciar tratamento com antibiótico profilático até a melhora da imunidade.
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Atualmente, a psiquiatria e principalmente a infectologia contemporânea entendem que, mesmo em pacientes com CD4 preservado e carga viral relativamente controlada, o início precoce da terapia antirretroviral tende a trazer benefícios a longo prazo. Antigamente, em alguns casos, aguardava-se queda do CD4 para iniciar tratamento, principalmente devido aos efeitos colaterais mais importantes dos esquemas antigos. Porém, os protocolos mudaram bastante nas últimas décadas.
Hoje se sabe que o HIV pode manter um estado de inflamação imunológica crônica mesmo quando o paciente ainda apresenta bons níveis de CD4. Ao longo dos anos, isso pode aumentar risco cardiovascular, inflamatório e metabólico, além de favorecer desgaste imunológico progressivo. Por isso, o tratamento precoce costuma ser recomendado mesmo em pacientes aparentemente estáveis.
Além disso, iniciar cedo reduz drasticamente transmissão, preserva o sistema imunológico e diminui risco de complicações futuras. Os antirretrovirais modernos também apresentam perfil de segurança muito melhor do que os esquemas antigos, com menos toxicidade e melhor tolerabilidade.
Na prática clínica, o infectologista e o clínico geral acompanham fatores como diabetes, pressão alta, hormonios, emagrecimento e metabolismo, porque tanto o HIV quanto alguns tratamentos podem influenciar saúde cardiovascular e metabólica ao longo do tempo.
Assim, mesmo em pessoas com CD4 e carga viral inicialmente “bons”, o consenso atual geralmente favorece tratamento precoce e contínuo.
Hoje se sabe que o HIV pode manter um estado de inflamação imunológica crônica mesmo quando o paciente ainda apresenta bons níveis de CD4. Ao longo dos anos, isso pode aumentar risco cardiovascular, inflamatório e metabólico, além de favorecer desgaste imunológico progressivo. Por isso, o tratamento precoce costuma ser recomendado mesmo em pacientes aparentemente estáveis.
Além disso, iniciar cedo reduz drasticamente transmissão, preserva o sistema imunológico e diminui risco de complicações futuras. Os antirretrovirais modernos também apresentam perfil de segurança muito melhor do que os esquemas antigos, com menos toxicidade e melhor tolerabilidade.
Na prática clínica, o infectologista e o clínico geral acompanham fatores como diabetes, pressão alta, hormonios, emagrecimento e metabolismo, porque tanto o HIV quanto alguns tratamentos podem influenciar saúde cardiovascular e metabólica ao longo do tempo.
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