Uma pessoa que tem TOC sexual consegue não trair? Ela consegue se curar ou não tem cura?
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respostas
Uma pessoa que tem TOC sexual consegue não trair? Ela consegue se curar ou não tem cura?
Entendo sua preocupação pois essas questões geram muita ansiedade e insegurança.
De forma objetiva: uma pessoa com TOC sexual consegue controlar seus comportamentos e não trair, mesmo com pensamentos obsessivos, porque o transtorno envolve pensamentos intrusivos, não impulsos de agir. Ter esses pensamentos não significa que ela vá agir sobre eles.
Quanto ao tratamento: o TOC pode ser significativamente controlado e os sintomas reduzidos com terapia e medicação, permitindo uma vida normal, mas não há uma “cura” instantânea; é um manejo contínuo.
O ideal é agendarmos uma consulta psiquiátrica, para avaliar sintomas, ajustar estratégias de tratamento e oferecer ferramentas que permitam viver sem medo de agir sobre os pensamentos.
De forma objetiva: uma pessoa com TOC sexual consegue controlar seus comportamentos e não trair, mesmo com pensamentos obsessivos, porque o transtorno envolve pensamentos intrusivos, não impulsos de agir. Ter esses pensamentos não significa que ela vá agir sobre eles.
Quanto ao tratamento: o TOC pode ser significativamente controlado e os sintomas reduzidos com terapia e medicação, permitindo uma vida normal, mas não há uma “cura” instantânea; é um manejo contínuo.
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Depende do que você chama de "TOC sexual". Se for compulsão sexual, tem tratamento e, apesar de ser algo muito intenso do ponto de vista do desejo, não é algo sobre o qual a pessoa não tem controle. Além disso, uma pessoa com TOC consegue fazer escolhas.
O que exatamente seria TOC sexual? Compulsão sexual?
Bem, se for isso, pode-se dizer que é possível controlar comportamentos compulsivos, requer motivação, psicoterapia adequada direcionada a isso e frequentemente uso de psicofármacos.
São tratamentos difíceis e que geralmente são de longo prazo.
Existe ainda a possibilidade de relações não monogâmicas, com acordos estabelecidos e "fidelidade" a partir do cumprimento desses acordos que não vão exigir a exclusividade de parceria sexual.
Porém, chamo a atenção a algo muito importante, se você sente que seu comportamento sexual é compulsivo, possivelmente ele pode acabar te levando a comportamentos sexuais de risco, com exposição a ISTs, contatos sexuais com pessoas desconhecidas ou em situações socialmente inadequadas ou insalubres.
Camisinha sempre, cuidado com as pessoas com quem se envolve e respeito as regras sociais e sua saúde!
Bem, se for isso, pode-se dizer que é possível controlar comportamentos compulsivos, requer motivação, psicoterapia adequada direcionada a isso e frequentemente uso de psicofármacos.
São tratamentos difíceis e que geralmente são de longo prazo.
Existe ainda a possibilidade de relações não monogâmicas, com acordos estabelecidos e "fidelidade" a partir do cumprimento desses acordos que não vão exigir a exclusividade de parceria sexual.
Porém, chamo a atenção a algo muito importante, se você sente que seu comportamento sexual é compulsivo, possivelmente ele pode acabar te levando a comportamentos sexuais de risco, com exposição a ISTs, contatos sexuais com pessoas desconhecidas ou em situações socialmente inadequadas ou insalubres.
Camisinha sempre, cuidado com as pessoas com quem se envolve e respeito as regras sociais e sua saúde!
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