usava o oxalato de escitalopram (exodus) por 1 ano, agr estou em transição para o revoc faz duas sem
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usava o oxalato de escitalopram (exodus) por 1 ano, agr estou em transição para o revoc faz duas semanas, o problema é q antes eu segurava a ejaculação ate quando eu quisesse, agr com a falta do exodus, estou tendo ejaculação precoce, minha rotina e alimentacao continuam as mesmas, de fato é a troca do remedio, vcs podem me ajudar?
Olá! O que você está descrevendo é algo que pode realmente acontecer durante a transição entre antidepressivos, especialmente entre o escitalopram (Exodus) e outro como o vortioxetina (Revoc).
O escitalopram, como outros ISRSs (inibidores seletivos da recaptação de serotonina), é conhecido por causar atraso na ejaculação como efeito colateral comum, o que, em alguns casos, acaba sendo percebido como algo positivo por quem tem tendência à ejaculação precoce.
Já o Revoc (vortioxetina) atua também na serotonina, mas de forma mais complexa, e não tem o mesmo efeito retardador sobre a ejaculação que o escitalopram. Portanto, essa alteração no seu controle ejaculatório tem relação direta com a retirada do escitalopram, especialmente nesse período de transição onde o cérebro ainda está se adaptando à nova medicação.
Para este momento importa voce ter paciência com a transição.
Pode levar de 4 a 8 semanas para o organismo se adaptar totalmente ao Revoc. Nesse período, é comum haver flutuações em sintomas emocionais, libido, energia e também funções sexuais.
Voce pode realizar uma masturbação programada todos os dias ao longo de 2 semanas sempre no mesmo horario e sem ter que controlar nada, apenas condicionar corpo e mente ao relaxamento sem culpa ou medo, mesmo que ejacule mais rápido nas primeiras experiencias
A título de experiencia voce pode fazer o uso pontual de preservativos mais espessos e sem lubrificação extra. Eles reduzem um pouco a sensibilidade e podem ajudar no controle da ejaculação durante esse período de adaptação.
No geral, conversar com seu médico/psiquiatra se a ejaculação precoce persistir após a fase de transição é importante. Uma consulta com psicologo especialista em sexualidade tambem é muito útil por tratar das questões além fisiologia (fatores emocionais, expectativas e ansiedade altas, além de relacionamentos e práticas sexuais).
Lembre-se: Essa alteração é temporária na maioria dos casos, e costuma melhorar após a estabilização do novo antidepressivo. Seu corpo está se reajustando ao novo equilíbrio neuroquímico, e isso inclui a função sexual.
O escitalopram, como outros ISRSs (inibidores seletivos da recaptação de serotonina), é conhecido por causar atraso na ejaculação como efeito colateral comum, o que, em alguns casos, acaba sendo percebido como algo positivo por quem tem tendência à ejaculação precoce.
Já o Revoc (vortioxetina) atua também na serotonina, mas de forma mais complexa, e não tem o mesmo efeito retardador sobre a ejaculação que o escitalopram. Portanto, essa alteração no seu controle ejaculatório tem relação direta com a retirada do escitalopram, especialmente nesse período de transição onde o cérebro ainda está se adaptando à nova medicação.
Para este momento importa voce ter paciência com a transição.
Pode levar de 4 a 8 semanas para o organismo se adaptar totalmente ao Revoc. Nesse período, é comum haver flutuações em sintomas emocionais, libido, energia e também funções sexuais.
Voce pode realizar uma masturbação programada todos os dias ao longo de 2 semanas sempre no mesmo horario e sem ter que controlar nada, apenas condicionar corpo e mente ao relaxamento sem culpa ou medo, mesmo que ejacule mais rápido nas primeiras experiencias
A título de experiencia voce pode fazer o uso pontual de preservativos mais espessos e sem lubrificação extra. Eles reduzem um pouco a sensibilidade e podem ajudar no controle da ejaculação durante esse período de adaptação.
No geral, conversar com seu médico/psiquiatra se a ejaculação precoce persistir após a fase de transição é importante. Uma consulta com psicologo especialista em sexualidade tambem é muito útil por tratar das questões além fisiologia (fatores emocionais, expectativas e ansiedade altas, além de relacionamentos e práticas sexuais).
Lembre-se: Essa alteração é temporária na maioria dos casos, e costuma melhorar após a estabilização do novo antidepressivo. Seu corpo está se reajustando ao novo equilíbrio neuroquímico, e isso inclui a função sexual.
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