Usei Rivotril por 15 anos diariamente, fiz a retirada sem supervisão e fiquei 4 meses com depressão
Usei Rivotril por 15 anos diariamente, fiz a retirada sem supervisão e fiquei 4 meses com depressão e crises de ansiedade. O que aconteceria se eu voltasse a tomar?
5 respostas
Infelizmente, não tem como saber o que ocorreria. Mas, certamente, usar por 15 anos está errado, na imensa maioria dos casos. Se está há 4 meses sem tomar, a fase de abstinência também já passou e há tratamentos mais seguros para ansiedade. Quantp à depressão, Rivotril* (clonazepam) não trata a depressão e há bons tratamentos para depressão.
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Minha orientação é fazer uma consulta medica com psiquiatra para ver seus sintomas de depressão e ansiedade e ver qual a medicação é mais indicada no seu caso .
Olá! O Rivotril (clonazepam) realmente pode causar dependência quando usado por muito tempo. Ao interromper sem orientação médica, é comum surgirem sintomas de abstinência, como ansiedade e depressão — exatamente como você descreveu. Se você voltar a tomar por conta própria, é provável sentir melhora momentânea, mas isso tende a reforçar o ciclo da dependência e dificultar o controle a longo prazo. O ideal é conversar com um psiquiatra: existem formas seguras de tratar ansiedade e depressão sem precisar retomar o uso contínuo do Rivotril, com medicações mais adequadas e acompanhamento gradual.
O uso prolongado de Rivotril (clonazepam), um benzodiazepínico, pode levar à dependência física e psicológica. Ao interromper o uso abruptamente e sem supervisão médica após 15 anos, é comum surgir uma síndrome de abstinência, que inclui sintomas como ansiedade intensa, insônia, irritabilidade, e até depressão — exatamente como você relatou. Se você voltasse a tomar clonazepam por conta própria, poderia ter alívio temporário dos sintomas, mas existe um risco real de reinstaurar a dependência, além de dificultar tratamentos futuros. A automedicação, especialmente com benzodiazepínicos, pode mascarar ou agravar o quadro psiquiátrico subjacente, além de aumentar o risco de efeitos colaterais e tolerância. É fundamental que qualquer reintrodução — ou substituição — de medicamento seja feita com acompanhamento psiquiátrico. O médico poderá avaliar sua situação atual, indicar opções mais seguras e criar um plano de tratamento eficaz e sustentável. Nunca retome benzodiazepínicos sem orientação profissional.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.


