Verotina

Minha médica passou Verotina. Só que ele muito caro. Ela diz não posso tomar genérico pois não é confiável. Será verdade?

6 respostas


Existe similar. Dr. José, Rio de Janeiro.

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Depende do genérico, teoricamente não deveria ser um problema, mas na pratica vemos diminuição do efeito da substancia ativa em alguns genéricos. Entre os similares a coisa é mais complicada ainda. Sugiro procurar o psiquiatra para ser orientada sobre qual generico/similar é aconselhável e/ou troca da medicação por uma que você tenha condições de comprar. Abs.

Dr. David Sosa Dias

Dr. David Sosa Dias

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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Medicamentos genéricos são versões equivalentes aos medicamentos de marca, mas geralmente são mais baratos, pois não envolvem os custos de pesquisa e desenvolvimento associados à criação do medicamento original. Eles contêm os mesmos ingredientes ativos na mesma dosagem e são considerados tão seguros e eficazes quanto os medicamentos de marca. No entanto, é importante discutir com seu médico ou farmacêutico se a substituição por um genérico é apropriada para você, pois pode haver casos específicos em que a marca de referência é preferível.

Lidia de Lorenzi

Lidia de Lorenzi

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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A Verotina é uma marca de fluoxetina produzida por um laboratório confiável (Libbs). Trocar para outra marca de fluoxetina, ou para o medicamento genérico significa mudar o fabricante. Existe muita diferença de qualidade entre os fármacos, mesmo que contenham o mesmo princípio ativo. É fundamental escolher o produto de um fabricante confiável. Se a Verotina é financeiramente inviável pra você, explique isso pra sua médica e peça para ela te indicar uma alternativa mais acessível. Mas, não troque por qualquer fluoxetina. As vezes, o barato acaba sendo muito mais caro.


Boa tarde! Não vejo problemas com o uso de medicamentos genéricos, desde que sejam de laboratórios com boas práticas de produção. A maioria dos pacientes que atendo só utiliza medicamentos genéricos e não deixam de apresentar boa resposta por isso. A meu ver, o remédio que não funciona é aquele que o paciente não pode pagar. Em psiquiatria, muitos tratamentos são a médio e longo prazo e por isso é importante conversar com seu médico sobre as opções de tratamento disponíveis e ver o que é viável para sua realidade. Existem outras opções, inclusive de medicamentos similares por preços mais acessíveis e de "marcas" de confiança.


Essa é uma dúvida muito comum e importante. O Verotina é o nome comercial da venlafaxina, um antidepressivo da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), amplamente utilizado para tratar depressão, ansiedade generalizada, fobia social e transtorno do pânico. No Brasil, os medicamentos genéricos e similares passam por avaliações rigorosas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e precisam comprovar bioequivalência e biodisponibilidade, ou seja, devem conter o mesmo princípio ativo, na mesma dose e absorção semelhante ao medicamento de referência. Por isso, em termos técnicos e de eficácia, os genéricos são seguros e confiáveis para a maioria dos pacientes. No entanto, algumas pessoas podem perceber pequenas diferenças individuais — como na velocidade de absorção, sensibilidade a excipientes (substâncias inativas da fórmula) ou tolerância gastrointestinal — o que pode explicar por que alguns médicos preferem manter o uso do medicamento de referência em casos mais delicados ou quando há histórico de instabilidade emocional com trocas de marca. Em resumo: os genéricos da venlafaxina são confiáveis e eficazes, e sua produção é rigidamente controlada. Caso o custo do Verotina seja inviável, converse com sua médica sobre a possibilidade de testar o genérico por um período de 15 a 30 dias. Se houver qualquer alteração perceptível no humor, sono ou ansiedade, o tratamento pode ser reavaliado. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, saúde mental e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.