Prof. Rafael Rodrigues

Psicólogo · Mais

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Número de registro: CRP 05/60533

Experiência

Trabalho na Cidade do Rio de Janeiro. Carioca, psicólogo clínico, analista junguiano formado pelo CEJAA e professor na mesma instituição. Fundador da Ensō - Desenvolvimento Humano e palestrante.

Sobre minha formação, sou pós-graduado em Teoria e Prática Junguiana pela Solaris, pós-graduado em Neurociências Aplicada à Aprendizagem pelo IPUB -UFRJ, pesquisador desde 2015 em neuropsicopatologia e drogas. Bacharel em Psicologia pela UVA.
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicologia junguiana
Terapia individual

Experiência em:

  • Traumas psicológicos
  • Psicoterapia do adulto
  • Junguiana
  • Psicanálise com adultos
  • Psicologia psicanalítica
  • Psicoterapia individual
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Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 300

  • Teleconsulta

    R$ 300

  • Consulta de psicologia online

    R$ 300

  • Consulta psicológica do adulto

    R$ 300

Consultórios (2)

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Psicólogo Clínico

Rua do Catete, 347 sala 916, Flamengo, Rio de Janeiro 22220-001

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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Oi. Eu tenho 21 anos, e desde dos 11 anos eu comecei a me masturbar e até hoje não consegui parar com o hábito. No começo eu fazia toda semana, todos os dias, mas entre meus quinze e em diante e agora eu posso passar dias, semanas e até três meses sem fazer, sem pensar, mas no final sempre acabo tendo uma recaída e as vezes me masturbo duas vezes ao dia. Eu não vejo como algo que quero que continue na minha vida, por isso gostaria de parar de uma vez, mas não sei como faço isso, sempre acabo voltando. Poderiam me ajudar??

Bom dia. Já se perguntou qual o papel da masturbação na sua vida? Se masturbar é um ato mais que natural entre nós seres humanos. Quando pensamos na questão cultural, há muito tabu ainda sobre o assunto. Mas a masturbação pode ser vista pelo ato de conhecer melhor seu corpo, seus limites no sexo ou um busca de prazer momentânea para relaxar, por exemplo. Não há nada de anormal nisso!

Prof. Rafael Rodrigues

Bom dia.
Hoje sou um homem hétero acima dos 45 anos de idade, fui casado por quase 20 anos.
Vamos lá, tudo se iniciou acredito por volta dos 20 anos com uma ex namorada onde tínhamos várias fantasias e ela pedia para suar algumas lingeries e não via nenhum problema com isso e acabou virando um hábito no dia a dia, mas sem necessariamente o cunho sexual. Esse relacionamento não foi pra frente por outros motivos.
Casei e durante e durante esse meu casamento apenas abri com minha ex que gostava de calcinhas a princípio, mas como já fui meio que recriminado eu não abri o outro fetiche que também era por camisolas, levei meu relacionamento até onde foi possível, mas sentia isso preso dentro de mim, por outros motivos não relacionados a esse trouxe o fim ao relacionamento.
Atualmente conheço uma pessoa que tenho a maior e melhor conexão e que de fato eu amo como nunca amei, porém nosso relacionamento ainda é a distância e em breve estaremos juntos. Recentemente me abri com ela de cara limpa meus fetiches e expliquei que não tinha conotação sexual, ela é uma pessoa cabeça super aberta e entendeu a minha condição, mas ela também tinha outra expectativa sobre nós, convenhamos que não é um “padrão” e por muitas vezes difícil compreensão e aceitação.
Ela diz entender e até aceitar, mas tenho medo que isso estrague nosso relacionamento, que seja um problema, sei que não existe uma convenção para um pedaço de pano.
Gostaria de nortear meus caminhos e se for possível até desvincular desse “fetiche”, infelizmente não é uma chave que desarmamos no cérebro. Queria tentar entender o melhor caminho a seguir.
Meu principal objetivo é estar com ela e fazê-la feliz, pois ela me faz a sentir a pessoa mais especial do mundo.
Obrigado pela atenção.

Bom dia. Ter feitiche é normal! Quando se entende o porque e para que o faz, pode se buscar uma melhor compreensão sobre si mesmo. O fato de uma namorada aceitar e a outra não, também envolve a maneira que o outro compreende essa questão. Como não podemos investigar o outro, saber como pensa e age, podemos fazer todo esse trabalho com nós mesmo. Provavelmente, esse fetiche você já o tinha, e foi desencadeado(liberado) por essa 1a parceira, dando o aval para que você fizesse. A respeito dessa nova relação, cabe uma conversa franca sobre as expectativas um do outro. Quais são os limites que podem ter. Cabe também você avaliar o quão é importante manter esse fetiche em sua vida. Se é algo que não abra mão, se posicione diante do outro!

Prof. Rafael Rodrigues
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