Dra. Rafaela Cunha OIiveira

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Araçatuba 1 endereço

Número de registro: CRP 06/116922

Experiência

Sou Rafaela Cunha, psicóloga clínica (CRP 06/116922) com atuação voltada para crianças, famílias e mulheres. Atendo presencialmente  e online para todo o Brasil.

Minha prática é fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem com sólida evidência científica, que orienta não só a escuta, mas a compreensão de como pensamentos, emoções e comportamentos se conectam e como é possível transformá-los.

Trabalho especialmente com crianças que enfrentam dificuldades de autorregulação, atenção e comportamento, oferecendo às famílias um olhar clínico que vai além das orientações convencionais. Sei que muitos pais chegam ao consultório depois de já terem tentado muita coisa e é exatamente para esse momento que meu trabalho foi pensado.

Atendo também mulheres em diferentes fases da vida, incluindo mães que precisam de um espaço para cuidar de si mesmas enquanto cuidam de todos ao redor.

Para quem precisa de apoio pontual e acessível, ofereço o Plantão Psicológico, um formato breve de 1 a 4 sessões, pensado para acolher demandas específicas com escuta qualificada e sem burocracia.

Acredito que a psicologia deve ser acessível, humana e efetiva. Se você chegou até aqui, talvez já seja hora de dar esse passo.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia focada na solução

Experiência em:

  • Orientação vocacional
  • Aconselhamento e orientação aos pais
  • Orientação profissional

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    A partir de R$ 90

  • Preparação para o parto


  • Terapia Cognitivo Comportamental


  • Psicoterapia somática


  • Psicoterapia Criança


Consultório

Rafaela Cunha OIiveira
Consultório particular

Rua Tupinambas 896, Araçatuba 16025-180

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Disponibilidade

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

A regressão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode afetar apenas uma área da vida?

Sim, pode — e isso é clinicamente relevante e muitas vezes fonte de confusão diagnóstica.
No TPB, a regressão tende a ser contextual e relacional, não global. Isso significa que uma pessoa pode funcionar de forma bastante adaptada em determinadas áreas — profissional, acadêmica, social ampla — enquanto regride de forma intensa em contextos específicos, especialmente nos vínculos de apego próximos.
Por que isso acontece?
O núcleo do TPB envolve instabilidade no self e nos relacionamentos íntimos. É justamente nesses contextos que os esquemas mais primitivos são ativados — abandono percebido, fusão, idealização/desvalorização. Ambientes mais estruturados ou menos afetivamente carregados (como o trabalho) oferecem menos gatilhos para esse funcionamento.
Então é possível ver, por exemplo:
Uma profissional competente e estável que desmorona emocionalmente dentro de relacionamentos amorosos
Alguém com amizades funcionais que regride em contexto parental/familiar
Uma pessoa que mantém vínculos sociais superficiais bem, mas não suporta intimidade
O que isso implica clinicamente?
Que a ausência de prejuízo global não descarta o diagnóstico. O funcionamento preservado em algumas áreas pode inclusive ser usado como defesa contra o reconhecimento do quadro — tanto pelo paciente quanto por quem está ao redor. A avaliação precisa olhar especificamente para os padrões relacionais íntimos e para a estabilidade do self (identidade, imagem de si, regulação emocional), não apenas para o funcionamento adaptativo geral.
Isso também tem implicação técnica no tratamento: é comum que a crise apareça primeiro dentro do vínculo terapêutico antes de aparecer no relato verbal — daí a importância da atenção à relação terapêutica como material clínico em si.

Dra. Rafaela Cunha OIiveira

Os sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem se intensificar apenas em uma área específica da vida?

Sim, podem.
No Transtorno de Personalidade Borderline, os sintomas não aparecem de forma uniforme em todas as áreas da vida. É comum eles se intensificarem em um campo específico, principalmente onde existe maior carga emocional.
Na prática, funciona assim:
Relacionamentos afetivos
A pessoa pode apresentar mais instabilidade, medo de abandono, impulsividade ou dependência emocional só com parceiro(a), enquanto em outras áreas está mais estável.
Família
Pode haver mais explosões, sensibilidade ou conflitos antigos ativados, enquanto fora desse ambiente a pessoa se regula melhor.
Trabalho
Algumas pessoas funcionam muito bem profissionalmente, com controle e organização, mas desregulam completamente na vida pessoal.
Autoimagem
Em certos momentos, a instabilidade pode aparecer mais na forma como a pessoa se percebe, sem necessariamente afetar tanto comportamento externo.
Isso acontece porque os sintomas do TPB são altamente reativos ao contexto emocional. Eles tendem a aparecer com mais força onde existem:
vínculos importantes
sensação de rejeição
insegurança afetiva
experiências passadas ativadas
Então não é que o transtorno “suma” nas outras áreas. Ele só não foi ativado com a mesma intensidade ali.
Esse padrão, inclusive, é muito comum e pode confundir, porque a pessoa parece “bem” em partes da vida e muito desorganizada em outras.

Dra. Rafaela Cunha OIiveira

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Perguntas frequentes