Dra. Aline Seemund dos Reis

Psicóloga · Mais

Número de registro: CRP 12/27461

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Experiência

Psicóloga Clínica | Saúde Mental da Mulher 
TCC • DBT • ACT • Medicina do Estilo de Vida
Ansiedade • Pânico • Fibromialgia • TDAH • Borderline • Depressão • Autoestima • Transtornos Alimentares
Acolhimento, técnica e transformação para uma vida mais leve e com propósito.

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Dúvidas respondidas

17 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Quais são os efeitos do comportamento desadaptativo? Como eles afetam vida diária de uma pessoa ?

Um comportamento desadaptativo é uma ação que se formou para aliviar sofrimento, mas que, com o tempo, começa a gerar consequências negativas para a vida da pessoa. Ele funciona como uma estratégia de sobrevivência, mas acaba se tornando um mecanismo que aprisiona o indivíduo em ciclos de dor emocional, ansiedade e autossabotagem.
Ele surgiu para proteger. Hoje, limita.

Dra. Aline  Seemund dos Reis

Pergunta sobre Retardo Mental

Os Comportamentos desadaptativos afetam a avaliação comportamental de uma pesssoa ?

Eles não são apenas “efeitos da personalidade” ou “falta de disciplina”, mas variáveis clínicas que interferem na leitura do funcionamento global do indivíduo. Como comportamentos desadaptativos afetam a avaliação comportamental?
1) Podem mascarar o funcionamento real:
A pessoa pode parecer: desmotivada, desorganizada,
agressiva, dependente, apática. Mas, na verdade, está usando estratégias de sobrevivência diante de estresse, dor emocional, trauma ou neurodivergência.
Ou seja, o comportamento observado não revela a capacidade real, apenas o estado de sobrecarga.
2) Reduzem desempenho em tarefas cognitivas:
Em avaliação neuropsicológica, comportamentos como evitação, procrastinação, explosividade emocional, isolamento ou compulsões podem afetar diretamente: Atenção, Funções executivas, Memória de trabalho, Aprendizagem, Velocidade de processamento. A pessoa parece ter déficit cognitivo, mas muitas vezes é um cérebro em autoproteção, não em incapacidade.
3) Podem ser confundidos com traços de personalidade:
Comportamentos repetitivos de fuga, evitação, controle ou agressividade podem ser interpretados como: “preguiça” “manipulação” “imaturidade” “frieza emocional” “instabilidade”
Quando, na verdade, podem ser resultado de: trauma,TDAH, ansiedade crônica, TEPT, neurodivergência, aprendizagem social disfuncional, dor crônica.
Não se avalia o comportamento sem avaliar a função dele.

4) Impactam a análise funcional (TCC):
Na TCC, o comportamento desadaptativo precisa ser lido como: resposta a uma função (reduzir desconforto), e não como “erro”.
Se avaliamos apenas o comportamento (topografia), sem avaliar a função, erramos a intervenção.
5) Influenciam o planejamento terapêutico:
A terapia não deve focar em eliminar o comportamento imediatamente, mas em: entender o que ele protege, treinar habilidades alternativas, fortalecer regulação emocional e executiva, ampliar repertório.
Ou seja: o objetivo não é “tirar o comportamento”, mas substituí-lo de forma segura para o cérebro.
Concluindo: Sim, comportamentos desadaptativos influenciam a avaliação porque alteram o desempenho, a percepção e o funcionamento do indivíduo, podendo: mascarar competências,
imitar transtornos, prejudicar testes, distorcer a interpretação clínica, e direcionar intervenções erradas quando mal avaliados. Por isso, a avaliação deve identificar não o que a pessoa faz, mas por que ela faz.

Dra. Aline  Seemund dos Reis
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