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Perguntas sobre Transtornos da personalidade

Nossos especialistas responderam a 37 perguntas sobre Transtornos da personalidade

Pessoas com transtorno narcisista de personalidade podem sentir remorsos. Pessoas com personalidade antissocial são as que não sentem. Porém, quando e quanto vão sentir remorsos pode ser variável…
3 respostas


Olá,

Pode acontecer de ter alteração importante de sono nos períodos depressivos,
como o sono é um dos pilares mais importantes da nossa saúde física e mental, sugiro sempre…
3 respostas


Bom dia, se já experimentou a psicoterapia mais tradicional posso sugerir experimentar o EMDR ou Brainspotting, são duas linhas de trabalho terapêutico que regulam as áreas do cérebro acometidas…
20 respostas

Especialistas falam sobre Transtornos Da Personalidade

Na Personalidade Dependente a maior parte dos pensamentos da pessoa são irreais e quase sempre emocionais. Precisamos buscar manter um equilíbrio entre o lado racional e emocional isso poderá ajudá-lo em decisões para atender aos seus desejos, seria um bom caminho para a melhora dos quadros de ansiedade e depressão. Em casos de personalidade dependente, deve-se trabalhar a autoconfiança, o apego excessivo, a reestruturação mental de modo que se torne mais adaptado para viver. Trabalhar a autonomia e melhora nas decisões é um bom passo para se adequar e aprender a ser resiliente com as frustrações.

Cleunice Paez Borges

Psicólogo

São Paulo


Os sinais e sintomas variam muito de acordo com o tipo de transtorno de personalidade. No entanto, todos eles têm alguns pontos em comum. Em geral, os transtornos de personalidade constituem um padrão de sentimentos, pensamentos e comportamentos que não se adaptam a situações diversas. Esse padrão geralmente começa na adolescência e pode causar inúmeros problemas em situações sociais e profissionais. Esses distúrbios comprometem seriamente a qualidade de vida dos pacientes, que sentem enorme dificuldade em adaptar-se a determinadas situações e que, por isso, causam sofrimento e incômodo a eles próprios e aos que estão por perto.

Betânia Tassis

Psicólogo, Psicanalista, Sexólogo

Rio de Janeiro

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Pessoas com Transtorno de Personalidade tem muitas dificuldades de relacionamento e problemas em quase todas áreas de vida. O principal tratamento é a psicoterapia. Por meio de um relacionamento de confiança com o terapeuta, aos poucos, aprende-se a observar qual o seu papel nos problemas que acontecem. Pode ser difícil, no início, sair do papel de vítima, diminuir a impulsividade, a agressividade , a dramaticidade, o narcisismo ou a falta de empatia. O próprio relacionamento terapêutico pode ser um grande "laboratório" onde se experimenta e se aprende novas formas de se relacionar, a construir novas crenças, a regular emoções intensas e a agir conforme seus valores.

Fábio Fonseca

Psiquiatra

Campinas


Um padrão persistente de vivência íntima ou comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo, é invasivo e inflexível, tem seu inicio na adolescência ou começo da idade adulta, é estável ao longo do tempo e provoca sofrimento ou prejuízo.

Táila Menegate

Psicólogo

São Gonçalo


No tratamento psiquiátrico precisamos ajudar em duas partes: na parte química da doença onde entra a medicação adequada que promove um equilíbrio nas substâncias cerebrais; e na parte que envolve a personalidade da pessoa, pois as manifestações de cada doença depende de como cada ser humano é. Aqui entra ajudar a pessoa a lidar melhor com as frustrações, entender melhor suas próprias limitações e a forma de enxergar o mundo. Só assim teremos um tratamento completo e eficaz. As pessoas que possuem algum tipo de transtorno mental precisam e muito de compreensão, ajuda e respeito! A melhor forma de ajudar é oferecendo apoio! 1 pessoa a cada 4 precisará de ajuda psiquiátrica em algum momento.

Vanessa Leal

Psiquiatra

Florianópolis


Existem diversos transtornos de personalidade, qualquer transtorno de personalidade é difícil o diagnóstico, muitas vezes o paciente já teve diversos outros diagnósticos anteriores para outras síndromes/transtornos. Após o diagnóstico é preciso ajudar o paciente a superar e viver normalmente. A depender do nível do transtorno, é preciso ajuda psiquiátrica em paralelo.

Ana Célia Rocha Costa

Psicólogo, Psicanalista

Salvador

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Um dos maiores problemas que incomoda, tanto a psicologia e a psiquiatria, é o diagnostico diferencial , principalmente quando se considera o paciente com a patologia de caráter borderline. Segundo Kernberg, 1995, as condições borderline devem ser diferenciadas, de um lado, das neuroses e patologias de caráter neurótico e, de outro, das psicoses, em particular da esquizofrenia e dos transtornos afetivos maiores. As abordagens de descritivas ao diagnostico, que se concentra em sintomas e no comportamento observável, quanto a genética, que enfatiza o transtorno mental nos parentes biológicos do paciente, separadas ou em conjunto, não se mostraram suficientemente precisas.

Paulo Magnani

Psicanalista, Psicólogo

São Paulo

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