Ana Fernanda Silva Castro Santos

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP MG 74995

Experiência

Formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), unidade São Gabriel. Minha prática profissional é orientada pela abordagem psicanalítica e pela Psicologia Social Crítica, sempre com um olhar atento às necessidades específicas de cada paciente.
Sou autista, o que me proporciona uma compreensão única do universo neuroatípico, tornando meu trabalho mais empático e adaptado às necessidades dessa população. Trabalho com o público LGBT desde 2019 através de coletivos, também estou finalizando uma pós graduação em Gênero e Sexualidade em contextos clínicos e educacionais.
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Dúvidas respondidas

1 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá! Queria saber se uma pessoa que tem fatores genéticos (ou algo do tipo) para transtorno de personalidade antissocial, mas passou por traumas na infância que fizeram o transtorno borderline se desenvolver, pode ter uma amígdala hipoativa ao invés de hiperativa. E queria saber também caso se isso for possível, como funcionaria as emoções, impulsos etc dessa pessoa.

A amígdala, que está envolvida no processamento emocional e na regulação do medo, pode ter respostas distintas dependendo do transtorno predominante. Em pessoas com transtorno de personalidade antissocial (TPA), há uma tendência à hipoatividade da amígdala, o que pode levar a uma menor resposta ao medo e à empatia reduzida. Já no transtorno de personalidade borderline (TPB), a amígdala tende a ser hiperativa, o que contribui para a alta reatividade emocional e a impulsividade1.

No caso de uma pessoa que tem predisposição genética ao TPA, mas que desenvolveu o TPB devido a traumas, existe a possibilidade de que esses padrões se cruzem. Dependendo da interação entre genética e ambiente, a resposta da amígdala pode ser atípica, podendo ser mais hipoativa em algumas situações e hiperativa em outras. Isso significaria que essa pessoa poderia ter reações emocionais intensas em alguns momentos (quando a amígdala responde com hiperatividade, como no TPB), mas ao mesmo tempo, pode apresentar uma redução na resposta emocional em outras situações (quando a amígdala opera de forma hipoativa, como no TPA)1.

Na prática, isso poderia resultar em impulsividade sem necessariamente uma alta carga emocional, além de um processamento do medo e da culpa mais variável. Algumas situações poderiam gerar uma resposta emocional forte, enquanto outras poderiam ser encaradas com frieza e desapego1.

O que você acha que seria mais perceptível no dia a dia dessa pessoa? Você nota padrões emocionais conflitantes, como momentos de reatividade intensa seguidos por uma insensibilidade emocional?

 Ana Fernanda Silva Castro Santos

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