Anna Paula Rocha Maia

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Rio de Janeiro 1 endereço

Número de registro: CRP RJ 05/25603

Experiência

Psicóloga formada pela Universidade Gama Filho há 37anos Atuo na psicologia do esporte e do exercício há 15 anos. Responsável pelo Departamento de Psicologia dos Esportes Olímpicos do Fluminense Football Club há 14 anos. Atuei também em duas Olimpíadas (2012 Na clínica minha abordagem e a terapia cognitivo-comportamental. Trabalho ainda com a terapia do emagrecimento e obesidade e transtorno de ansiedade e depressão. Atuo também na área de orientação vocacional e profissional, usando as ferramentas do coach. Trabalho ainda com neurofeedback e biofeedback. Não atendo por plano de saúde mas forneço recibo para reembolso. Em relação aos valores, informarei no primeiro contato.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Orientação vocacional
  • Psicologia da obesidade
  • Psicologia do esporte
  • Atendimento adulto e infantil

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 250

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 185

  • Teleconsulta

    R$ 185

Artigos

Ansiedade nas provas de concurso

Primeiro entender o pensamento do concurseiro ou vestibulando em relação a prova e qual seu objetivo. Trabalha-se o manejo dos pensamentos , através da abordagem cognitiva comportamental. Técnicas de respiracao diafragmatica relaxamento , biofeedback . Com isso a ansiedade sera manejada e seu objetivo tende a ser alcançado .

Consultórios (2)

Anna Paula Rocha Maia
Consultório Particular - Largo do Machado

Rua do Catete 311, Cob 08, Flamengo, Rio de Janeiro 22220901

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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Anna Paula Rocha Maia

Alguns fatores explicam essa sensação:
Sensibilização: experiências anteriores de depressão podem fazer com que situações de perda, rejeição, conflitos ou estresse tenham um impacto emocional maior.
Padrões de pensamento: após uma fase depressiva, pensamentos como “vai dar tudo errado”, “não vou conseguir” ou “isso sempre acontece comigo” podem reaparecer diante de uma nova dificuldade.
Ruminação: acontecimentos ruins podem manter a pessoa presa ao problema, aumentando tristeza, culpa e desesperança.
Redução de recursos: estresse prolongado, sono ruim, isolamento e abandono de atividades prazerosas diminuem fatores que protegem contra uma recaída.
Memória emocional: experiências anteriores podem deixar uma espécie de “atalho” para estados emocionais semelhantes. Uma situação atual pode reativar sentimentos associados a períodos difíceis do passado.
Mas há uma diferença importante: ficar triste, desanimado ou abalado depois de algo ruim não significa automaticamente recaída da depressão. Uma reação emocional normal tende a oscilar e melhorar gradualmente. Na recaída, os sintomas costumam se tornar mais persistentes, intensos e começar a comprometer o funcionamento cotidiano.


Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando es

Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando estou caminhando me fazem pensar um monte coisas e drenam a minha capacidade física. Interessante que ontem mesmo senti isso ao sair de casa até um restaurante. Não conseguia me desligar dos sintomas e já estava ficando cansado. Na volta, que era a mesma distância, vinha conversando com uma pessoa e nem percebi quando terminei o percurso. Não senti qualquer cansaço. Isso aponta para ansiedade? Ainda não fiz exames médicos.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Anna Paula Rocha Maia

Sim — o que você descreve é bastante compatível com ansiedade, embora, sem avaliação médica, não seja possível afirmar que seja exclusivamente isso.
O detalhe mais interessante do seu relato é a diferença entre os dois trajetos:
Na ida: você estava muito atento aos sintomas, pensamentos e sensações corporais → isso provavelmente aumentou o esforço percebido e a sensação de cansaço.
Na volta: estava conversando e sua atenção ficou direcionada para outra coisa → você praticamente não monitorou o corpo e terminou o mesmo percurso sem perceber cansaço significativo.
Isso pode acontecer na TAG porque a ansiedade aumenta a hipervigilância: a pessoa passa a observar respiração, batimentos, tensão muscular, fadiga etc. Quanto mais monitora, mais percebe as sensações; e essas sensações podem gerar novos pensamentos de preocupação, criando um ciclo.
Um esquema simples seria:
sensação corporal → atenção excessiva → interpretação ansiosa → mais ansiedade → sensação de esforço maior.
O fato de você ter conseguido fazer a mesma distância depois, conversando e sem perceber cansaço, é uma informação importante e relativamente tranquilizadora. Isso sugere que a percepção de esforço pode estar sendo fortemente influenciada pelo estado de ansiedade e pelo foco atencional.


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Perguntas frequentes