Dra. Barbara Mariano Orathes

Psiquiatra · Mais

Maringá 1 endereço

Número de registro: CRM: 36883-PR - RQE Nº: 26430 RQE 37476

37 opiniões
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Experiência

Sou médica psiquiatra e psicoterapeuta. Sou formada pela Universidade Estadual de Maringá. Sou apaixonada por neurociências e por conhecer as histórias de meus pacientes. Sou bastante estudiosa e realizo uma abordagem individualizada para cada pessoa. Independentemente de estar sempre atualizada aos protocolos e artigos científicos, cada consulta é única, assim como cada indivíduo e meu objetivo é ajuda-los a viver uma vida melhor e a ter mais esperança, com alívio de seu sofrimento emocional e foco em Psiquiatria do Estilo de Vida.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicoterapia
  • Neurociências
  • Terapia cognitiva comportamental

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Serviços e preços

  • Primeira consulta Psiquiatria

    R$ 500

  • Laudo de sanidade mental para concurso

    R$ 600

  • Consulta de acompanhamento

    R$ 450

  • Consulta Psiquiatria

    R$ 375 - R$ 400

  • Psicoterapia adulto

    R$ 330 - R$ 350

Consultórios (2)

Disponibilidade

Número de telefone

(44) 2103...
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Clínica Amicis

Av. Carneiro Leão, Zona 09, Maringá 87014-010

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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

37 opiniões

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  • I

    Profissional muito atenciosa, explica tudo de maneira clara e objetiva. Muito boa médica, adoro ela.

     • Bárbara Orathes Psiquiatra  • 

  • F

    Excelente profissional. Conhecimento técnico e condução lógica da sessão.

     • Bárbara Orathes Psiquiatra  • 

  • C

    Amei a consulta, muito esclarecedora! Me ajudou bastante

     • Bárbara Orathes Psiquiatra Primeira consulta Psiquiatria  • 

  • M

    A Dra. Bárbara é atenciosa, a consulta foi resolutiva e ela tem muita clareza nas explicações. Gostei do tom e do atendimento como um todo.

     • Bárbara Orathes Psiquiatra Primeira consulta Psiquiatria  • 

  • L

    A Drª sempre me atende muito bem, com muita paciência, sensibilidade sem deixar de aconselhar o que eu preciso ouvir naquele momento.

     • Bárbara Orathes Psiquiatra  • 

  • M

    Atenciosa e cuidadosa. Excelente profissional. Cuida da minha filha com carinho.

     • Clínica Amicis  • 

  • B

    Profissional acolhedora e atenta. Estou muito satisfeita.

     • Bárbara Orathes Psiquiatra  • 

  • K

    Iniciando um tratamento e já gostei muito do atendimento! Muito simpática, atenciosa e passa segurança.

     • Bárbara Orathes Psiquiatra Primeira consulta Psiquiatria  • 

  • N

    Para a minha primeira consulta, achei que foi algo leve e bem diferente do que eu pensava. A Dra. é muito ATENCIOSA e me deixou muito a vontade para conversar!!

     • outro lugar Outro  • 

  • M

    Excelente profissional parabéns dra Bárbara sua ajuda é muito importante na minha vida

     • Clínica Amicis  • 

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Escitalopram

Estou em tratamento há 3 meses, nesse último mês, fiquei bem alguns dias, voltei a minha rotina que eu tinha antes....mais há 2 semanas voltei a me sentir mal de novo mesmo tomando os medicamentos, porque isso tá acontecendo ?

Por que os sintomas retornaram?
Existem diversos motivos que podem explicar o retorno dos seus sintomas. Abaixo estão os principais fatores:
1. Necessidade de Acompanhamento Contínuo
- Medicamentos psicotrópicos, como antidepressivos, demoram um tempo considerável para estabilizarem no organismo. É comum que ajustes sejam necessários durante o tratamento.
- De acordo com os manuais de psicofarmacologia, o ideal é aguardar pelo menos 3 meses antes de suspender uma medicação por efeitos colaterais, a menos que sejam muito prejudiciais ao paciente.
- A mesma regra se aplica ao ajuste de doses. Muitos profissionais iniciam com uma dose baixa para avaliar a tolerância e, posteriormente, ajustam até encontrar a dose mais adequada para o paciente.

2. Adoecimento Mental é Multifatorial
A saúde mental é influenciada por fatores complexos e interligados, como:
- Genética
- Dieta
- Ambiente
- Personalidade e temperamento
- Estilo de vida

Não basta apenas tomar medicação e esperar que tudo se resolva. O tratamento integral é essencial.

3. A Importância de um Tratamento Integrado
A literatura científica aponta que a combinação de farmacoterapia e psicoterapia é muito mais eficaz do que o uso isolado de qualquer uma dessas abordagens.
Além disso, o tratamento pode exigir mudanças em hábitos de vida, como:
- Melhorar a alimentação.
- Adotar uma rotina de atividade física.
- Incorporar práticas de autocuidado e relaxamento.

4. O Papel da Medicação
A medicação é uma ferramenta valiosa e necessária quando bem indicada, mas é importante lembrar que:
- Ninguém adoece por falta de remédio.
- O adoecimento mental resulta de múltiplos fatores, alguns dos quais podem ser reversíveis com mudanças no estilo de vida e tratamentos complementares.

Conclusão
Para entender as razões do retorno dos seus sintomas, é importante uma avaliação minuciosa. Pode ser necessário:
- Ajustar a dose da medicação.
- Reavaliar todo o plano terapêutico, considerando a inclusão de mudanças no estilo de vida e psicoterapia.
- O acompanhamento regular com um profissional capacitado é fundamental para alinhar o tratamento às suas necessidades específicas.

Dra. Barbara Mariano Orathes

Pergunta sobre Escitalopram

Gostaria de saber se o escitalopram acalma a ansiedade, pois vi muitos casos de que esse remédio parece que induz ao aumento dela no início, e tenho medo de tomar por isso, verdade?

O escitalopram é amplamente utilizado no tratamento de diversos transtornos, incluindo os transtornos de ansiedade. Ele é respaldado por evidências científicas que comprovam sua eficácia na redução dos sintomas em muitos casos. No entanto, a decisão de utilizá-lo deve levar em conta vários fatores. Aqui estão os principais pontos a serem considerados:

1. Caracterização da Ansiedade
Antes de iniciar o tratamento, é essencial determinar se a ansiedade foi corretamente diagnosticada. Perguntas importantes incluem:
- O sintoma apresentado é grave o suficiente para justificar o uso da medicação?
- Existem alternativas terapêuticas que poderiam ser consideradas antes da introdução do remédio?

2. Avaliação Individualizada
A decisão de prescrever escitalopram deve ser baseada em uma avaliação completa e individualizada. O médico considera diversos fatores, como:
- Sintomas apresentados no momento.
- Medicamentos já em uso.
- Condições de saúde associadas.
- Estilo de vida do paciente.

3. Sobre os Efeitos Colaterais
Nenhum medicamento é isento de efeitos colaterais. É importante entender que, além dos efeitos diretamente causados pela medicação, aspectos psicológicos também podem influenciar como o paciente percebe os sintomas. Por exemplo:
- Se uma pessoa já inicia o tratamento preocupada com a possibilidade de ficar mais ansiosa, ela pode inconscientemente prestar mais atenção a qualquer sensação que pareça relacionada à ansiedade. Isso pode amplificar ou até gerar sintomas que, em outras circunstâncias, poderiam passar despercebidos.
Esse fenômeno é conhecido como "efeito nocebo", onde as expectativas negativas sobre o remédio podem desencadear efeitos adversos, mesmo que eles não sejam diretamente causados pela medicação.

4. Estudos Científicos e Placebo
Os medicamentos são avaliados por meio de ensaios clínicos, onde parte dos participantes recebe a medicação e outra parte recebe um placebo (como uma pílula de farinha). Curiosamente, o placebo pode provocar efeitos colaterais semelhantes aos do remédio em estudo. Isso demonstra como nossa mente pode influenciar a percepção de sintomas e efeitos adversos.

5. Uso do Escitalopram no Transtorno de Ansiedade
O escitalopram é uma opção eficaz, mas seu uso é mais indicado para manutenção e prevenção de sintomas de ansiedade, e não para alívio imediato de crises agudas. Ele funciona melhor quando combinado com:
- Psicoterapia: Ajuda a entender e modificar padrões de pensamento e comportamento.
- Mudanças no estilo de vida: Como práticas de relaxamento, atividade física e hábitos saudáveis.

6. Reflexões Importantes
A ansiedade pode ser um efeito colateral inicial do medicamento, mas também pode ser decorrente da própria evolução do transtorno. Questões como:
- É realmente ansiedade ou outra sensação, como inquietude ou acatisia?
- A piora ocorreu coincidentemente com o início do tratamento ou por outros fatores?
Essas dúvidas reforçam a importância de uma análise cuidadosa e individualizada.

Conclusão
A boa psiquiatria é feita com atenção aos detalhes e com uma abordagem centrada no paciente. Se você tem dúvidas ou receios sobre o uso do escitalopram ou qualquer outro medicamento, procure um profissional capacitado. Ele poderá esclarecer suas questões e oferecer um tratamento alinhado às suas necessidades específicas.

Dra. Barbara Mariano Orathes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes