Camila Moura

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Americana 1 endereço

Número de registro: CRP 06/183097

1 opinião

Experiência

Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário Salesiano de Americana.
Psicóloga sob orientação Psicanalítica.
Áreas de interesse: transtornos alimentares e toda a relação entre o sujeito e seu alimento; o sujeito adolescente e suas narrativas; relações familiares.
Atendimento online pelo mundo e presencial em Americana-SP.
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicanálise

Pacientes que trato

Adultos

Serviços

Sem informação sobre serviços e preços

Este especialista ainda não adicionou nenhuma informação sobre serviços

Consultórios (2)

Camila Moura
Moura Psicologia & Psicanálise

Rua Bulgária 54, Chácara Flórida, Americana 13471-130

Ampliar o mapa abre num novo separador

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Camila Moura

Teleconsulta

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

1 opinião

Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres
  • G

    Gabriela Camargo M

    Tenho tido consultas com a dra. Camila há quase um ano e só posso dizer que ela é simplesmente maravilhosa. Profissional muito competente, atenciosa e empática. Progredi muito em todas as áreas da minha vida com a sua ajuda. Deixo esse comentário em gratidão pelo trabalho. Indico de olhos fechados!

     • Moura Psicologia & Psicanálise  • 

Ocorreu um erro, tente outra vez

Dúvidas respondidas

1 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2

Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2 anos tem como figura paterna o padastro.

Há uma idade adequada para para iniciar o assunto?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Camila Moura

Boa questão.

Não existe exatamente uma idade “certa” para começar a falar sobre a morte. Aos 3 anos, a criança já pode começar a ter contato com essa questão, mas isso não significa que ela precise receber todas as informações de uma vez ou compreender a morte da mesma maneira que um adulto.

Nesse caso, existe uma questão importante: esse pai morreu, mas ele também é alguém que a criança nunca conheceu. Então, talvez seja menos sobre “contar sobre a morte do pai” e mais sobre, aos poucos, permitir que essa criança construa um lugar para essa história na própria vida.

Eu evitaria inventar ou esconder. Crianças percebem que existe algo que não está sendo dito. É possível falar de maneira simples, concreta e adequada à idade: E, principalmente, deixar espaço para as perguntas que vierem, inclusive para aquelas que podem aparecer muito tempo depois.

O padrasto também ocupa um lugar importante nessa história, mas uma coisa não precisa apagar a outra. Não é necessário colocar a criança diante de uma escolha entre “o pai que morreu” e “o pai que está presente”. São lugares diferentes, e a criança vai encontrando, ao longo do tempo, o significado de cada um.

Na psicanálise, a gente pode pensar que uma criança não recebe simplesmente uma informação: ela vai construindo significações a partir daquilo que escuta, dos significantes que circulam na família e, principalmente, da maneira como os adultos conseguem sustentar essa história.

Por isso, mais importante do que encontrar a idade perfeita para contar é observar como essa família está conseguindo falar, ou não falar, sobre essa ausência.

E essa é justamente uma questão que pode ser muito interessante de trabalhar em terapia: não apenas “como contar para a criança”, mas o que essa morte, essa ausência e a presença do padrasto mobilizam nos adultos que estão construindo essa história com ela.


Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes