Cibele Mikalauskas

Psicopedagoga · Mais sobre as especializações

Número de registro: Certificado Apresentado

Experiência

Psicopedagoga com 20 anos de vivência em instituições de referência em São Paulo. Especialista no mapeamento do desenvolvimento infantil, no diagnóstico e intervenção das dificuldades de aprendizagem e na elaboração de estratégias pedagógicas inclusivas.

Experiência em:

  • Psicopedagogia clinica
  • Psicopedagogia institucional
  • Neurociência do comportamento
  • Acompanhamento escolar

Pacientes que trato

Crianças

Serviços e preços

  • Teleconsulta

    R$ 200

Consultório

Cibele Mikalauskas

Teleconsulta

Disponibilidade

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Dúvidas respondidas

4 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Meu filho autista vem regredindo na escola, a escola diz que ele está agressivo. Em casa ele está no

Meu filho autista vem regredindo na escola, a escola diz que ele está agressivo. Em casa ele está normal. A escola se recusa a apresentar as cameras que ele esteja agressivo, inclusive ele voltou machucado e eles alegam que foi ele em crise. Estão exigindo que eu contrate um profissional para acompanha-lo em sala de aula. Não tenho condições devido o custo que já tenho na escola, porém qual melhor profissional nesse caso?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Cibele Mikalauskas

Olá, compreendo sua preocupação e quero reforçar que você e seu filho têm direitos garantidos por lei. A Lei Berenice Piana (Lei 12.764/2012) reconhece o autismo como deficiência e assegura o direito à inclusão escolar, com os apoios necessários para que o aluno tenha pleno acesso à educação. Já a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) determina que a escola deve oferecer adaptações e recursos de apoio, sem custo adicional para a família.
Isso significa que não é obrigação da família contratar um profissional particular para acompanhar o aluno em sala de aula. O suporte deve ser provido pela própria instituição ou pela rede pública de ensino.
O profissional mais indicado para apoiar seu filho é um mediador escolar ou acompanhante especializado em autismo, mas esse acompanhamento deve ser garantido pela escola, não custeado pela família.
Diante também da situação relatada — divergência entre o comportamento em casa e na escola, além do episódio de machucado — é fundamental que você registre formalmente suas observações e solicite esclarecimentos por escrito à escola.
Espero que fique tudo bem!


Minha filha tem 10 anos, está numa nova escola, é bem inteligente, gosta de brincar mas está sendo r

Minha filha tem 10 anos, está numa nova escola, é bem inteligente, gosta de brincar mas está sendo rejeitada nos grupos da escola. O comportamento em casa continua o mesmo sempre brincando. Como posso ajudá- lá?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Cibele Mikalauskas

Essa é uma situação comum em transições escolares, e sua filha precisa de apoio para se sentir acolhida. O fato de ela continuar brincalhona e segura no ambiente de casa é um ótimo sinal: mostra que ela tem um porto seguro. Como você pode ajudá-la:
Valide os sentimentos dela: escute sem julgamento, mostrando que entende a dor da rejeição e que ela não está sozinha.
Fortaleça a autoestima: destaque suas qualidades, incentive hobbies e atividades em que ela se sinta competente.
Promova interações fora da escola: convide colegas para brincar em casa ou inscreva-a em atividades extracurriculares (esporte, música, teatro), onde possa construir novas amizades.
Dialogue com a escola: converse com professores e coordenação para entender como estão mediando a integração dela nos grupos. A escola tem papel ativo em promover inclusão.
Ensine habilidades sociais: ajude-a a praticar pequenas estratégias, como se aproximar de colegas, propor brincadeiras ou lidar com frustrações.
Espero que fique tudo bem logo!


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