Prof. Deborah Furuya

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Número de registro: Certificado Apresentado

Experiência

Deborah Furuya
Psicanalista e Pedagoga

Sou Deborah Furuya, psicanalista e pedagoga com 10 anos de atuação em sala de aula, pós-graduada em Psicanálise e em Neurociências do Comportamento. Minha trajetória na educação e na ciência do comportamento me permite um olhar profundo, acolhedor e técnico sobre o desenvolvimento humano.

Acredito que cada pessoa carrega uma história única, marcada por experiências, afetos, perdas e desafios que, muitas vezes, não encontram espaço para serem ditos ou compreendidos. Em alguns momentos da vida, o sofrimento se apresenta de forma silenciosa, persistente ou difícil de nomear.

Meu trabalho consiste em oferecer um espaço de escuta ética, acolhedora e sem julgamentos, onde seja possível falar livremente sobre aquilo que causa dor, angústia ou confusão emocional.

Áreas de Atuação (Adultos):
Atuo no acompanhamento de pessoas que enfrentam processos de luto, perdas afetivas, ansiedade, conflitos emocionais, dificuldades nos relacionamentos e momentos de transição na vida, sempre respeitando o tempo e a singularidade de cada processo.

Acredito que procurar ajuda é um gesto de coragem e de cuidado consigo mesmo. Se você sente que algo tem sido difícil de suportar sozinho(a), este pode ser um espaço possível para ser ouvido(a). Será um prazer te acolher nesse processo.

O Sofrimento na Infância e os Desafios Escolares
Como pedagoga com uma década de experiência em sala de aula e especialista em Neurociências do Comportamento, compreendo de perto os desafios que surgem no ambiente escolar — como dificuldades de aprendizagem, falta de foco, agitação, desmotivação ou problemas de socialização. Sei que, por trás de uma queixa escolar, de uma nota baixa ou de um comportamento "difícil", muitas vezes existe um sofrimento emocional que a criança não consegue expressar em palavras. Minha atuação une o entendimento do desenvolvimento neurológico e pedagógico à escuta sensível da psicanálise, ajudando a decodificar esses sintomas e a devolver o bem-estar ao seu(sua) filho(a).

Psicanálise na Infância e Adolescência: Como funciona o atendimento online?

O atendimento psicanalítico com crianças e adolescentes em ambiente virtual é perfeitamente possível, desde que adaptado à fase de desenvolvimento de cada um. Na infância, o sofrimento se expressa muito através do comportamento, das brincadeiras e dos desenhos.

Por isso, o processo é construído nas seguintes etapas:

  • 1. A Primeira Entrevista (com os Pais): O processo começa sempre com uma conversa inicial exclusiva com os pais ou responsáveis. Esse momento serve para eu conhecer a história do(a) seu(sua) filho(a), entender as dores da dinâmica familiar e alinhar as regras do atendimento.

  • 2. O Espaço do Brincar e da Fala: Dependendo da idade da criança, as sessões mesclam a conversa com o uso de desenhos, massinhas e brinquedos que ela tenha em casa. Para os adolescentes, a sessão funciona como um espaço seguro de desabafo e expressão pela palavra.

  • 3. Orientação de Pais: A análise da criança não acontece de forma isolada. Periodicamente, realizo encontros com os responsáveis para partilhar caminhos, compreender os sintomas e fortalecer o ambiente familiar.

O que precisamos garantir em casa:
Para que o processo analítico funcione, é fundamental que a criança ou adolescente tenha um espaço totalmente privado durante a sessão (como o próprio quarto com a porta fechada). O sigilo é a base da psicanálise: o seu filho precisa sentir que aquele tempo e espaço são exclusivamente dele, sem interferências ou interrupções.

Nota legal: O atendimento de menores de idade exige obrigatoriamente a assinatura de um termo de autorização por escrito pelos pais antes do início das sessões.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Freudiana
  • Neuropsicanálise
  • Psicanálise

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

Serviços e preços

  • Teleconsulta

    R$ 100

Consultório

Deborah Furuya

Teleconsulta

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Dúvidas respondidas

7 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre f

Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre fobia e outros transtornos de ansiedade agora não consigo sair de casa sozinho,o excesso de pesquisa pode atrapalhar uma ansiedade já presente na nossa mente?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Prof. Deborah Furuya

Para a psicanálise, o excesso de informação frequentemente opera como uma tentativa intelectualizada de controle que, na verdade, alimenta o sintoma. Veja bem. A intelectualização é um mecanismo de defesa. O sujeito se apega ao saber teórico dos manuais (termos técnicos, diagnósticos) para tentar se distanciar da angústia real. O problema é que, no ambiente virtual, esse saber não acalma; ele se torna um espelho que multiplica as fantasias catastróficas. Procure ajuda!


Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do pont

Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do ponto de vista da psicanálise.

Estou em um relacionamento em que há muitos conflitos, ofensas e perda de respeito mútuo. As brigas são frequentes e muitas vezes acontecem na frente dos nossos filhos. Já não existe mais convivência afetiva entre nós: não dormimos mais juntos e o carinho praticamente desapareceu.

Sinto que, ao longo do relacionamento, houve um acúmulo de mágoas e quebra de confiança. Antes do casamento, minha esposa teve comportamentos que me geraram muita insegurança e desconfiança, o que fez com que eu entrasse no casamento já com o respeito e a admiração bastante abalados. Com o tempo, apesar de tentativas de reconstrução, o relacionamento foi se desgastando ainda mais.

Hoje percebo um ciclo constante de conflito: eu reconheço meus erros e tento assumir responsabilidade pelas minhas atitudes durante as brigas, mas sinto que minha esposa não reconhece a própria participação nos problemas, o que me gera frustração e sensação de impotência. Isso acaba intensificando os conflitos entre nós.

Também percebo em mim um grande desgaste emocional, sentimentos de baixa autoestima, medo de ficar sozinho e dúvida constante sobre se devo continuar tentando ou me afastar. Ao mesmo tempo, amo muito meus filhos e tenho muito medo de prejudicar a convivência com eles caso haja separação.

Gostaria de entender, sob uma perspectiva psicanalítica, como esses padrões emocionais e relacionais podem estar se repetindo na minha vida e de que forma um processo terapêutico poderia me ajudar a compreender melhor minhas escolhas, meus vínculos afetivos e minha dificuldade em lidar com essa situação.

Também gostaria de saber como a psicanálise enxerga situações em que há perda de respeito e repetição de conflitos dentro do casal, e quando isso pode indicar um limite emocional para a continuidade da relação.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Prof. Deborah Furuya

Sinto muito pelo momento doloroso. O seu relato descreve com muita clareza um estado de profundo esgotamento emocional, algo comum quando o casal se perde naquilo que a psicanálise chama de ciclos de repetição destrutiva. Do ponto de vista psicanalítico, quando um relacionamento chega ao ponto de perder o respeito mútuo, a convivência afetiva e a admiração, o casal deixa de ser um espaço de suporte e passa a operar como um espelho de feridas antigas, amargas. Você não precisa carregar esse peso sozinho. Permitir-se um espaço de fala e escuta analítica, onde será o primeiro passo para você resgatar o respeito por si mesmo. Desejo forças !


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