Avenida 136 n°797 sala 1310 New York Business, Goiânia 74093-250
Pacientes do sexo masculino, que agendarem através do Doctoralia, serão atendidos apenas de forma virtual.
Ler mais24/10/2025
Goiânia 1 endereço
Número de registro: CRP GO 1662
3 opiniõesSou psicóloga há 31 anos, formada pela Pontíficia Universidade Católica de Goiás.
Tenho pós-graduação em Gestalt-terapia, Neuropsicologia e TCC.
Trabalho com atendimento psicoterápico para adultos e idosos
Realizo Avaliação Neuropsicologica para investigação de TDAH, Autismo e quadros demenciais.
Avenida 136 n°797 sala 1310 New York Business, Goiânia 74093-250
Pacientes do sexo masculino, que agendarem através do Doctoralia, serão atendidos apenas de forma virtual.
Ler mais24/10/2025
Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
3 opiniões
Excelente profissional , estou fazendo um trabalho com ela , onde estou bem melhor
Denise Valente Brandao Moura
Obrigada por ter me permitido trabalhar com vc! Obrigada pela confiança de sempre!
Atendimento de qualidade. Profissional atenciosa e prestativa!
Denise Valente Brandao Moura
Obrigada pela confiança!
Denise é uma profissional excelente, ética, empática e respeitosa!
Denise Valente Brandao Moura
Obrigada pelo carinho e pela confiança!
9 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Eu costumo fantasiar a todo momento coisas trágicas sobre mim. Tipo, o dia todo e antes de dormir crio histórias falsas sobre mim onde em todas elas eu sofro de todas as maneiras possíveis, seja abandono familiar, bullying, doenças, espancamento, feridas, e essas coisas, e sempre que a história se encaminha pra um final feliz eu encerro, nunca consigo terminar elas. Não sei pq faço isso, não é como se eu quisesse passar por isso de verdade, mas sempre crio essas fantasias onde eu sempre tenho uma vida trágica, a ponto de realmente chorar, mas no final sinto um tipo de alívio. O que pode ser isso?
Oi! Espero que esteja bem. Na Terapia cognitivo comportamental, chamamos esses pensamentos de "catastróficos". Eles se baseiam sempre em situações negativas e muitas vezes nos fazem distorcer a realidade. Isso pode ter a ver com crenças desenvolvidas desde a infância, a respeito de como você se enxerga e como enxerga o mundo. A psicoterapia lhe ajudaria bastante a descobrir a raiz do problema. Estou à disposição.
Como superar uma ex que começou a namorar a pouco tempo, porém trabalhamos juntos de segunda a sexta e aos domingos acabamos nos vendo nos cultos da igreja , obs: nossas ideias não batiam sempre e o relacionamento em si foi muito conturbado , muitas brigas e muitos términos por parte dela, por motivos bobos do dia a dia , exemplo se eu não fizesse algo em específico que ela queria ela já falava em terminar sem se importar com o que eu sentia e dias depois aparecia como se o fato dela ter terminado comigo não fosse pra valer e dizia vem aqui em casa ,como se nós tivéssemos algo ainda ! E eu acabava cedendo a todas as vezes em que ela terminava , até que um dia chegou em que ela terminou comigo mais uma vez e eu dei um basta e não voltei , tentei seguir minha vida , mas acabei voltando a falar com ela por que trabalhamos juntos e temos uma rotina , voltamos a ficar de vez em quando , e no tempo em que só ficávamos eu não percebi nenhuma mudança que fizesse reacender a vontade de voltar e namorar noivar e casar ! Porém ela agora arrumou outra pessoa e eu estou sofrendo com isso! Não gostaria de se sentir mais essa angústia ,como superar ?
A proximidade entre vcs acaba atrapalhando um pouco o "seguir em frente". O ideal seria não ter nenhum contato. É preciso descobrir o que te fez voltar tantas vezes, é um padrão de comportamento, dependencia emocional, baixa autoestima? Descobrindo a raiz do problema, descobrimos a dificuldade de encerrar de vez a relação e se fortalecer para que outras relações assim não aconteçam. Estou à disposição!
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.