Dra. Elaine Martines

Psicóloga · Mais

São Paulo 2 endereços

Número de registro: CRP 06/174665

Experiência

Neuropsicologa, Psicologa Cognitiva Comportamental (TCC), Neurociencias

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental
Terapia do esquema

Experiência em:

  • Transtornos de ansiedade
  • Tdah

Pacientes que trato

Adultos
Crianças (Apenas em alguns endereços)

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    A partir de R$ 120

  • Consulta psicológica do adolescente

    A partir de R$ 120

  • Consulta psicológica do adulto

    A partir de R$ 120

  • Hipnoterapia

    A partir de R$ 120

  • Psicoterapia adulto

    A partir de R$ 120

Consultórios (2)

Ampliar o mapa abre num novo separador
Clinica Evoluir em Equilibrio

Rua Juvenal Parada 180, Mooca, São Paulo 04143020

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Ampliar o mapa abre num novo separador
Ampliar o mapa abre num novo separador
Evoluir em Equilibrio

Rua Leocádia Cintra 136, Mooca, Mococa 03127-175

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Ampliar o mapa abre num novo separador

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

Opiniões em breve

Envie a primeira opinião

Você já passou por consulta com Dra. Elaine Martines? Conte aqui como foi. Outros pacientes vão te agradecer por ajudá-los a escolher o melhor especialista.

Enviar opinião

Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) "Somático" é diagnosticado?

Sim, o que muitas pessoas chamam de “TOC somático” é reconhecido clinicamente como uma variante temática do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Embora esse subtipo não apareça como um diagnóstico separado nos manuais como o DSM-5-TR ou a CID-11, ele é amplamente descrito na prática clínica.

Nesse quadro, a pessoa desenvolve obsessões relacionadas à percepção constante de sensações corporais automáticas, como respiração, batimentos cardíacos, deglutição ou até o ato de piscar. Essas percepções se tornam intrusivas, difíceis de ignorar, e geram intenso desconforto. Em resposta, é comum o uso de estratégias compulsivas para tentar “desfocar” dessas sensações, o que, paradoxalmente, reforça o ciclo obsessivo.

É importante diferenciar esse quadro de outros transtornos, como a ansiedade de doença (antiga hipocondria), cujo foco está no medo de estar doente, e não na percepção obsessiva do funcionamento corporal em si.

O diagnóstico é feito dentro da categoria de TOC (CID-11: 6B20), e o tratamento costuma incluir:

Psicoeducação, para ajudar o paciente a entender o ciclo obsessivo-compulsivo

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), com técnicas como a Exposição com Prevenção de Resposta (ERP)

Em alguns casos, tratamento medicamentoso com ISRS, sob acompanhamento psiquiátrico

Se você se identifica com esses sintomas, é importante buscar avaliação profissional. O TOC, em qualquer forma, é uma condição séria, mas tratável — e quanto antes o tratamento começar, melhores são os resultados.



Elaine Martines
Psicóloga e Neuropsicóloga | CRP 06/174665
Especialista em Avaliação Neuropsicológica e Saúde Mental

Dra. Elaine Martines

. O que acontece quando a pessoa tenta suprimir os pensamentos intrusivos?

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) com pensamentos intrusivos — também chamados de obsessões puras ou pure-O — é um quadro caracterizado por ideias, imagens ou impulsos repetitivos, indesejados e angustiantes, que o paciente tenta neutralizar ou suprimir. Esses pensamentos são egodistônicos, ou seja, vão contra os valores e desejos da própria pessoa, gerando culpa, medo ou nojo.

O tratamento mais eficaz atualmente é uma combinação de:

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), especialmente com a técnica de Exposição com Prevenção de Resposta (ERP).
Essa abordagem ajuda o paciente a se expor gradualmente aos pensamentos sem recorrer a rituais mentais ou comportamentais, quebrando o ciclo obsessivo-compulsivo.

Medicação com inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS), como fluoxetina, sertralina ou escitalopram, pode ser indicada nos casos moderados a graves — sempre com prescrição e acompanhamento psiquiátrico.

Psicoeducação e treinamento de habilidades metacognitivas também são úteis para que o paciente compreenda a natureza dos pensamentos obsessivos e desenvolva estratégias de enfrentamento mais funcionais.

É importante ressaltar que evitar ou tentar “anular” os pensamentos geralmente os torna mais frequentes. Por isso, o tratamento foca em desenvolver uma nova relação com essas experiências mentais — com menos medo e menos controle compulsivo.

Se você ou alguém próximo apresenta esses sintomas, recomendo buscar uma avaliação com profissional especializado em TOC. O tratamento é possível e costuma ter excelentes resultados com abordagem adequada.



Elaine Martines
Psicóloga e Neuropsicóloga | CRP 06/174665
Especialista em Avaliação Neuropsicológica, TCC e Transtornos do Espectro Obsessivo

Dra. Elaine Martines

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes