Eloisa Grimaldi Petersen

Psicopedagoga · Mais sobre as especializações

Número de registro: "Perfil Verificado"

Experiência

Experiência em:

  • Neuropsicopedagogia
  • Psicomotricidade
  • Educação especial inclusiva
  • Acompanhamento escolar

Pacientes que trato

Crianças

Serviços e preços

  • Consulta Psicopedagogia

    R$ 150

  • Primeira consulta Psicopedagogia

    A partir de R$ 150

  • Retorno de consultas Psicopedagogia

    R$ 150

  • Teleconsulta


  • Orientação aos pais


Consultório

Eloisa Grimaldi Petersen
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Dúvidas respondidas

4 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Meu filho autista vem regredindo na escola, a escola diz que ele está agressivo. Em casa ele está no

Meu filho autista vem regredindo na escola, a escola diz que ele está agressivo. Em casa ele está normal. A escola se recusa a apresentar as cameras que ele esteja agressivo, inclusive ele voltou machucado e eles alegam que foi ele em crise. Estão exigindo que eu contrate um profissional para acompanha-lo em sala de aula. Não tenho condições devido o custo que já tenho na escola, porém qual melhor profissional nesse caso?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Eloisa Grimaldi Petersen

Esta é uma situação delicada e angustiante. Vou trazer algumas informações que podem ajudar a clarear os caminhos:
Profissionais que costumam acompanhar crianças autistas em ambiente escolar
Acompanhante terapêutico (AT): profissional que atua dentro da escola para ajudar a criança a regular comportamentos, facilitar a comunicação e apoiar a inclusão. Muitas vezes é indicado para casos em que há crises ou dificuldades de adaptação.
Psicopedagogo: trabalha com estratégias de aprendizagem e pode ajudar a adaptar conteúdos e métodos de ensino

Terapeuta ocupacional (TO): foca em habilidades de autorregulação, rotina e adaptação ao ambiente escolar.
Psicólogo infantil especializado em TEA: pode orientar professores e acompanhar a criança em momentos críticos.
Educador de apoio/inclusão (monitor escolar): em muitas redes públicas e privadas, é o profissional que acompanha alunos com necessidades específicas, sem custo adicional para a família.
Aspectos legais e direitos: No Brasil, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e a Política Nacional de Educação Especial garantem que a escola deve oferecer os apoios necessários para inclusão, sem cobrar custos extras da família.
Exigir que os pais contratem um profissional particular para acompanhamento em sala não é prática correta. A responsabilidade de garantir acessibilidade e inclusão é da instituição de ensino.
Se seu filho voltou machucado, e a escola não fornece transparência (como acesso às câmeras), você pode solicitar formalmente por escrito e, se necessário, acionar o Conselho Tutelar ou Ministério Público.
Solicite um laudo médico atualizado que descreva as necessidades do seu filho. Isso fortalece a exigência de apoio escolar adequado.
Converse com a coordenação pedagógica e peça um plano de inclusão individualizado (às vezes chamado de PDI ou PEI).
Caso a escola insista em transferir a responsabilidade, você pode buscar orientação jurídica ou apoio em associações de pais de autistas.


Minha filha tem 10 anos, está numa nova escola, é bem inteligente, gosta de brincar mas está sendo r

Minha filha tem 10 anos, está numa nova escola, é bem inteligente, gosta de brincar mas está sendo rejeitada nos grupos da escola. O comportamento em casa continua o mesmo sempre brincando. Como posso ajudá- lá?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Eloisa Grimaldi Petersen

É muito difícil ver uma criança inteligente e cheia de energia passar por rejeição social na escola, ainda mais quando em casa ela continua sendo alegre e brincalhona. Isso mostra que a rejeição não está afetando sua essência, mas pode trazer sofrimento se não for trabalhada. Algumas formas de ajudá-la:
De apoio emocional, dando espaço para ela contar como se sente, sem minimizar (“isso não é nada”) nem dramatizar, mostre que entende que pode ser doloroso não ser incluída, mas que isso não diminui o valor dela.
É bom que ela construa vínculos fora da escola, incentive encontros com primos, vizinhos ou colegas de atividades extracurriculares. Isso fortalece a autoestima e mostra que ela é capaz de ter boas relações.
Participar de atividades em grupo, tais como, esportes, teatro, música ou clubes podem ser ótimos para criar laços em ambientes diferentes.
Com relação a escola, converse com os professores, eles podem ajudar que incentivem a integração, com projetos colaborativos, pedindo que ela participe de trabalhos em dupla ou grupo, o que pode facilitar aproximações, fazendo com que ela sinta orgulho de si mesma.
Treinar habilidades sociais como esperar a vez, convidar colegas para brincar, ou elogiar os outros podem abrir portas.
Quando buscar apoio profissional - Se a rejeição persistir e começar a afetar o humor, o sono ou o desempenho escolar, pode ser útil conversar com um psicólogo infantil. Isso não significa que haja algo “errado”, mas que ela terá um espaço seguro para aprender estratégias sociais e emocionais.


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