Francieli Kureke

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Curitiba 1 endereço

Número de registro: 08/14884

Experiência

Experiência em:

  • Psicopedagogia

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  • Primeira consulta psicologia


Consultório

Francieli Kureke
Consultório particular

Rua Nicola Pellanda, 1127, sala 03, Pinheirinho, Curitiba 81880-000

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Disponibilidade

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  • Convênios médicos aceitos neste endereço

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Dúvidas respondidas

6 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

O meu filho tem muito ciumes do meu marido, diz que gosto mais dele, dou atenção igualmente, fico perdida

O meu filho tem muito ciumes do meu marido, diz que gosto mais dele, dou atenção igualmente, fico perdida sem saber o que fazer.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Francieli Kureke

Olá!
Realmente muito apego, ainda mais havendo uma competição por atenção, não é bom!
A criança pode ter uma ligação muito forte com a mãe, e realmente essa relação pode ser até simbiótica, dependendo de como a mãe trata seu filho, as vezes se ele é filho único, se ele só brinca com a mãe, entre outros fatores... Hoje em dia as crianças tem dificuldade em se socializar, pois não é como antigamente que viviam cercados de primos, irmãos e podiam brincar mais tranquilamente na rua. Cabe averiguar esta questão e talvez a criança deva aprender a ter mais autonomia, e entender melhor seus sentimentos. A maneira de como o pai reage, se ele é ausente, se passa limites? Algumas sessões para avaliação psicológica e se necessário um tratamento, é um investimento para a educação e melhorara das relações familiares. Também a prática de esportes, pode ser um meio de estimular a socialização e assim a criança não ficar tão apegada e dependente da mãe. Abraços
Att.: Psicóloga Francieli Kureke


Venho de uma família com histórico de depressão. Ao longo dos meus 51 anos, tenho tido vários episódios

Venho de uma família com histórico de depressão. Ao longo dos meus 51 anos, tenho tido vários episódios de tristeza profunda, desânimo, chorando por 1 ou 2 dias. Não tomo medicamento algum para cessar. Passado o episódio, fica a "ressaca". O que fazer?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Francieli Kureke

Comportamentos depressivos podem ser passados de geração para geração, não sendo sempre uma regra. Trabalho com a terapia cognitivo comportamental, que visa diagnosticar quais os gatilhos/pensamentos que estão levando o (a) paciente a ter um humor instável. Entendendo a razão da tristeza, é feito um plano de tratamento, com foco no autoconhecimento e técnicas terapêuticas . Afinal, quais os temas deverão ser trabalhados para amenizar o sofrimento: autoestima, ansiedade, relaxamento, hipnose...? Tudo isso deverá ser averiguado por um psicólogo competente, também é importante a avaliação de um psiquiatra, pois dependendo da gravidade do caso, a medicação é fundamental em conjunto com a terapia. Mas primeiramente o paciente deve confiar no profissional, e na ciência da psicologia, para assim ter um prognóstico favorável, as vezes além de um trabalho individual, dependendo do caso, há a necessidade de uma terapia familiar, para reforçar os laços de comunicação e compreensão entre os mesmos


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