Gabriela Falcheti

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Curitiba 1 endereço

Número de registro: 08/19088

Experiência

Sou a Gabriela Falcheti, psicóloga clínica, e realizo atendimentos para jovens e adultos, nas modalidades online e presencial em Curitiba.

Acredito que a psicoterapia é um espaço para compreender o sofrimento, desenvolver novas habilidades e construir uma vida com mais equilíbrio, autonomia e qualidade de vida. Meu trabalho é fundamentado nas Terapias Cognitivo-Comportamentais Contextuais, integradas às práticas de mindfulness, sempre com intervenções baseadas em evidências científicas e adaptadas às necessidades de cada paciente.

Atuo no acompanhamento de pessoas que enfrentam dificuldades como ansiedade, depressão, estresse, perfeccionismo, autocrítica, dificuldades de regulação emocional, autoestima e relacionamentos, auxiliando no desenvolvimento de estratégias para lidar de forma mais saudável com os desafios da vida.

Além da psicoterapia, ofereço programas de Gestão de Estresse baseado em Mindfulness, um treinamento estruturado de 8 semanas voltado ao desenvolvimento de habilidades de atenção plena e gerenciamento do estresse, disponível nos formatos individual ou em grupo.

Buscando oferecer um atendimento cada vez mais qualificado, mantenho uma formação continuada, acompanhando os avanços da ciência para oferecer intervenções atualizadas e eficazes.

Além da atuação clínica, também atuo como psicóloga perita do Poder Judiciário, realizando perícias e avaliações psicológicas. Essa experiência amplia meu olhar técnico e reforça meu compromisso com uma prática ética, criteriosa e baseada em evidências.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental
Mindfulness

Experiência em:

  • Stress
  • Psicologia clínica

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Assistência técnica pericial


  • Avaliação Psicossocial NR 33


  • Avaliação Psicossocial NR 35


  • Mindfulness


  • Perícia psicológica


Consultório

Gabriela Falcheti
Gabriela Falcheti

Av. República Argentina, 1160, Água Verde, Curitiba 80620-010

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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso faz

Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso fazer nessa situação?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Gabriela Falcheti

Dificuldade de concentração, agitação e pensamentos acelerados podem ter diferentes causas, como estresse crônico, ansiedade, privação de sono, TDAH, transtorno bipolar, entre outras. Por isso, o primeiro passo é compreender o que está contribuindo para esses sintomas, em vez de tentar apenas "forçar" a concentração.

Enquanto essa investigação acontece, algumas estratégias costumam ajudar: reduzir distrações, dividir tarefas grandes em etapas menores, fazer pausas programadas, manter uma rotina de sono e observar em quais momentos do dia a concentração é melhor. Técnicas de mindfulness também podem contribuir para aumentar a capacidade de direcionar e sustentar a atenção.

Se esses sintomas são frequentes, estão presentes há bastante tempo ou têm prejudicado seu desempenho no trabalho e em outras áreas da vida, vale a pena procurar um psicólogo para uma avaliação mais aprofundada. Em alguns casos, também pode ser importante uma avaliação médica ou psiquiátrica para investigar condições que possam estar relacionadas aos sintomas.

Compreender a origem da dificuldade é o que permite definir o tratamento mais adequado e desenvolver estratégias realmente eficazes para o seu caso.


Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por d

Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por dia) em que surgem “flashes” muito rápidos e involuntários de tragédias, acidentes, assassinatos ou mortes envolvendo pessoas ao meu redor ou, às vezes, eu mesmo. Eles aparecem do nada, em qualquer lugar (rua, trabalho, casa), duram apenas alguns segundos e, enquanto acontecem, fico totalmente focado neles, como se estivesse vendo mentalmente a cena. Só percebo que foi um pensamento depois que acaba. Às vezes paro o que estou fazendo e, em algumas situações, acabo conferindo ou fazendo algo simples para evitar que aquilo possa acontecer (por exemplo, trancar a porta antes de dormir), porque fico com a sensação de “e se acontecer?”.

Além disso, quando eu era criança (menos de 10 anos), tive episódios em que, acordado, via uma “bola gigante”, via espinhos na parede e sentia uma sensação muito estranha de estar preso ou pressionado, como se meu corpo estivesse sem espaço. Às vezes eu levantava desesperado, andava em círculos e chamava minha mãe porque aquilo parecia muito real. Esses episódios desapareceram. Por volta dos 12–14 anos, passei por uma fase em que tinha uma sensação constante de que seria morto ou assassinado a qualquer momento. Isso também passou. Há cerca de 6 meses, a sensação de pressão e a “bola gigante” voltaram 1 a 3 vezes e desapareceram novamente.

Recentemente também tive um sonho extremamente realista em que levei um tiro na região do pescoço/cabeça, caí no chão, minha visão ficou muito prejudicada (como um clarão), tentei pedir socorro e acordei muito assustado.

Gostaria de saber que tipo de condição ou investigação poderia explicar esse conjunto de sintomas e qual profissional seria o mais indicado para avaliar esse caso.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Gabriela Falcheti

Olá! Obrigado por compartilhar seu relato de forma tão detalhada.

Pelo que você descreve, seria inadequado atribuir esses sintomas a uma única condição sem uma avaliação clínica. Existem diferentes possibilidades que podem explicar esse conjunto de experiências, e elas precisam ser investigadas de forma criteriosa.

Os pensamentos ou imagens mentais intrusivas, especialmente quando são repetitivos, indesejados e levam à necessidade de conferir ou realizar algum comportamento para aliviar a ansiedade, podem estar presentes em quadros como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). No entanto, outros transtornos de ansiedade, alterações relacionadas ao humor e até condições neurológicas também podem cursar com sintomas semelhantes.

Já as experiências que você relata desde a infância — como alterações perceptivas, sensação de pressão corporal intensa e imagens muito vívidas — merecem uma investigação específica. Embora possam estar relacionadas a fenômenos benignos em algumas pessoas, também podem justificar uma avaliação neurológica para descartar outras causas.

O profissional mais indicado para iniciar essa investigação costuma ser um psiquiatra, que poderá realizar uma avaliação clínica detalhada, levantar hipóteses diagnósticas e, se necessário, solicitar exames ou encaminhar para um neurologista. Paralelamente, o acompanhamento com um psicólogo pode ajudar a compreender melhor esses sintomas, seu impacto no dia a dia e desenvolver estratégias para lidar com eles.

Como esses episódios são frequentes, começaram recentemente e estão causando preocupação, eu recomendaria não adiar essa avaliação. Quanto mais cedo houver um esclarecimento diagnóstico, mais rapidamente será possível definir, se necessário, o tratamento mais adequado.

Enquanto isso, procure evitar interpretar esses pensamentos como previsões ou sinais de que algo realmente acontecerá. A própria angústia que eles provocam costuma fazer com que pareçam mais importantes ou reais do que são. Uma avaliação permitirá diferenciar se se tratam de pensamentos intrusivos, alterações perceptivas ou outro fenômeno clínico, orientando a melhor conduta.


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Perguntas frequentes