Jhonatas Hugo de Oliveira Lopes

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP PE 26602

Experiência

Sou psicólogo clínico e acredito que o processo terapêutico é um espaço de acolhimento, escuta e transformação. Trabalho ajudando pessoas a compreenderem suas emoções, lidarem com suas dores e desenvolverem formas mais saudáveis de viver e se relacionar consigo mesmas e com o mundo.

Abordagem terapêutica

Psicanálise

Experiência em:

  • Transtornos em crianças e adolescentes
  • Psicologia clínica e da saúde
  • Psicoterapia do adulto

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

Serviços e preços

  • Atendimento a crianças e adolescentes com TEA e TDAH

    R$ 150

  • Psicoterapia adulto

    R$ 150

  • Psicoterapia Criança

    R$ 150

Consultório

Jhonatas Hugo de Oliveira Lopes

Teleconsulta

Disponibilidade

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Dúvidas respondidas

1 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Qual a diferença entre tristeza comum e sofrimento emocional relacionado ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

A tristeza comum costuma estar ligada a situações identificáveis, como dificuldades no trabalho, conflitos em relacionamentos ou frustrações do dia a dia. Nesses casos, é natural que a pessoa queira se isolar por um tempo, tenha alterações no apetite ou chore, mas a intensidade tende a ser proporcional ao ocorrido e, com o tempo, a emoção se organiza.

No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), o emocional funciona diferente. Embora também possa haver um motivo aparente, muitas vezes ele atua apenas como um gatilho para emoções muito mais intensas e difíceis de regular. Pequenos sinais, como um olhar, uma fala ou uma mudança de comportamento do outro, podem ser interpretados como rejeição ou abandono, ativando sentimentos profundos de dor, raiva ou vazio.

A principal diferença não é apenas em “sentir mais”, mas na dificuldade de regular essas emoções. As reações podem ser rápidas, intensas e, muitas vezes, difíceis de controlar, levando a comportamentos impulsivos, isolamento ou sofrimento significativo nas relações. Por isso e além disso, muitas pessoas com TPB passam a tentar evitar ou esconder o que sentem, justamente pelo receio da intensidade emocional que podem vivenciar e com o outro responder a isso.

É importante destacar que esse sofrimento é real e pode ser tratado. Com acompanhamento psicológico adequado, é possível desenvolver formas mais leves de lidar com as emoções, melhorar os relacionamentos e ter mais estabilidade no dia a dia. Não apenas visando a funcionalidade, mas na qualidade de vida.

 Jhonatas Hugo de Oliveira Lopes

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Perguntas frequentes