Prof. Lila Maria Spadoni

Psicóloga · Mais

Número de registro: CRP GO 001830

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Experiência

Sou Lila Maria Spadoni, profissional com mais de 30 anos de experiência, comprometida com o cuidado emocional, ético e individualizado. Minha atuação é pautada por uma visão sistêmica da psicanálise, o que me permite compreender o ser humano em sua complexidade e nas múltiplas dimensões dos vínculos afetivos, sociais e jurídicos.

Além do atendimento 100% online, também ofereço supervisão clínica para psicólogos, com foco especial em casos que envolvem conflitos emocionais com desdobramentos legais — um campo que exige escuta apurada, sensibilidade e embasamento técnico profundo.

Aqui, você encontra acolhimento, sigilo e um espaço seguro para pensar sobre si e sobre o outro.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicanálise

Experiência em:

  • Psicologia jurídica

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  • Atendimento Online em Psicoterapia

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  • Acompanhamento a pacientes com ansiedade

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  • Acompanhamento a pacientes com: ansiedade,depressão, fobias e traumas psicológicos

    R$ 300

  • Aconselhamento para familiares de dependentes químicos

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    Escuta atenciosa e humana, pontual e acessível. Indico!

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    Prof. Lila Maria Spadoni

    Obrigada Thaisa!


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    Dra. Lila é uma profissional muito capacitada, humana, que tem uma escuta diferenciada para lidar com nossos conflitos. Super indico

     • Atendimento on line em horários agendados Teleconsulta  • 

    Prof. Lila Maria Spadoni

    Obrigada querida! Conte sempre comigo!


  • A

    Otima supervisora, atenciosa e muito enriquecedor ter aula com ela.

     • outro lugar Outro  • 

    Prof. Lila Maria Spadoni

    Obrigada querida!! Você é muito inteligente e capacitada! Foi um prazer te supervisionar.


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Dúvidas respondidas

10 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Retardo Mental

Qual o papel da família e dos cuidadores na regulação emocional de pessoas com deficiência intelectual?

Famílias e cuidadores precisam de formação emocional, apoio psicológico e redes de suporte para poderem oferecer uma base estável às pessoas com DI. No entanto, no geral, os cuidadores acabam por esquecer que eles também precisam de cuidado e por isso podem ter reações de raiva e irritação, tornando o ambiente ameaçador pelas explosões de raiva ou negligência.
Rotinas e limites claros também ajudam a criar ambientes acolhedores e previsíveis, estruturados e afetivos que contribuem para reduzir a ansiedade e facilitar a regulação emocional. Por isso é importante organizar a vida do DI para que ele possa ter autonomia se sentindo bem com eles mesmos.
Não podemos esquecer que a família e os cuidadores são os primeiros modelos de como lidar com emoções. Por isso, é sempre bom nomear a emoção e encontrar alternativas saudáveis para lidar com a frustração. Ao nomear suas próprias emoções, os cuidadores e familiares ensinam a auto-regulação das emoções para os DI.

Prof. Lila Maria Spadoni

Olá,
há já uns 3 anos que eu não me reconheço quando olho para o espelho. Evito completamente tirar fotos ou aparecer em câmaras, e quando por acaso me vejo na câmara do telemóvel, fico desconfortável. Parece que o meu nariz fica maior, e no geral todos os meus traços parecem exagerados, como se não fossem meus.
Quando isso acontece, fico mesmo mal. Já aconteceu várias vezes começar a chorar só por me ver ao espelho e não conseguir acreditar que aquela pessoa sou eu. É estranho e frustrante.
Além disso, a minha cara parece mudar de um dia para o outro. Às vezes dou por mim a tentar lembrar como era o meu rosto no dia anterior e simplesmente não consigo. Só sei que está diferente, e isso mexe comigo.

O que estás a viver tem nome, tem explicação e tem ajuda possível. E o mais importante: você não está sozinho. Esse tipo de experiência pode estar relacionado com algo chamado dismorfia corporal, especialmente se houver uma preocupação persistente com certos traços do rosto. Mas também pode ser algo relacionado a despersonalização, quando a pessoa se sente “desconectada” do próprio corpo ou da realidade. Esses sintomas podem estar associados a períodos de stress, ansiedade ou depressão. O nosso corpo e mente têm formas muito complexas de expressar sofrimento interno. Me chama a atenção, que você coloca um marco temporal de 3 anos, que foi quando tudo começou. Você consegue identificar algo que possa ter desencadeado isso? Enfim, o seu sofrimento não é não é uma “frescura” nem vaidade. Pelo contrário, é um sofrimento legítimo, e necessita de tratamento.

Prof. Lila Maria Spadoni
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