Dra.
M. Eduarda Serafim Crispim
Psiquiatra
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sobre as especializações
João Pessoa 1 endereço
Número de registro: CRM PB 15288 - RQE 10907
16 opiniõesExperiência
Sou médica psiquiatra e escolhi a psiquiatria porque sempre me interessou compreender a pessoa por trás dos sintomas.
Atendo pessoas que estão passando por sofrimento psíquico, ansiedade, depressão, dificuldades de sono, crises emocionais, mudanças de vida, esgotamento, questões de atenção, alterações de humor ou dúvidas sobre diagnóstico e tratamento. Também tenho interesse especial em neurodesenvolvimento, infância e adolescência, sempre com cuidado, escuta e responsabilidade.
Minha formação foi construída na residência médica em Psiquiatria pela UNICAMP, com experiência em ambulatórios, enfermaria, urgência psiquiátrica, interconsulta, infância e adolescência, psicogeriatria e casos complexos. Ao longo desse percurso, aprendi que um bom atendimento não é apenas prescrever uma medicação, mas entender a história, o contexto e o momento de vida de cada pessoa.
Na consulta, procuro explicar com clareza o que estou pensando, quais são as possibilidades diagnósticas e quais caminhos de tratamento podem fazer sentido. A medicação, quando indicada, é uma ferramenta importante, mas não resume todo o cuidado.
Meu compromisso é oferecer uma psiquiatria séria, humana e possível para a vida real: com escuta, técnica, respeito e construção conjunta do tratamento.
Experiência em:
- Psiquiatria ambulatorial
- Saúde mental da mulher
- Transtornos ansiosos
- Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade
Principais doenças tratadas
- Ansiedade
- Ataque de pânico
- Transtorno da personalidade boderline
- Ansiedade na adolescência
- Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH)
- +181 a11y_sr_more_diseases
Pacientes que trato
Pagamento online aceito
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Serviços e preços
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Primeira consulta Psiquiatria
A partir de R$ 500 -
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Tratamento da esquizofrenia e outros transtornos psicóticos
A partir de R$ 400 -
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Saúde mental da mulher
A partir de R$ 400 -
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Segunda opinião em psiquiatria
R$ 450 -
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Teleconsulta de psiquiatria
R$ 500 -
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Consultórios (2)
Teleconsulta
Disponibilidade
Pagamento online aceito
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Modalidades de pagamento (visitas privadas)
- Convênios médicos aceitos neste endereço
Número de telefone
Avenida Governador Flávio Ribeiro Coutinho 500, Edificio Liv Mall | 1º andar, Jardim Oceania, João Pessoa 58037-005
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Planos de saúde aceitos
Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!
-
Outro (Reembolso)
Opiniões
16 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
- Atencioso durante a consulta
- Explicações detalhadas
- Pontual
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V
VM
Procurei a médica para investigar uma possível suspeita de TDAH e tive uma experiência excelente. Desde o início, ela foi extremamente cuidadosa, atenciosa e detalhista, buscando entender tudo com calma antes de chegar ao diagnóstico. Me senti muito confortável e à vontade durante toda a consulta, e principalmente muito segura com a forma como ela conduziu todo o processo. Saí de lá com muita confiança no diagnóstico e com a sensação de ter sido realmente ouvida e bem avaliada. Excelente profissional!
• Casulu • •
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S
Sheila Wosiacki
Excelente médica, atenciosa, a primeira psiquiatra que consultei que realmente se dedicou a entender os problemas e procurar caminhos para resolver e melhorar a qualidade de vida da minha filha. Tenho confiança em seguir o tratamento com ela.
• Casulu • Primeira consulta Psiquiatria •
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J
Julio
O atendimento foi de cordialidade e excelencia, recomendo a Dra. a todos que precisem de laudos.
• Teleconsulta - Dra Eduarda Crispim • Laudo de sanidade mental para concurso •
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D
DC
Dra. Maria Eduarda me acolheu de uma forma incrível!
• Casulu • Primeira consulta Psiquiatria •
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C
C L
Excelente profissional, atenciosa e acolhedora e muito boa ouvinte nos deixando bastante à vontade ao falar sem nos julgar apenas acolhendo com muita paciência.
• Casulu • Primeira consulta Psiquiatria •
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I
I.V
Muito simpática e atenciosa. Gosto muito das consultas com ela, sempre escuta e ajuda.
• Teleconsulta - Dra Eduarda Crispim • Teleconsulta de psiquiatria •
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D
DL
Doutora maravilhosa, me atendeu super bem! Adorei a consulta
• Teleconsulta - Dra Eduarda Crispim • Atendimento em psiquiatria clínica •
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J
JZ
Uma médica muito atenciosa, que realmente sabe escutar o seu paciente. Faço tratamento desde 2021 e mesmo tendo plano de saúde não encontrei dra igual.
• Teleconsulta - Dra Eduarda Crispim • Atendimento em psiquiatria clínica •
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M
Maria Feitosa
A Dra. Eduarda transformou minha experiência com acompanhamento psiquiátrico. Já na primeira consulta, demonstrou uma escuta atenta, acolhedora e sem julgamentos. Ela dedica tempo para entender o contexto da vida do paciente, explica cada decisão do tratamento com clareza e transmite segurança em todas as orientações.
Ela tem o conhecimento técnico e o que mais me marcou foi a humanidade no atendimento. Em nenhum momento me senti apenas mais uma consulta. Saí compreendendo melhor o que estava acontecendo comigo e com um plano de tratamento construído de forma cuidadosa e individualizada.
A pontualidade, a organização e a facilidade de comunicação também fizeram diferença durante todo o acompanhamento. Recomendo a Dra. Eduarda de olhos fechados para qualquer pessoa que esteja buscando uma psiquiatra competente, ética, atualizada e verdadeiramente comprometida com o bem-estar dos pacientes.• Teleconsulta - Dra Eduarda Crispim • Saúde mental da mulher •
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V
V.P.
Seguimento cuidadoso. Retirou remédios que não funcionavam, só deixou o necessário. De três, só sobrou um. E, antes dela, não entendia direito nem para que serviam os remédios. Tem uma boa explicação
• Casulu • Diagnóstico e tratamento do TDAH em adultos •
Dúvidas respondidas
5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como o corpo participa das reações de instinto primitivo no Transtorno de Personalidade Borderline (
Como o corpo participa das reações de instinto primitivo no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline, o corpo participa de forma central nas reações de instinto primitivo. Muitas vezes, antes que a pessoa consiga entender o que está sentindo, o corpo já reagiu. Ele acelera, contrai, esquenta, treme, paralisa, desliga ou empurra a pessoa para uma ação urgente.
Isso acontece porque algumas experiências emocionais, especialmente ligadas a rejeição, abandono, humilhação ou ameaça ao vínculo, podem ser processadas pelo cérebro como sinais de perigo. A amígdala, que participa da detecção de ameaça e da resposta emocional, pode entrar em estado de hiperalerta. Ao mesmo tempo, as regiões pré-frontais, que ajudam a modular impulsos, contextualizar a situação e pensar antes de agir, podem perder eficiência naquele momento de crise.
Em outras palavras: o corpo sente perigo antes que a mente consiga organizar a experiência. A pessoa pode até saber, em algum nível, que talvez a situação não seja tão grave, mas o organismo reage como se fosse. Uma demora na resposta, uma mudança no tom de voz ou uma sensação de afastamento podem ser vividas corporalmente como ameaça de abandono. Não é apenas uma ideia; é uma experiência física de urgência.
Quando a amígdala dispara esse alarme, o corpo entra em modo de sobrevivência. O sistema nervoso autônomo se ativa, e podem surgir taquicardia, aperto no peito, falta de ar, tremor, calor, tensão muscular, náusea, agitação ou sensação de que é preciso fazer alguma coisa imediatamente. A consciência fica mais estreita. A reflexão diminui. O impulso ganha força.
É por isso que, no TPB, algumas reações parecem desproporcionais para quem observa de fora, mas são vividas como absolutamente reais por quem está dentro da crise. A pessoa não está simplesmente “exagerando” ou “querendo chamar atenção”. Muitas vezes, ela está presa em um estado fisiológico e psíquico de ameaça.
Quando o corpo entra em modo de luta, podem aparecer explosões de raiva, ataques verbais, impulsividade ou tentativas desesperadas de impedir que o outro se afaste. Quando entra em modo de fuga, pode surgir vontade de romper vínculos, bloquear pessoas, abandonar o tratamento ou desaparecer. Quando entra em congelamento, pode haver paralisia, confusão, silêncio, desligamento ou incapacidade de responder.
A dissociação também mostra essa participação do corpo. Em estados de ameaça emocional extrema, a pessoa pode sentir que saiu de si, que está vendo a cena de fora, que o corpo não parece seu ou que a realidade ficou distante. É como se o organismo diminuísse a presença para suportar uma dor que parece grande demais.
A autolesão, quando ocorre, também precisa ser compreendida dentro dessa lógica. Ela não deve ser reduzida a manipulação ou busca de atenção. Muitas vezes, é uma tentativa desesperada de regular um estado corporal intolerável. A dor física pode dar contorno a uma dor emocional sem forma, interromper a dissociação ou produzir uma sensação breve de alívio. Isso não torna o comportamento seguro, mas ajuda a entender sua função clínica.
Por isso, no TPB, o corpo não é apenas consequência da emoção. Ele participa da crise. A amígdala aciona o alarme, o corpo entra em defesa, e a pessoa pode perder temporariamente o acesso à parte mais reflexiva de si. O sofrimento aparece como descarga, urgência, tensão, vazio, paralisia ou necessidade imediata de ação.
É aqui que o plano de segurança se torna importante. Durante a crise, não adianta depender apenas da ideia de “pensar melhor”, porque justamente naquele momento pensar está mais difícil. O plano funciona como uma espécie de apoio externo para a mente: algo simples, concreto e acessível para ser usado quando o corpo está em alarme.
Um bom plano de segurança ajuda a reconhecer sinais corporais precoces, reduzir risco, adiar impulsos perigosos, buscar apoio e atravessar a onda emocional até que a amígdala deixe de comandar sozinha a cena. Ele protege a pessoa no momento em que ela mais precisa de estrutura
Como o instinto primitivo aparece em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Como o instinto primitivo aparece em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline, o chamado “instinto primitivo” não deve ser entendido como algo animalizado, pejorativo ou como falha de caráter. Ele aparece quando a dor emocional é vivida como uma ameaça extrema e a mente entra em modo de sobrevivência.
Nesses momentos, a pessoa não está apenas “fazendo drama”, “querendo atenção” ou “escolhendo reagir mal”. Ela pode estar tomada por uma sensação interna de perigo, abandono, rejeição ou desamparo tão intensa que o corpo e a mente passam a funcionar como se fosse preciso sobreviver imediatamente. A reflexão diminui, a urgência aumenta, e o impulso ocupa o lugar do pensamento.
É por isso que, no TPB, algumas reações podem parecer desproporcionais para quem observa de fora, mas são vividas como absolutamente reais por quem está dentro da experiência. Uma demora na resposta, uma mudança no tom de voz, uma frustração ou uma separação podem ser sentidas como ameaça de abandono ou de aniquilamento psíquico. A pessoa não apenas pensa “vou ser abandonada”; ela sente isso como se estivesse acontecendo agora.
Esse modo primitivo pode aparecer como explosões de raiva, impulsividade, automutilação, dissociação, tentativas desesperadas de evitar abandono, rupturas abruptas de vínculos ou mudanças intensas na forma de perceber o outro. Alguém que era sentido como seguro pode, em poucos minutos, passar a ser percebido como indiferente, cruel ou ameaçador. Não porque o outro necessariamente mudou, mas porque o estado emocional interno reorganizou toda a percepção da realidade.
Um exemplo possível é o Hulk. A transformação não representa apenas raiva, mas um estado em que a ameaça toma conta do corpo. A pessoa deixa de responder a partir da reflexão e passa a reagir a partir da defesa. Depois, quando o estado passa, pode surgir culpa, vergonha e até estranhamento: “por que eu fiz aquilo?”, “por que eu falei daquele jeito?”, “parecia que eu não era eu”.
Outro exemplo é Wanda Maximoff, em WandaVision. Diante de uma dor impossível de elaborar, ela cria uma realidade alternativa. Psicopatologicamente, isso ajuda a pensar a dissociação: quando a realidade se torna insuportável, a mente tenta se proteger desligando, afastando ou distorcendo aquilo que dói demais.
Em Garota, Interrompida, também aparece algo importante: a impulsividade e a autolesão não são apenas comportamentos problemáticos, mas tentativas desesperadas de regular uma dor que não encontrou outra via de expressão. Quando o sofrimento não consegue ser simbolizado, ele pode aparecer no corpo, no ato, no corte, na ruptura ou na urgência.
Assim, o instinto primitivo no TPB aparece quando a pessoa perde temporariamente a capacidade de sair do estado de ameaça. Ela fica presa em modo de sobrevivência. E, quando alguém está em modo de sobrevivência, não basta dizer “calma”, “pense melhor” ou “isso não é tão grave”. Para aquela pessoa, naquele momento, é grave. É real. É urgente.
O tratamento entra justamente aí: ajudar a pessoa a reconhecer esse estado antes que ele comande tudo. O objetivo não é julgar o impulso, mas criar espaço entre a emoção e a ação. Aos poucos, aquilo que antes vinha como explosão, fuga, ataque, autodestruição ou desespero pode começar a ser nomeado, pensado e compartilhado.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.
Perguntas frequentes
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Quais são as principais especialidades de M. Eduarda Serafim Crispim?M. Eduarda Serafim Crispim é psiquiatra. Te mostramos alguns dos serviços oferecidos pelo especialista graças à sua trajetória e vasta experiência: Teleconsulta de psiquiatria, Teleconsulta de psiquiatria (para brasileiros no exterior), Terapia Cognitivo Comportamental, Tratamento do transtorno de estresse pós-traumático, Tratamento em transtorno obsessivo compulsivo (TOC), Tratamento para compulsão alimentar, Tratamento da síndrome do pânico, Tratamento da insônia, Tratamento da esquizofrenia e outros transtornos psicóticos, Tratamento da depressão.
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Onde fica o consultório de M. Eduarda Serafim Crispim?M. Eduarda Serafim Crispim atende em:
- Avenida Governador Flávio Ribeiro Coutinho 500 João Pessoa
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Posso passar por atendimento online com M. Eduarda Serafim Crispim, sem ter que ir até o consultório?Sim, M. Eduarda Serafim Crispim oferece atendimento online. Basta selecionar "Teleconsulta" ao agendar sua consulta e você poderá ver as datas e horários disponíveis.
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Quais métodos de pagamento são aceitos por M. Eduarda Serafim Crispim?M. Eduarda Serafim Crispim aceita os seguintes métodos de pagamento: Dinheiro, PIX.
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Em quais idiomas M. Eduarda Serafim Crispim atende?M. Eduarda Serafim Crispim atende em Inglês, Português.
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Como posso marcar uma consulta com M. Eduarda Serafim Crispim?O calendário que M. Eduarda Serafim Crispim exibe em seu perfil na Doctoralia é atualizado em tempo real. Tudo o que precisa é escolher o dia e a hora que forem mais convenientes para você. O agendamento é gratuito e você também recebe um lembrete antes da consulta.
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Quando poderia me consultar com M. Eduarda Serafim Crispim?M. Eduarda Serafim Crispim costuma ter horários disponíveis dentro da mesma semana ou para a semana seguinte. Verifique o calendário: você verá o primeiro horário disponível, atualizado em tempo real. Caso o horário sugerido não funcione para você, verifique outras datas. Agendar uma consulta é sempre imediato e gratuito.
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O que outros pacientes opinam sobre M. Eduarda Serafim Crispim?Um total de 16 pacientes já deixou uma opinião honesta e real sobre M. Eduarda Serafim Crispim, que tem uma avaliação média de 5 estrelas (de 5).
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Quais são os convênios aceitos por M. Eduarda Serafim Crispim?Estes são alguns dos convênios aceitos por M. Eduarda Serafim Crispim: Outro (Reembolso). Verifique a lista completa de convênios aceitos.