Maria Yaguna

Psicóloga · Mais

Número de registro: CRP RS 37122

5 opiniões
Tempo estimado de resposta:

Experiência

Psicóloga clínica especializada em trauma com experiência em relacionamentos interpessoais. Atendimento a pessoas altamente sensíveis (PAS). Com um enfoque acolhedor, ajudo meus pacientes a navegarem por processos emocionais difíceis, proporcionando um espaço seguro e respeitoso para a expressão e cura emocional. Acredito no poder do apoio empático e na importância de compreender as nuances dos traumas emocionais para promover um bem-estar duradouro. Meu compromisso com o desenvolvimento pessoal de cada paciente é guiado por técnicas terapêuticas inovadoras e abordagem individualizada, garantindo que cada jornada terapêutica seja única e transformadora. A colaboração com os pacientes para superar desafios psicológicos é a essência do meu trabalho, refletindo minha dedicação e o valor que vejo em cada pessoa e cada progresso compartilhado. Atendo online pessoas a partir dos 14 anos, casais e família. Mesmo de forma remota, é essencial que o atendimento respeite a importância das suas dores, tratando preocupações e processos de vida com segurança. Além disso, garantir o sigilo das informações compartilhadas é fundamental para estabelecer uma relação de confiança e gerar vínculo seguro, que é a base de uma relação terapêutica. Também atendo na modalidade Psicoterapia Breve Focal (PBF), que é uma abordagem terapêutica concisa e direcionada, ideal para lidar com questões específicas, eventos marcantes ou problemas bem definidos. A PBF possui um tempo preestabelecido e um número limitado de sessões, que são organizados com o paciente no pré agendamento gratuito. O foco central da PBF reside na identificação clara do problema principal trazido pelo paciente. Terapeuta e paciente colaboram ativamente para definir esse foco e estabelecer objetivos terapêuticos realistas e alcançáveis dentro do período determinado. A intervenção se concentra em compreender os padrões de pensamento e comportamento relacionados ao problema, buscando promover mudanças significativas em um curto espaço de tempo. Essa modalidade de terapia é particularmente eficaz em situações de crise, como lutos, separações, perdas de emprego, ou no tratamento de sintomas específicos como ansiedade e estresse. Ao invés de explorar a história de vida do paciente em profundidade, a PBF prioriza o "aqui e agora" em relação ao foco estabelecido, utilizando as ferramentas e recursos do próprio paciente para a resolução do problema.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia do trauma

Experiência em:

  • Psicologia clínica
  • Terapia psicossomática

Pacientes que trato

Adultos

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Primeira consulta gratuita online

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  • Terapia de Casal Online

    A partir de R$ 100

  • Terapia online

    A partir de R$ 100

  • Acolhimento psicológico breve

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  • Acompanhamento a pacientes com: ansiedade,depressão, fobias e traumas psicológicos

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Pagamento após a consulta

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Número de telefone

(53) 3302...
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Maria Yaguna

Marechal Floriano, Bagé 96408-750

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Outro (Reembolso)

5 opiniões

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  • T

    Maria é a certeza de uma escuta atenta, cuidadosa e extremamente humana. Uma pessoa sensível e que guia o processo terapêutico de forma excelente. Recomendo muito!

     • Teleconsulta Terapia online  • 

    Maria Yaguna

    Grata pelo teu carinho e por dar esse feedback.


  • L

    Gosto muito da abordagem dela, me traz tranquilidade

     • outro lugar Outro  • 

    Maria Yaguna

    Querida! Grata pelo carinho. Esse feedback é importante.


  • J

    Quem busca tratamento terapêutico psicológico sabe a importância de conseguir estabelecer e manter um bom vínculo com seu terapeuta e que, isso não acontece sempre. Mas com a Maria esse processo se deu naturalmente, pois ela é uma excelente profissional. Extremamente acolhedora, empática, solícita e que entende com responsabilidade o importante papel que tem na vida de seus pacientes. Busca o estudo, aprofundamento e atualização contínua, bem como a participação nas redes sociais, com um conteúdo preparado com embasamento e sensibilidade. Confio muito e recomendo!

     • Teleconsulta Terapia online  • 

    Maria Yaguna

    Muito obrigada Ju! Sempre gentil e carinhosa.


  • A

    Profissional ótima, atendimento top, muito empática, Recomendo!!!!!

     • Teleconsulta Outro  • 

    Maria Yaguna

    Muito obrigada pelo carinho.


  • P

    Excelente profissional, pontual, de ótimo atendimento

     • Teleconsulta Outro  • 

    Maria Yaguna

    Agradeço de coração.


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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou que sinta desafios eu costumo sofrer, mas permaneço, porém em relações de afeto e tranquilas, em algum momento me encontro com ansiedade e pensamentos de medo excessivo de um dia estragar a relação por não amar de verdade a pessoa ou magoá-la, algo que não sinto em relações desafiadoras, estou ficando com uma pessoa uns meses após sair de uma relação que me era desafiadora e finalmente saí quando senti que deveria ter alguém que me amasse, porém ao me sentir desejada e vista por alguém, comecei a ter ansiedade e aperto no peito novamente, tenho medo de nunca conseguir quebrar esse ciclo e medo de talvez ser uma pessoa incapaz de amar de verdade, queria muito não sentir esses medos e permitir conhecer as pessoas e me relacionar com elas antes de sentir esses sentimentos e acabar com tudo

Olá! Sinto muito pelo que você está atravessando, sua experiência merece acolhimento. Do ponto de vista clínico, as “respostas” à sua questão exigem uma compreensão mais aprofundada dos seus processos internos e do contexto relacional. Ainda assim, com base no que você descreveu, posso oferecer algumas hipóteses iniciais para explorarmos: É comum alguém sentir “química” em relações caóticas e estranhar relações calmas; isso se explica por padrões de apego, repetição de modelos familiares, reforço intermitente e confusão entre excitação e amor. A boa notícia: dá para reconfigurar esse padrão. Muitas vezes, relações tranquilas podem parecer “estranhas” porque não ressoam com o script emocional internalizado. Afeto que vem em doses imprevisíveis (aproxima/afasta) é um dos reforços mais potentes para manter um comportamento. Isso torna relações complicadas mais “viciante” que relações estáveis. Alta ativação fisiológica (ciúme, medo, incerteza) pode ser confundida com paixão. O “frio na barriga” da instabilidade é facilmente interpretado como intensidade romântica. Crenças como “não sou digna de amor estável” ou “amor sempre machuca” levam a escolhas que confirmam esses roteiros. Relações seguras exigem "receber cuidado sem se sabotar", o que pode ativar medo de intimidade/abandono. Você pode começar com pequenos passos de mudança e acompanhamento profissional para trabalhar esse processo com você! Você pode utilizar Mindfulness/respiração para habituar o corpo à segurança.
Nomeie: “isso é calma, não tédio”. Observe sinais corporais sem agir impulsivamente. Espero ter ajudado um pouquinho. Abraço!

 Maria Yaguna

Ultimamente tenho me sentido muito cansada mentalmente, mesmo sem estar fazendo muitas coisas. É como se eu carregasse um peso constante durante todo o dia. Tenho episódios em que interrompo o uso do antidepressivo, e não sei exatamente por que isso acontece. Sempre surgem pensamentos de que vou ficar assim para sempre e que nunca vou melhorar.

Tenho ansiedade generalizada e percebo que penso de forma muito negativa na maior parte do tempo. Diariamente me sinto triste, angustiada e ansiosa por qualquer coisa, sem motivação e sem esperança. Esses sentimentos se intensificam principalmente em relação ao tratamento medicamentoso. Apesar de o remédio me ajudar bastante quando estou usando corretamente, acabo abandonando o tratamento em alguns momentos, sem entender exatamente o motivo.

Acredito que esses episódios possam estar relacionados a sintomas depressivos associados à ansiedade, pois tenho pensamentos frequentes de que nada vai dar certo, que nada muda e que vou permanecer assim para sempre. Nessas fases, sinto uma grande falta de motivação e esperança, além de vontade constante de dormir e dificuldade de reagir às coisas do dia a dia, o porque que isso acontece?

Olá, sinto muito pelo que está passando. Sobre o abandono da medicação, a interrupção é comum. Estudos em cuidados primários e psiquiatria mostram taxas elevadas de abandono, especialmente sem acompanhamento próximo.
As causas são multifatoriais: fatores do medicamento, da pessoa, do contexto e do sistema de saúde.
Somente com seu relato é dificil uma resposta mais efetiva, pois deveria haver uma melhor contextualização de muitos precedentes.
Mas posso citar alguns fatores: é possível que existam crenças, expectativas e estigma
“Se me sinto melhor, não preciso mais” (interrupção precoce após melhora parcial).
Pode existir um estigma interno/externo sobre uso de psicotrópicos.
Crenças negativas sobre medicamentos (Nocebo) e desconfiança do tratamento.
Expectativas irreais: desejar alívio total e imediato, ou ausência completa de efeitos colaterais.
Sintomas e características pessoais também podem ter a consequência de interromper o tratamento: sintomas da própria depressão: baixa motivação, esquecimento, desesperança (reduzem adesão).
Experiências anteriores negativas com medicação ou diagnóstico e comorbidades.
Como você diz sentir "fases" de falta de motivação e esperança, seria um caminho a explorar com acompanhamento profissional. Espero ter ajudado um pouquinho! Um abraço

 Maria Yaguna
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Perguntas frequentes