Experiência

Sou psicóloga clínica e meu trabalho é voltado para mulheres que desejam compreender melhor a si mesmas, seus relacionamentos e os padrões que acabam se repetindo ao longo da vida.

Atendo mulheres que estão vivendo conflitos nos relacionamentos, dificuldades para estabelecer limites, dependência emocional, baixa autoestima, relações abusivas ou que simplesmente sentem que estão sempre repetindo histórias que gostariam de deixar para trás.

Minha atuação tem como base a abordagem psicanalítica, aliada à minha formação em neuropsicologia e aos estudos sobre desenvolvimento emocional. Acredito que a terapia não deve oferecer respostas prontas, mas criar um espaço seguro para que cada mulher possa olhar para sua própria história, compreender seus conflitos e construir novas possibilidades.

Meu atendimento é exclusivamente online, com acolhimento, escuta e respeito à singularidade de cada paciente.

Se você sente que está vivendo os mesmos ciclos, se perdeu de si mesma dentro de uma relação ou simplesmente percebeu que precisa olhar com mais cuidado para a própria história, a terapia pode ser um lugar para começar.

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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr

Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Mariane Santana

É compreensível pensar assim quando algumas pessoas importantes foram embora. A autossuficiência pode parecer mais segura do que correr o risco de se apegar e depois perder.
Mas existe uma diferença entre saber estar sozinha e evitar vínculos para não sofrer.
As pessoas realmente entram e saem da nossa vida. Nem todo vínculo precisa durar para sempre para ter sido importante. Talvez o ponto seja não deixar o medo da perda impedir novas conexões. Eu te perguntaria: você escolhe estar sozinha porque realmente gosta ou porque aprendeu que é mais seguro não precisar de ninguém?
Autonomia é saber ficar bem consigo mesma. Isolamento, às vezes, também pode ser uma forma de proteção.


Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coi

Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coisa e não costumo sair de casa. Estou grávida de 4 meses, e por ver que tava horrível pra mim psicologicamente resolvi me mudar pro bem do bebe, ainda em processo de mudança sem dizer a minha mãe. Fiquei desesperada com a gravidez e agora mesmo tentando gostar e ver algo novo na minha vida, minha cabeça está me fazendo pensar que ele é amado e eu não, e que a viva que eu finalmente poderia começar não é minha, mas sim será pro bebe. O que fazer? Como é possível não ter planos e objetivos na vida, e ao mesmo tempo acreditar que um filho a caminho roubará a minha vida?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Mariane Santana

É possível sentir tudo isso ao mesmo tempo. Uma gravidez pode trazer alegria, medo, culpa e até a sensação de que a própria vida ficou em segundo plano. Isso não significa que você não ame seu bebê ou que será uma mãe ruim.
Talvez uma parte importante do que esteja acontecendo seja o medo de que, justamente agora que você percebeu que gostaria de começar a viver mais, sua vida passe a girar apenas em torno de outra pessoa.
E isso merece ser olhado com cuidado. Seu filho não precisa ocupar o lugar de todos os seus planos, desejos e relações. Ser mãe será uma parte importante da sua vida, mas não precisa ser a sua única identidade.
Você também pode construir uma vida que seja sua: fazer planos, conhecer pessoas, descobrir interesses, trabalhar, estudar, sair, criar vínculos. A maternidade pode fazer parte dessa vida sem apagar quem você é.
E como você relata que está se sentindo muito mal psicologicamente durante a gestação, eu não tentaria atravessar isso sozinha. Procure acompanhamento psicológico e, se esses pensamentos estiverem muito intensos ou vierem acompanhados de desesperança, falta de vontade de viver ou pensamentos de machucar você ou o bebê, procure atendimento de saúde imediatamente.


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