Algiprofen - Informações, especialistas e perguntas frequentes
Uso de Algiprofen
Indicações de Algiprofen
Artrite reumatóide, espondilite anquilosante, gota, condrocalcinose, reumatismo psoriático, síndrome de Reiter, pseudo-artrite rizomélica, lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, periartrite nodosa, osteoartrites, periartrite escapuloumeral, bursites, capsulites, sinovites, tenossinovites, tendinites, epicondilites. Lesões traumáticas como contusões e esmagamentos, fraturas, entorses, luxações. Algias diversas como nevralgias cervicobraquiais, cervicalgia, lombalgia, ciática.
Contra-Indicações de Algiprofen
Hipersensibilidade ao cetoprofeno ou a outro inibidor da síntese de prostaglandinas.Durante crise asmática em pacientes alérgicos ao ácido acetilsalicílico; úlcera gastroduodenal em evolução; insuficiência hepatocelular grave; insuficiência renal grave, antecedentes de retorragia (para supositórios); tratamento anticoagulante em andamento (risco de hematoma, assim como para todos os medicamentos injetáveis por via intramuscular); crianças com idade inferior a 15 anos: durante a gravidez e amamentação.
Artrite reumatóide, espondilite anquilosante, gota, condrocalcinose, reumatismo psoriático, síndrome de Reiter, pseudo-artrite rizomélica, lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, periartrite nodosa, osteoartrites, periartrite escapuloumeral, bursites, capsulites, sinovites, tenossinovites, tendinites, epicondilites. Lesões traumáticas como contusões e esmagamentos, fraturas, entorses, luxações. Algias diversas como nevralgias cervicobraquiais, cervicalgia, lombalgia, ciática.
Contra-Indicações de Algiprofen
Hipersensibilidade ao cetoprofeno ou a outro inibidor da síntese de prostaglandinas.Durante crise asmática em pacientes alérgicos ao ácido acetilsalicílico; úlcera gastroduodenal em evolução; insuficiência hepatocelular grave; insuficiência renal grave, antecedentes de retorragia (para supositórios); tratamento anticoagulante em andamento (risco de hematoma, assim como para todos os medicamentos injetáveis por via intramuscular); crianças com idade inferior a 15 anos: durante a gravidez e amamentação.
Precauções especiais
Como Usar (Posologia)
Injetável: intramuscular profunda (região glútea). 1 ampola cada 12 horas, a critério médico. - Superdosagem: deve-se instituir tratamento sintomático.
Laboratório
Eurofarma Labs. Ltda.
Precauções
Nas doenças infecciosas, mesmo controladas, os sinais habituais de infecção pode ser mascarados. Em pacientes idosos é recomendável uma diminuição da posologia. O cetoprofeno não deve ser administrado em crianças menores de 15 anos; No início do tratamento, o volume urinário e a função renal devem ser cuidadosamente monitorizados em pacientes com insuficiência cardíaca, cirrose ou nefropatias crônicas, naqueles que fazem uso de diuréticos, após intervenção cirúrgica com hipovolemia e, especialmente, em idosos. O cetoprofeno pode ser associado a um opiáceo nos casos de dores intensas. Devido ao risco do cetoprofeno causar tontura, recomenda-se cautela em pacientes que dirigem ou que operam máquinas. Gravidez: o uso de cetoprofeno é contra-indicado durante os três primeiros meses e também durante o terceiro trimestre da gestação, pois todo inibidor da síntese de prostaglandinas pode causar fetotoxicidade cardiopulmonar (hipertensão pulmonar com fechamento prematuro do ducto arterial) e renal. Provoca risco de retardar o trabalho de parto ou de eventuais manifestações hemorrágicas no recém-nascido. Amamentação: o cetoprofeno não deve ser administrado durante a amamentação. O cetoprofeno pode causar retenção de líquidos e o aumento das concentrações plasmáticas de creatinina. Em geral, estes efeitos são transitórios e ocorrem na ausência de sintomas, podem ser mais comuns nos pacientes tratados com diuréticos ou com idade acima de 60 anos; a função renal, nestes casos, deve ser continuamente observada. - Interações medicamentosas: associações desaconselhadas: outros antiinflamatórios não esteroidais, inclusive altas dosagens de salicilatos: aumento do risco de ulceração e hemorragia gastrintestinal por sinergia aditiva. Anticoagulantes orais, heparina por via parenteral e ticlopidina: aumento do risco hemorrágico por inibição da função plaquetária e irritação da mucosa gastroduodenal. Se o tratamento concomitante não puder ser evitado, deve ser realizada uma cuidadosa monitorização clínica e laboratorial (tempo de sangramento e tempo de protrombina). Hipoglicemiantes orais: o cetoprofeno pode causar um aumento do efeito hipoglicemiante das sulfamidas (por deslocamento de suas ligações às proteínas plasmáticas). Dispositivos intra-uterinos: possibilidade de diminuição da eficácia. Lítio: aumento do nível plasmático de lítio pela diminuição da excreção renal, podendo atingir níveis tóxicos. Realizar, se necessário, uma cuidadosa monitorização dos níveis de lítio e ajuste da dosagem de lítio durante o tratamento concomitante e após a descontinuação do uso de antiinflamatórios não esteroidais. Metotrexato: aumento da toxicidade hematológica, especialmente quando administrado em altas doses (> 15 mg/semana), devido à diminuição do clearance renal. Em caso de tratamento anterior com cetoprofeno, o uso do mesmo deve ser interrompido 12 horas antes da administração de metotrexato e não pode ser administrado antes de 12 horas após o tratamento com metotrexato. Associações que necessitam de cuidados: metotrexato (< 15 mg/semana): controle semanal do hemograma, durante as primeiras semanas do uso da associação. Deve-se monitorar as alterações (mesmo que pequenas) da função renal em idosos. Diuréticos: risco de insuficiência renal aguda em pacientes desidratados devido à diminuição da filtração glomerular (diminuição da síntese das prostaglandinas renais). Manter o paciente hidratado e com as funções renais monitorizadas no início do tratamento. Pentoxifilina: aumento do risco hemorrágico. Reforçar a vigilância sanitária clínica e controlar o tempo de sangramento com maior freqüência. Associações a serem consideradas: anti-hipertensivos (b-bloqueadores, inibidores da enzima de conversão, diuréticos): redução do efeito anti-hipertensivo por inibição das prostaglandinas vasodilatadoras. Trombolíticos: aumento do risco hemorrágico.
Injetável: intramuscular profunda (região glútea). 1 ampola cada 12 horas, a critério médico. - Superdosagem: deve-se instituir tratamento sintomático.
Laboratório
Eurofarma Labs. Ltda.
Precauções
Nas doenças infecciosas, mesmo controladas, os sinais habituais de infecção pode ser mascarados. Em pacientes idosos é recomendável uma diminuição da posologia. O cetoprofeno não deve ser administrado em crianças menores de 15 anos; No início do tratamento, o volume urinário e a função renal devem ser cuidadosamente monitorizados em pacientes com insuficiência cardíaca, cirrose ou nefropatias crônicas, naqueles que fazem uso de diuréticos, após intervenção cirúrgica com hipovolemia e, especialmente, em idosos. O cetoprofeno pode ser associado a um opiáceo nos casos de dores intensas. Devido ao risco do cetoprofeno causar tontura, recomenda-se cautela em pacientes que dirigem ou que operam máquinas. Gravidez: o uso de cetoprofeno é contra-indicado durante os três primeiros meses e também durante o terceiro trimestre da gestação, pois todo inibidor da síntese de prostaglandinas pode causar fetotoxicidade cardiopulmonar (hipertensão pulmonar com fechamento prematuro do ducto arterial) e renal. Provoca risco de retardar o trabalho de parto ou de eventuais manifestações hemorrágicas no recém-nascido. Amamentação: o cetoprofeno não deve ser administrado durante a amamentação. O cetoprofeno pode causar retenção de líquidos e o aumento das concentrações plasmáticas de creatinina. Em geral, estes efeitos são transitórios e ocorrem na ausência de sintomas, podem ser mais comuns nos pacientes tratados com diuréticos ou com idade acima de 60 anos; a função renal, nestes casos, deve ser continuamente observada. - Interações medicamentosas: associações desaconselhadas: outros antiinflamatórios não esteroidais, inclusive altas dosagens de salicilatos: aumento do risco de ulceração e hemorragia gastrintestinal por sinergia aditiva. Anticoagulantes orais, heparina por via parenteral e ticlopidina: aumento do risco hemorrágico por inibição da função plaquetária e irritação da mucosa gastroduodenal. Se o tratamento concomitante não puder ser evitado, deve ser realizada uma cuidadosa monitorização clínica e laboratorial (tempo de sangramento e tempo de protrombina). Hipoglicemiantes orais: o cetoprofeno pode causar um aumento do efeito hipoglicemiante das sulfamidas (por deslocamento de suas ligações às proteínas plasmáticas). Dispositivos intra-uterinos: possibilidade de diminuição da eficácia. Lítio: aumento do nível plasmático de lítio pela diminuição da excreção renal, podendo atingir níveis tóxicos. Realizar, se necessário, uma cuidadosa monitorização dos níveis de lítio e ajuste da dosagem de lítio durante o tratamento concomitante e após a descontinuação do uso de antiinflamatórios não esteroidais. Metotrexato: aumento da toxicidade hematológica, especialmente quando administrado em altas doses (> 15 mg/semana), devido à diminuição do clearance renal. Em caso de tratamento anterior com cetoprofeno, o uso do mesmo deve ser interrompido 12 horas antes da administração de metotrexato e não pode ser administrado antes de 12 horas após o tratamento com metotrexato. Associações que necessitam de cuidados: metotrexato (< 15 mg/semana): controle semanal do hemograma, durante as primeiras semanas do uso da associação. Deve-se monitorar as alterações (mesmo que pequenas) da função renal em idosos. Diuréticos: risco de insuficiência renal aguda em pacientes desidratados devido à diminuição da filtração glomerular (diminuição da síntese das prostaglandinas renais). Manter o paciente hidratado e com as funções renais monitorizadas no início do tratamento. Pentoxifilina: aumento do risco hemorrágico. Reforçar a vigilância sanitária clínica e controlar o tempo de sangramento com maior freqüência. Associações a serem consideradas: anti-hipertensivos (b-bloqueadores, inibidores da enzima de conversão, diuréticos): redução do efeito anti-hipertensivo por inibição das prostaglandinas vasodilatadoras. Trombolíticos: aumento do risco hemorrágico.
Efeitos adversos e efeitos colaterais
Efeitos Colaterais de Algiprofen
Erupção, rash cutâneo, prurido; crise asmática, vertigem, sonolência e cefaléia; dermatose bolhosa (síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell); diminuição moderada dos níveis de hemoglobina, leucopenia. Possibilidade de agravamento de insuficiência renal preexistente.
Erupção, rash cutâneo, prurido; crise asmática, vertigem, sonolência e cefaléia; dermatose bolhosa (síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell); diminuição moderada dos níveis de hemoglobina, leucopenia. Possibilidade de agravamento de insuficiência renal preexistente.
Quais profissionais prescrevem Algiprofen?
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.