Ariproxina - Informações, especialistas e perguntas frequentes
Uso de Ariproxina
Indicações de Ariproxina
A amoxicilina é indicada no combate às infecções causadas por germes sensíveis à amoxicilina. A amoxicilina é ativa contra Streptococcus sp. e Staphylococcus sp., não produtoras de beta-lactamases, Pneumococcus sp., Enterococcus sp., Listeria, Corynebacteria, Clostridia, Bacillus anthracis, Erysipelothrix, Rhusiopathial e bactérias Gram-negativas: Meningococcus, Gonococcus, Bordetella pertussis, Haemophilus influenzae e parainfluenzae, Escherichia coli, Proteus mirabilis, Salmonellae e Shigellae.
Contra-Indicações de Ariproxina
A amoxicilina é contra-indicada a pacientes com histórico de hipersensibilidade às penicilinas. É também contra-indicado nas infecções causadas por Staphilococcus penicilino-resistentes e nas produzidas por bacilo piociânico, ricktesias e virus.
A amoxicilina é indicada no combate às infecções causadas por germes sensíveis à amoxicilina. A amoxicilina é ativa contra Streptococcus sp. e Staphylococcus sp., não produtoras de beta-lactamases, Pneumococcus sp., Enterococcus sp., Listeria, Corynebacteria, Clostridia, Bacillus anthracis, Erysipelothrix, Rhusiopathial e bactérias Gram-negativas: Meningococcus, Gonococcus, Bordetella pertussis, Haemophilus influenzae e parainfluenzae, Escherichia coli, Proteus mirabilis, Salmonellae e Shigellae.
Contra-Indicações de Ariproxina
A amoxicilina é contra-indicada a pacientes com histórico de hipersensibilidade às penicilinas. É também contra-indicado nas infecções causadas por Staphilococcus penicilino-resistentes e nas produzidas por bacilo piociânico, ricktesias e virus.
Precauções especiais
Como Usar (Posologia)
Uma cápsula de 8 em 8 horas.
Interações Medicamentosas
A probenecida retarda a excreção da amoxicilina. O seu uso concomitante pode resultar em aumento do nível de amoxicilina no sangue. A administração concomitante de alopurinol e ampicilina aumenta a incidência de rush cutâneo, em relação a pacientes que receberam apenas ampicilina. Não se sabe se esse efeito é devido apenas ao alopurinol ou à hiperuricemia presente nesses pacientes. Não há dados sobre a administração concomitante de halopurinol e amoxicilina. A ingestão de álcool deve ser evitada durante alguns dias após o tratamento com Ariproxina. Ariproxina não deve ser administrada junto com dissulfiram. O prolongamento dos tempos de sangramento e de protrombina foram relatados em alguns pacientes que estavam recebendo o produto. Utilizar Ariproxina com cautela em pacientes que estão sob tratamento com anticoagulantes. Assim como acontece com outros antibióticos de largo espectro, Ariproxina pode reduzir a eficácia dos contraceptivos orais. As pacientes devem ser avisadas sobre este fato.
Laboratório
Ariston Inds. Químs. e Farms. Ltda.
Remédios da mesma Classe Terapêutica Adermikon C, Ambezetal, Amicilon, Amikin, Amoxicilina (genérico)
Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo Amoxicilina (genérico), Amoxifar, Amoxil-bd, Amplamox Ac, Cibramox
Pacientes Idosos
O produto pode ser utilizado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que se observe as precauções necessárias. M.s. 1.0270.0110 Farm. resp.: dra. eliana de paula dias oriolo - crf-sp 6704 Ariston indústrias químicas e farmacêuticas ltda. Rua adherbal stresser, 84 - jardim arpoador São paulo - sp - cep 05566-000 Serviço ao consumidor ariston: 0800-55-6222 C.n.p.j. 61.391.769/0001-72 - indústria brasileira
Precauções e Advertências
Apesar do produto apresentar baixa toxicidade, em relação aos antibióticos pertencentes ao grupo das penicilinas, é aconselhável a monitoração das funções hepática, renal e hematopoiética, durante as terapias prolongadas. Um alto número de pacientes com mononucleose e que receberam amoxicilina,desenvolveram um rush cutâneo eritematoso. Portanto, pacientes com suspeita de mononucleose não devem receber amoxicilina. Superinfecções por fungos ou bactérias (geralmente Pseudomonas e Candida) pode ocorrer durante a terapia. Nesse caso, o tratamento deve ser interrompido e a terapia apropriada deve ser instituída. A insuficiência renal não retarda o tempo de excreção para a amoxicilina. Entretanto, a dose terapêutica deve ser ajustada, a critério médico, em cada caso de paciente com insuficiência renal moderada ou grave. Reações anafiláticas sérias e muitas vezes fatais tem sido relatadas durante o tratamento com diversos derivados penicilânicos. Embora a anafilaxia ocorra com maior freqüência durante o uso parenteral, pode também ocorrer em pacientes que recebem tratamento oral. Essas reações ocorrem com maior freqüência em pacientes com história de hipersensibilidade à penicilina ou a outros alergenos. Pacientes com hipersensibilidade à penicilina tiveram reações alérgicas graves ao receberem tratamento com cefalosporinas. Portanto, antes de iniciar um tratamento com penicilânicos, deve ser efetuada uma criteriosa pesquisa do passado alérgico do paciente quanto a reações às penicilinas, cefalosporinas e outros alergenos. Caso ocorra reação alérgica, o tratamento deve ser descontinuado e terapêutica adequada deve ser instituída. Reações anafiláticas requerem tratamento de emergência com adrenalina, ventilação artificial, esteróides endovenosos e entubação, se necessário. Algumas modificações hepáticas ocorreram em alguns pacientes durante o tratamento com amoxicilina. Portanto, o produto deve ser usado com cautela em pacientes com disfunção hepática grave. Estudos em animais não detectaram que o produto atravessa a barreira placentária e não foram detectados efeitos teratogênicos. Não há estudos em humanos com o uso da amoxicilina durante a gravidez. Não é recomendável o uso deste produto nos três primeiros meses de gravidez. O produto pode ser usado na lactação. Com exceção do risco de sensibilização, associada às pequenas quantidades excretadas no leite materno, não há efeitos nocivos para a criança.
Superdosagem
É pouco provável que apareçam sintomas de superdosagem com este produto. Entretanto, poderão surgir sintomas gastrintestinais e distúrbios do balanço hidroeletrolítico. Nestes casos, o tratamento é sintomático. A amoxicilina pode ser removida da circulação por hemodiálise.
Uma cápsula de 8 em 8 horas.
Interações Medicamentosas
A probenecida retarda a excreção da amoxicilina. O seu uso concomitante pode resultar em aumento do nível de amoxicilina no sangue. A administração concomitante de alopurinol e ampicilina aumenta a incidência de rush cutâneo, em relação a pacientes que receberam apenas ampicilina. Não se sabe se esse efeito é devido apenas ao alopurinol ou à hiperuricemia presente nesses pacientes. Não há dados sobre a administração concomitante de halopurinol e amoxicilina. A ingestão de álcool deve ser evitada durante alguns dias após o tratamento com Ariproxina. Ariproxina não deve ser administrada junto com dissulfiram. O prolongamento dos tempos de sangramento e de protrombina foram relatados em alguns pacientes que estavam recebendo o produto. Utilizar Ariproxina com cautela em pacientes que estão sob tratamento com anticoagulantes. Assim como acontece com outros antibióticos de largo espectro, Ariproxina pode reduzir a eficácia dos contraceptivos orais. As pacientes devem ser avisadas sobre este fato.
Laboratório
Ariston Inds. Químs. e Farms. Ltda.
Remédios da mesma Classe Terapêutica Adermikon C, Ambezetal, Amicilon, Amikin, Amoxicilina (genérico)
Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo Amoxicilina (genérico), Amoxifar, Amoxil-bd, Amplamox Ac, Cibramox
Pacientes Idosos
O produto pode ser utilizado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que se observe as precauções necessárias. M.s. 1.0270.0110 Farm. resp.: dra. eliana de paula dias oriolo - crf-sp 6704 Ariston indústrias químicas e farmacêuticas ltda. Rua adherbal stresser, 84 - jardim arpoador São paulo - sp - cep 05566-000 Serviço ao consumidor ariston: 0800-55-6222 C.n.p.j. 61.391.769/0001-72 - indústria brasileira
Precauções e Advertências
Apesar do produto apresentar baixa toxicidade, em relação aos antibióticos pertencentes ao grupo das penicilinas, é aconselhável a monitoração das funções hepática, renal e hematopoiética, durante as terapias prolongadas. Um alto número de pacientes com mononucleose e que receberam amoxicilina,desenvolveram um rush cutâneo eritematoso. Portanto, pacientes com suspeita de mononucleose não devem receber amoxicilina. Superinfecções por fungos ou bactérias (geralmente Pseudomonas e Candida) pode ocorrer durante a terapia. Nesse caso, o tratamento deve ser interrompido e a terapia apropriada deve ser instituída. A insuficiência renal não retarda o tempo de excreção para a amoxicilina. Entretanto, a dose terapêutica deve ser ajustada, a critério médico, em cada caso de paciente com insuficiência renal moderada ou grave. Reações anafiláticas sérias e muitas vezes fatais tem sido relatadas durante o tratamento com diversos derivados penicilânicos. Embora a anafilaxia ocorra com maior freqüência durante o uso parenteral, pode também ocorrer em pacientes que recebem tratamento oral. Essas reações ocorrem com maior freqüência em pacientes com história de hipersensibilidade à penicilina ou a outros alergenos. Pacientes com hipersensibilidade à penicilina tiveram reações alérgicas graves ao receberem tratamento com cefalosporinas. Portanto, antes de iniciar um tratamento com penicilânicos, deve ser efetuada uma criteriosa pesquisa do passado alérgico do paciente quanto a reações às penicilinas, cefalosporinas e outros alergenos. Caso ocorra reação alérgica, o tratamento deve ser descontinuado e terapêutica adequada deve ser instituída. Reações anafiláticas requerem tratamento de emergência com adrenalina, ventilação artificial, esteróides endovenosos e entubação, se necessário. Algumas modificações hepáticas ocorreram em alguns pacientes durante o tratamento com amoxicilina. Portanto, o produto deve ser usado com cautela em pacientes com disfunção hepática grave. Estudos em animais não detectaram que o produto atravessa a barreira placentária e não foram detectados efeitos teratogênicos. Não há estudos em humanos com o uso da amoxicilina durante a gravidez. Não é recomendável o uso deste produto nos três primeiros meses de gravidez. O produto pode ser usado na lactação. Com exceção do risco de sensibilização, associada às pequenas quantidades excretadas no leite materno, não há efeitos nocivos para a criança.
Superdosagem
É pouco provável que apareçam sintomas de superdosagem com este produto. Entretanto, poderão surgir sintomas gastrintestinais e distúrbios do balanço hidroeletrolítico. Nestes casos, o tratamento é sintomático. A amoxicilina pode ser removida da circulação por hemodiálise.
Efeitos adversos e efeitos colaterais
Efeitos Colaterais de Ariproxina
Na maioria dos casos, o produto é bem tolerado. As reações adversas observadas são de natureza transitória e leve, sendo raros os casos em que o paciente descontinuou o tratamento em função de reações adversas causadas pelo medicamento. As reações adversas relatadas foram: Reações de hipersensibilidade: urticária, angioedema, rush cutâneo e prurido, acompanhado de artrite, artralgia, mialgia, e freqüentemente febre, eritema multiforme (raramente com síndrome de Stevens-Johnson). Um único caso de dermatite esfoliativa foi relatado. Essas reações devem ser controladas com anti-histamínicos e, se necessário, corticosteróides sistêmicos. Um rush eritematoso foi associado a uma febre glandular em pacientes que receberam amoxicilina. Caso ocorram tais reações, o tratamento deve ser descontinuado. Gastrintestinais: diarréia, colite pseudomembranosa, indigestão, náuseas, vômitos, gastrite, estomatite, glossite, enterocolite, língua saburrosa e vaginite causada por candidíase. A náusea, que é a reação adversa mais comumente observada, pode surgir quando altas doses por via oral são prescritas. A incidência de diarréia aumenta quando as doses são aumentadas. Outras reações adversas são: flatulência, desconforto abdominal e cefaléia. Hepáticas: Pacientes tratados com amoxicilina tiveram um aumento moderado nos SGOT, SGPT, TGO e/ou TGA, da mesma forma que acontece com outros antibióticos da mesma classe, cefalosporinas e outras penicilinas. Raramente ocorre disfunção hepática, com predominância de efeitos colestáticos e hepatocelular ou ambos. São sintomas que tendem a desaparecer completamente após a interrupção do tratamento. Também foram relatadas hepatite e icterícia colestática. Renais: raramente ocorre nefrite intersticial. Sangue e Sistema Linfático: Há relatos de anemia, trombocitopenia, púrpura trombocitopênica, eosinofilia, leucopenia e agranulocitose, durante o tratamento com amoxicilina. Normalmente, essas reações são reversíveis com a interrupção do tratamento. São associadas a fenômenos de hipersensibilidade. Trombocitose branda foi relatada em menos de 1% dos pacientes tratados com o produto. Foram relatados aumento dos tempos de sangramento e de protrombina. Sistema Nervoso Central: Foram relatados casos de hiperatividade, agitação, ansiedade, insônia, confusão mental, modificações no comportamento, vertigem, que desaparecem com a interrupção do tratamento.
Na maioria dos casos, o produto é bem tolerado. As reações adversas observadas são de natureza transitória e leve, sendo raros os casos em que o paciente descontinuou o tratamento em função de reações adversas causadas pelo medicamento. As reações adversas relatadas foram: Reações de hipersensibilidade: urticária, angioedema, rush cutâneo e prurido, acompanhado de artrite, artralgia, mialgia, e freqüentemente febre, eritema multiforme (raramente com síndrome de Stevens-Johnson). Um único caso de dermatite esfoliativa foi relatado. Essas reações devem ser controladas com anti-histamínicos e, se necessário, corticosteróides sistêmicos. Um rush eritematoso foi associado a uma febre glandular em pacientes que receberam amoxicilina. Caso ocorram tais reações, o tratamento deve ser descontinuado. Gastrintestinais: diarréia, colite pseudomembranosa, indigestão, náuseas, vômitos, gastrite, estomatite, glossite, enterocolite, língua saburrosa e vaginite causada por candidíase. A náusea, que é a reação adversa mais comumente observada, pode surgir quando altas doses por via oral são prescritas. A incidência de diarréia aumenta quando as doses são aumentadas. Outras reações adversas são: flatulência, desconforto abdominal e cefaléia. Hepáticas: Pacientes tratados com amoxicilina tiveram um aumento moderado nos SGOT, SGPT, TGO e/ou TGA, da mesma forma que acontece com outros antibióticos da mesma classe, cefalosporinas e outras penicilinas. Raramente ocorre disfunção hepática, com predominância de efeitos colestáticos e hepatocelular ou ambos. São sintomas que tendem a desaparecer completamente após a interrupção do tratamento. Também foram relatadas hepatite e icterícia colestática. Renais: raramente ocorre nefrite intersticial. Sangue e Sistema Linfático: Há relatos de anemia, trombocitopenia, púrpura trombocitopênica, eosinofilia, leucopenia e agranulocitose, durante o tratamento com amoxicilina. Normalmente, essas reações são reversíveis com a interrupção do tratamento. São associadas a fenômenos de hipersensibilidade. Trombocitose branda foi relatada em menos de 1% dos pacientes tratados com o produto. Foram relatados aumento dos tempos de sangramento e de protrombina. Sistema Nervoso Central: Foram relatados casos de hiperatividade, agitação, ansiedade, insônia, confusão mental, modificações no comportamento, vertigem, que desaparecem com a interrupção do tratamento.
Perguntas sobre Ariproxina
Nossos especialistas responderam a 1 perguntas sobre Ariproxina
Quais profissionais prescrevem Ariproxina?
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