Perguntas do paciente (6)
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Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regra
Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regras sem querer, minha mente diz que tenho que refazer esse ritual, já que não fiz corretamente, há problema em deixar de fazer esse ritual sem refazê-lo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com certeza não há problema em vc não fazer o ritual! Nada de ruim irá acontecer. O TOC se caracteriza pelas obsessões (pensamentos) e compulsões (comportamentos) que ocupam uma quantidade considerável de tempo e energia do portador, o que poderá acarretar numa interferência familiar e social. Continuar fazendo e refanzendo esses rituais sim, pode lhe causar prejuízo.
As obsessões se apresentam na forma de pensamentos, ideias e imagens de modo intrusivo, que é quando a pessoas não tem mais controle sobre estes pensamentos, ideias e imagens, pois sua mente foi invadida por eles. Como consequência, estes pensamentos geram uma sensação de culpa, de temor, de angústia ou de ansiedade. Na tentativa de se livrar destes pensamentos intrusivos, a pessoa desenvolve certos rituais, cerimônias e comportamentos compulsivos que o ajudam a aliviar esses sentimentos. Geralmente, estes comportamentos seguem regras rígidas que vão ajudar a aliviar esta ansiedade. O portador de TOC pode apresentar o que se chama de “pensamento mágico”, no qual ele acredita que fazendo certas “coisas” (rituais) evitará que estes pensamentos se concretizem na vida real. Eventos catastróficos, contaminação e desastres com pessoas da família são exemplos de pensamentos intrusivos, que ele tenta alterar com estes comportamentos compulsivos e rituais.
Por conta deste medo muito grande que o portador de TOC tem de causar uma catástrofe, de ser contaminado, de cometer falha, ele começa a evitar certas situações que possam gerar medo. Tal comportamento, chamado de “evitação”, começa a limitar cada vez mais o paciente. Ele deixa de frequentar locais os quais ia e de fazer certas coisas, por conta do medo. Mas difícil vc vai conseguir se livrar desses pensamentos e rituais sozinho. Procure um bom Psicologo e também um psiquiatra, faça o tratamento direitinho que vc ficara bem. Sucesso no tratamento. Abraço.
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Quais as perspectivas de avanços pedagógicos (séries) nas crianças bastante comprometidas com a síndrome
Quais as perspectivas de avanços pedagógicos (séries) nas crianças bastante comprometidas com a síndrome de Conffin Lowry.?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa síndrome Coffin Lowry pode afetar cognitivamente em diferentes graus, cada caso é um caso, então sugiro que vcs procurem fazer uma avaliação com uma psicóloga com especialização em neuropsicopedagogia, ela poderá a partir das entrevistas com os pais/cuidadores, das sessões com a criança e aplicação de testes como por exemplo o teste Wisc, entre outros, que investigam a capacidade de utilização do potencial intelectual da criança.
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Sou casada há 24 anos, e descobri a um tempo atrás que meu marido estava me traindo. Fiquei muito decepcionada,
Sou casada há 24 anos, e descobri a um tempo atrás que meu marido estava me traindo. Fiquei muito decepcionada, meu mundo caiu, mas ele me pediu perdão e eu estou tentando refazer meu casamento. Amo muito meu marido, mas tá muito difícil esquecer o que aconteceu. Será que a terapia ajuda?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Quando uma casamento sobrevive a uma infidelidade uma psicoterapia pode ajudar a desvendar sentimentos mais profundos que estão ocultos na dinâmica inconsciente do casal e ajudar a instalar uma relação mais digna. A terapia pode ser de casal ou individual ou ambas em paralelo. Na infidelidade é preciso lidar com o fato de ter sido preterido, entrar em contato com essa realidade provoca uma avalanche de sentimentos a entrada de um terceiro onde só havia dois tende a despertar o sentimento de sentir-se limitado e incompetente para manter a exclusividade amorosa, ocorre a quebra de um elo de confiança que se julgava ter com aquela pessoa tão íntima. Lidar com essa desilusão é uma tarefa árdua e um especialista pode ajudar muito.
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Em minha familia tem uma criança que hoje está com 10 anos não consegue ler e escrever e nem identificar
Em minha familia tem uma criança que hoje está com 10 anos não consegue ler e escrever e nem identificar as cores corretamente, uma vez um neurologista diagnosticou com alexia profunda, mas não temos certeza, qual o profissional mais adequado que devemos procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa criança precisa de uma avaliação multidisciplinar bem completa com: neuropediatra, neuropsicóloga e fonoaudióloga.
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meu pai tem 79 anos, ele é surdo, usa aparelho, acho que ele tem mania de perseguição, pois ele costuma
meu pai tem 79 anos, ele é surdo, usa aparelho, acho que ele tem mania de perseguição, pois ele costuma formar imagens de situações cotidianas na mente, e estas situações que ele monta na mente são sempre contra ele,quando na verdade elas nem se quer existem, como o posso ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Uma avaliação médica e/ou psicológica se faz necessária para o esclarecimento do quadro apresentado pelo seu pai. Pois essa sensação de sentir-se perseguido aparece como sintoma de diversas patologias bastante comuns em idosos, o primeiro passo é descobrir a causa. O sofrimento do seu pai certamente pode ser aliviado talvez até mesmo revertido. Além disso o que você pode fazer é ficar atento aos fatores psicossociais que podem estar refletindo negativamente na saúde dele, tais como: *Perda de papeis sociais, *Perda de autonomia, *morte de amigos e parentes, *saúde em declínio, * restrições financeiras, * isolamento social, * diminuição do funcionamento cognitivo.E diante dessas situações se mostrar acolhedor, disponível para conversar, escutar, apoiar. Um abraço. Psic. Adriana Machado Gomes.
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Quem tem uma distonia laríngea pode ter uma distonia paroxística noturna? acordar com pânico?
Quem tem uma distonia laríngea pode ter uma distonia paroxística noturna? acordar com pânico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Estou de acordo coma as respostas dos colegas e complementando ... além de buscar auxilio médico, recomendo que investigue possíveis causas emocionais subjacentes, tanto para a distonia laríngea, quanto para os ataques de ansiedade ao acordar. Ocorreu algo em sua vida emocional que precedeu o desencadeamento da distonia? E agora esta acontecendo algo que pode ter alguma coisa que possa estar ligada a essa ansiedade ao despertar? Não estou sugerindo que uma experiencia traumática seja causa exclusiva do problema vocal. Contudo lembrando que o corpo não se manifesta como uma entidade independente do psiquismo, há sentidos que se deslocam. Fatores psíquicos podem ter um papel determinante tanto no aparecimento quanto na cura de problemas de saúde do corpo. Um psicólogo de abordagem psicanalítica poderá te ajudar se no seu caso houver fator emocional envolvido.
Perguntas frequentes
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Fiz retirada de cisto na região pélvica quantos dias pra voltar fazer sexo?
Olá! Depende bastante do tipo de cisto retirado, do tamanho da cirurgia e…