Perguntas do paciente (17)

  • Como a agressividade aparece nas relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (T

    Como a agressividade aparece nas relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB pela visão psicanalítica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa noite. Na visão psicanalítica, a agressividade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não é entendida apenas como “comportamento explosivo”, mas como expressão de conflitos internos primitivos ligados à organização do ego, às relações de objeto e aos mecanismos de defesa.


  • Como a psicanálise interpreta a instabilidade dos vínculos afetivos no Transtorno de Personalidade B

    Como a psicanálise interpreta a instabilidade dos vínculos afetivos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa noite. A psicanálise entende que isso pode estar relacionado a experiências emocionais antigas e à forma como a pessoa aprendeu, ao longo da vida, a lidar com vínculos importantes. Quando essas experiências não foram suficientemente estáveis, pode ser mais difícil integrar sentimentos contraditórios sobre o mesmo vínculo como gostar e se frustrar ao mesmo tempo.
    O trabalho terapêutico, nesse sentido, busca ajudar a pessoa a compreender melhor essas oscilações, dando mais continuidade e estabilidade às suas experiências emocionais e aos seus vínculos. Estou a disposição.


  • De que maneira a cognição social se relaciona com a neuropsicologia no contexto do Transtorno de Per

    De que maneira a cognição social se relaciona com a neuropsicologia no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa noite. A cognição social é a forma como entendemos o que as outras pessoas pensam, sentem e querem dizer nas relações.
    No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), pode existir uma sensibilidade maior às emoções e uma dificuldade em manter uma interpretação estável das intenções dos outros, principalmente em momentos de estresse emocional ou medo de rejeição.
    Nessas situações, a pessoa pode interpretar mais rapidamente algumas atitudes como sinal de afastamento ou rejeição, o que pode gerar reações emocionais intensas e mudanças na forma de perceber o relacionamento.
    Isso não significa falta de capacidade de entender o outro, mas sim uma forma de funcionamento emocional mais sensível, que pode ser trabalhada e compreendida ao longo da psicoterapia, favorecendo relações mais seguras e estáveis.


  • Como alterações nas funções executivas afetam os relacionamentos interpessoais em indivíduos com Tra

    Como alterações nas funções executivas afetam os relacionamentos interpessoais em indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), na perspectiva da neuropsicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa noite.
    As funções executivas são um conjunto de habilidades mentais que ajudam a pessoa a planejar, controlar impulsos, regular emoções, mudar estratégias de pensamento e avaliar consequências antes de agir.
    No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a neuropsicologia aponta que pode haver dificuldades nessas funções, principalmente no controle de impulsos e na regulação emocional. Isso pode impactar diretamente os relacionamentos interpessoais.
    Na prática, essas alterações podem fazer com que a pessoa tenha mais dificuldade em “pausar” antes de reagir em situações de conflito, podendo responder de forma mais intensa ou impulsiva diante de sentimentos de rejeição, frustração ou insegurança.
    Também pode haver dificuldade em manter uma visão mais estável da situação ao longo do tempo, o que contribui para mudanças rápidas na percepção do outro e para conflitos nas relações.
    Apesar disso, essas funções podem ser fortalecidas ao longo do tratamento psicológico, especialmente quando há desenvolvimento de estratégias de autorregulação emocional e maior consciência dos próprios padrões de resposta.


  • O que é cognição social e qual sua relação com o Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)no contexto d

    O que é cognição social e qual sua relação com o Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa noite.
    A cognição social é a capacidade de perceber, interpretar e compreender os pensamentos, emoções e intenções das outras pessoas nas relações interpessoais. Ela é essencial para que possamos dar sentido ao comportamento dos outros e responder de forma adequada nas interações sociais.
    No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), pode haver uma tendência a interpretações mais intensas ou instáveis das intenções alheias, especialmente em situações de estresse emocional, insegurança ou medo de rejeição. Isso pode levar a mal-entendidos e reações emocionais fortes nos relacionamentos.
    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a cognição social é trabalhada a partir da identificação e modificação de padrões de pensamento automáticos e interpretações distorcidas das situações sociais. O objetivo é ajudar a pessoa a reconhecer quando está interpretando uma situação de forma mais emocional do que factual e desenvolver alternativas mais equilibradas de pensamento.


  • Quais são algumas das atividades favoritas em amizades com Transtorno de Personalidade Borderline (T

    Quais são algumas das atividades favoritas em amizades com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa tarde. Quando pensamos em amizades envolvendo pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline, é importante compreender que suas atividades favoritas costumam refletir necessidades emocionais centrais, como conexão intensa, validação, pertencimento e segurança relacional. Espero ter respondido sua pergunta. abraços!


  • Como posso proteger minha própria saúde mental em uma amizade com Transtorno de Personalidade Border

    Como posso proteger minha própria saúde mental em uma amizade com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Estabeleça limites claros e consistentes, porque pessoas com TPB costumam testar os limites para confirmar se o vínculo é seguro.
    Limites claros, comunicados com calma e constância, geram previsibilidade, o que paradoxalmente traz segurança ao vínculo. Boa tarde.


  • Quais são os sinais de que uma amizade pode ser unilateral devido ao Transtorno de Personalidade Bor

    Quais são os sinais de que uma amizade pode ser unilateral devido ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa tarde.
    As amizades unilaterais em contextos de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são comuns, não por falta de afeto, mas pelas dificuldades emocionais e relacionais que fazem parte do quadro.
    O TPB impacta fortemente o modo como a pessoa percebe a si mesma e o outro, o que pode gerar vínculos intensos e instáveis.


  • O que uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode fazer por si mesmo para melho

    O que uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode fazer por si mesmo para melhor lidar com o ciúme?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Reconhecer o ciúme como um sinal, não como verdade. O primeiro passo é identificar o ciúme como uma emoção não como uma prova de que o outro vai te deixar.
    Em pessoas com TPB, o ciúme costuma ser disparado por insegurança ou medo de rejeição, não necessariamente por fatos concretos. Boa tarde.


  • É possível encontrar um sentido mesmo em situações de sofrimento familiar?

    É possível encontrar um sentido mesmo em situações de sofrimento familiar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa noite. Frankl, que viveu em campos de concentração, defendia que mesmo diante da dor e da perda, o ser humano pode escolher sua atitude e encontrar um sentido na experiência.
    No contexto familiar, isso pode aparecer quando alguém ressignifica o sofrimento como oportunidade de fortalecer vínculos, desenvolver empatia ou buscar novos caminhos.


  • Como o paciente pode ser mais responsável? .

    Como o paciente pode ser mais responsável? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa noite. Perceber gatilhos emocionais, padrões de comportamento e situações que geram sofrimento e trazer essas observações para discutir em sessão.
    Entender que o processo pode ser desafiador, mas que cada passo conta.
    Pedir ajuda quando sentir dificuldade, em vez de desistir sozinho.


  • O que o terapeuta espera do paciente em termos de responsabilidade?

    O que o terapeuta espera do paciente em termos de responsabilidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Olá! Compromisso com o processo.
    Comparecer às sessões com regularidade e pontualidade, avisar em caso de imprevistos ou impossibilidade de comparecimento.
    Falar com sinceridade sobre pensamentos, sentimentos e dificuldades (na medida do possível).
    Reconhecer que o espaço terapêutico é seguro para explorar vulnerabilidades. Boa noite.


  • Como posso lidar com o Bloqueio Emocional ? .

    Como posso lidar com o Bloqueio Emocional ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Boa noite. O acompanhamento terapêutico é fundamental quando o bloqueio emocional está ligado a traumas, perdas ou experiências dolorosas. Eu sugiro que procure um profissional para te ajudar a entender melhor a causa do bloqueio. abraços!


  • como e o tratamento para melhorar a dislexia?

    como e o tratamento para melhorar a dislexia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    É necessário o apoio de toda uma equipe, que contém pedagogo, psicólogo, fonoaudiólogo e neurologista. Não tem cura, mas fazendo o tratamento com esses profissionais alcançará bons resultados.


  • Eu trabalho das 7:30 as 16:30, estudo das 18:45 as 22, chego da faculdade às 23:30, no intervalo entre

    Eu trabalho das 7:30 as 16:30, estudo das 18:45 as 22, chego da faculdade às 23:30, no intervalo entre trabalho e faculdade nao tem como estudar pois estou a caminho da faculdade, minha dúvida é:
    É melhor eu ficar acordado até mais tarde estudando ou acordar mais cedo para estudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Após um dia de trabalho e estudo, fica cansativo chegar em casa e continuar estudando ao invés de descansar, por isso, acordar mais cedo, poderá ser mais produtivo, porém cada pessoa tem um ritmo.


  • Tenho uma filha de quase 4 anos com dificuldades que suspeito ser TEA. Quais especialistas devo consultar

    Tenho uma filha de quase 4 anos com dificuldades que suspeito ser TEA. Quais especialistas devo consultar para ter o diagnóstico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    Olá! Neuropediatra e Neuropsicólogo para uma avaliação.


  • quais as aplicações do neurofeedback?

    quais as aplicações do neurofeedback?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alessandra Ribeiro da Silva

    O neurofeedback é um treinamento que permite igualar as alterações cerebrais que auxiliam no tratamento de diversos distúrbios e transtornos psíquicos e emocionais, TDAH - Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, Depressão, TGA - Transtorno de ansiedade generalizada, TPM- Tensão Pré menstrual, entre outros.


Perguntas frequentes

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