Perguntas do paciente (15)
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Eu tenho uma irmã com as doenças dos sequintes codigos:f=F 84.0 Autismo Infantil,F71.1 Retardo Menta
Eu tenho uma irmã com as doenças dos sequintes codigos:f=F 84.0 Autismo Infantil,F71.1 Retardo Mental Moderado e F29 Psicose nao organica nao especificada,ela fica rodando o tempo todo,nao tem paciencia para nada,e tem coisas por exemplo apertar um botao,ela aperta um monte de vezes,gostaria de saber que especialistas e tambem terapias,alem de psquiatra que ela ja faz acompanhamento sao importantes para ela.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua pergunta é muito importante, e o cuidado que você demonstra com sua irmã faz diferença.
Pelo quadro que você descreve, com TEA (F84.0), deficiência intelectual moderada (F71.1) e psicose não orgânica (F29), o acompanhamento ideal é multidisciplinar, indo além do psiquiatra, que já é fundamental.
Os principais profissionais e terapias indicados são:
O psicólogo, preferencialmente com formação em Análise do Comportamento (ABA) ou outra abordagem baseada em evidências, para trabalhar comportamentos repetitivos, impulsividade, tolerância à espera, autorregulação emocional e desenvolvimento de habilidades adaptativas.
O terapeuta ocupacional, que é essencial para lidar com estereotipias como rodar e apertar botões repetidamente, além de trabalhar integração sensorial, organização do comportamento, autonomia nas atividades diárias e estratégias de regulação.
O fonoaudiólogo, mesmo que a fala seja limitada ou funcional, pode ajudar na comunicação funcional, uso de sistemas alternativos de comunicação e redução de frustrações.
Em alguns casos, o educador físico ou fisioterapeuta contribui com atividades estruturadas para gasto de energia, consciência corporal e organização motora.
Também é muito importante o apoio à família, com orientação parental, para alinhar manejo de comportamentos, rotinas e comunicação, reduzindo sobrecarga e inconsistências no cuidado.
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ola me chamo monique e tenho 27 anos, minha pergunta é, qual profissional tenho que procurar para sa
ola me chamo monique e tenho 27 anos, minha pergunta é, qual profissional tenho que procurar para saber se tenho TDAH, pois trenho dificuldade nas areas de todas digo todas as materias, nao consigo absorver nada .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Monique! O ideal seria que você realizasse uma avaliação neuropsicológica, que atualmente é possível tanto na modalidade presencial quanto online!
Espero ter ajudado e fico à disposição!
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Boa noite tenho um filho de 11 anos. Tenho uma preocupação a mais com ele,
Boa noite tenho um filho de 11 anos.
Tenho uma preocupação a mais com ele, ultimamente ele tem me preocupado com alguns comportamentos, que nem meu filho mais novo não faz.
1: E muito desorganizado com suas coisas.
2: Não tem cuidado com brinquedos etc.
3: Ultimamente tem tido alguns comportamentos estranhos.
Exemplo: Um certo dia fizemos um churrasco aqui em casa, depois notei que tinha uma espécie de bolha estourada em sua mão, perguntei dele oque era aquilo, ele disse que tinha colocado o dedo na brasa da churrasqueira do dia anterior pra vê oque acontecia, e depois que formou aquela bolha de queimadura ele mordeu pra vê oque ia sair de dentro.
Fora outras coisas que ele vem fazendo sem medir as consequências no final.
Ele e um menino que a gente conversa ele diz que entendeu mais no outro dia está fazendo outra coisa ou algum parecido.
E isso tem me preocupado muito oque devo fazer e com qual especialista preciso levar ele?
Alguém pode me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua preocupação é compreensível e importante.
Os comportamentos que você descreve, como desorganização, pouca noção de cuidado com objetos e atitudes impulsivas sem medir consequências, não devem ser ignorados, especialmente nessa idade. O episódio de se machucar por curiosidade e repetir comportamentos de risco indica dificuldades de controle de impulsos, autorregulação e percepção de risco, que podem estar associadas a TDAH, dificuldades emocionais, imaturidade do controle inibitório ou outras condições do neurodesenvolvimento.
O fato de ele “entender” quando vocês conversam, mas não conseguir manter a mudança de comportamento, sugere que não é falta de compreensão, e sim dificuldade em colocar isso em prática no dia a dia.
O mais indicado é procurar inicialmente um psicólogo infantil ou neuropsicólogo, para uma avaliação do funcionamento cognitivo, emocional e comportamental. Dependendo dos achados, pode ser necessário também um encaminhamento para neuropediatra ou psiquiatra infantil.
Enquanto isso, mantenham supervisão próxima, combinem regras claras e simples e evitem expô-lo a situações de risco sem acompanhamento. Buscar ajuda agora é uma atitude de cuidado e prevenção.
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Eu queria tirar uma dúvida que tem me deixado muito preocupado. Quando eu era criança, com uns 6, 7,
Eu queria tirar uma dúvida que tem me deixado muito preocupado. Quando eu era criança, com uns 6, 7, 8 ou 9 anos, eu tinha um comportamento que hoje fico pensando se pode ter relação com deficiência intelectual ou autismo. Eu só conseguia conversar com algumas pessoas específicas, tipo minhas primas ,mas com outras pessoas eu simplesmente travava. Por exemplo: eu brincava e conversava com elas normalmente, mas quando o pai delas chegava perto, eu me calava na hora, não falava mais nada, ficava parado, quieto, as vezes só pegava na mão de alguém Até na hora de dar a bênção pra ele, eu não conseguia falar, só pegava na mão dele em silêncio E o curioso é que ele não era uma pessoa ruim ou brava, era uma pessoa tranquila, mas mesmo assim eu sentia uma timidez muito forte, sem motivo aparente O estranho é que com a esposa dele, no caso a minha tia eu já conseguia conversar, e com outras pessoas também. Era como se eu tivesse uma barreira só com algumas pessoas, principalmente com adultos homens. Eu só fui conseguir conversar com ele de verdade lá pelos 10, 11 ou 12 anos de idade. E tem mais uma coisa: com 6 anos eu fui diagnosticado com 'outros problemas globais do desenvolvimento', e isso me deixa ainda mais confuso e com medo. Fico pensando se esse meu jeito de só falar com algumas pessoas e travar com outras pode ter sido sinal de deficiência intelectual leve, ou se é mais uma característica de autismo. Eu tenho muito medo de ter deficiência intelectual, isso mexe muito comigo. Por isso queria saber a opinião de vocês: esse tipo de comportamento pode ser sinal de DI leve? Ou é mais típico de autismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, e ela é válida.
Pelo que você descreve, esse comportamento na infância não é compatível com deficiência intelectual leve. A DI envolve prejuízos persistentes no aprendizado, na autonomia e no funcionamento adaptativo, o que não aparece no seu relato.
Esse comportamento, isoladamente, não é suficiente para caracterizar autismo, já que no TEA as dificuldades de comunicação podem ser mais amplas e persistentes em diferentes contextos, além de outros sinais associados. É necessário avaliar como é seu funcionamento atual para entender melhor se você se encaixa no espectro!
Sobre o diagnóstico antigo de “outros transtornos globais do desenvolvimento”, esse era um termo genérico muito usado no passado e hoje, em muitos casos, seria revisto como dificuldades emocionais ou de ansiedade, ou até mesmo o TEA.
De forma objetiva, o que você relata não indica deficiência intelectual. Se esse medo ainda causa sofrimento, buscar uma avaliação neuropsicológica ou acompanhamento psicológico pode ajudar a esclarecer e trazer mais tranquilidade.
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Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente
Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente sem explicação, especialmente medo de bonecos e quadros com rostos. Isso pode acontecer em pessoas com deficiência intelectual ou com autismo? Se sim em qual grau da deficiência intelectual isso se manifesta? E do autismo? Isso é mais comum no autismo? Pois eu tinha isso e gostaria de saber.
Eu percebi que alguns desses medos surgem de forma muito intensa, como se a pessoa realmente sentisse que o boneco ou o quadro representa algum tipo de ameaça. Em alguns casos, ela até se recusa a entrar em certos ambientes ou reage com choro.
Queria entender se isso é comum em pessoas com deficiência intelectual em diferentes graus, e também se acontece com pessoas dentro do espectro autista. Pode ter a ver com hipersensibilidade sensorial ou dificuldade em diferenciar o que é real e o que é só uma imagem? E o que pode ser feito nesses casos?
Agradeço se puder me ajudar a entender melhor esse tipo de reação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Medos intensos de bonecos, máscaras, quadros com rostos ou figuras “humanizadas” podem acontecer, sim, tanto em pessoas com desenvolvimento típico quanto em pessoas com deficiência intelectual (DI) ou autismo, mas os mecanismos por trás desse medo são diferentes em cada caso.
Na deficiência intelectual, o medo pode aparecer em qualquer grau, mas é mais frequente quando há imaturidade cognitiva e emocional. A pessoa pode ter mais dificuldade para compreender simbolicamente que aquilo não é real, especialmente em situações de maior estresse. Quanto maior o comprometimento adaptativo, maior a chance de o medo ser vivido como algo concreto e ameaçador. Ainda assim, o medo não é um sintoma central da DI, mas uma reação associada ao nível de compreensão e regulação emocional.
No autismo, esse tipo de medo é mais comum e costuma estar relacionado a três fatores principais. O primeiro é a hipersensibilidade sensorial, já que rostos fixos, olhos muito marcados ou expressões exageradas podem causar desconforto visual intenso. O segundo é a dificuldade de previsibilidade: bonecos e imagens de rostos não mudam a expressão, não respondem socialmente, o que pode gerar estranhamento e sensação de ameaça. O terceiro é a tendência a interpretações literais e foco em detalhes, que pode amplificar características específicas do objeto, tornando-o assustador.
Esses medos não dependem diretamente do “grau” do autismo, podendo aparecer tanto em pessoas com nível 1 quanto em níveis mais elevados de suporte. O que muda é a forma de expressão e o impacto funcional.
É importante destacar que ter tido esse tipo de medo na infância não indica, por si só, deficiência intelectual ou autismo. Muitas crianças neurotípicas apresentam medos intensos e específicos, que fazem parte do desenvolvimento emocional.
Em termos de manejo, o mais indicado é não forçar a exposição, validar o medo sem reforçá-lo e trabalhar uma dessensibilização gradual, sempre associando o estímulo a experiências seguras e previsíveis. Quando o medo causa prejuízo significativo, acompanhamento psicológico é indicado.
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Quais as características do Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA)?
Quais as características do Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA) refere-se a um conjunto de traços leves e subclínicos relacionados ao TEA, presentes em pessoas que não preenchem critérios diagnósticos para autismo, mas que compartilham algumas características do espectro, geralmente em menor intensidade e sem prejuízo funcional significativo.
As principais características envolvem:
Na comunicação e linguagem, podem aparecer dificuldades sutis na pragmática, como interpretação literal da linguagem, dificuldade com ironias e duplo sentido, menor uso espontâneo de gestos sociais e conversas mais objetivas ou pouco flexíveis.
Na interação social, é comum um estilo social mais reservado, menor iniciativa social, desconforto em interações muito complexas, dificuldade em manter pequenas conversas e preferência por interações estruturadas ou previsíveis, sem prejuízo importante na empatia.
No perfil cognitivo e comportamental, podem surgir rigidez cognitiva leve, necessidade de previsibilidade, dificuldade com mudanças inesperadas, foco intenso em interesses específicos, atenção a detalhes e pensamento mais sistemático e lógico.
Em relação à regulação emocional e sensorial, pode haver maior sensibilidade ao estresse, sobrecarga social, fadiga após interações prolongadas e sensibilidades sensoriais leves, que não geram evitamento significativo.
Um ponto central é que, no FAA, esses traços não causam comprometimento clínico relevante, não configuram diagnóstico e muitas vezes estão associados a bom desempenho acadêmico ou profissional. O FAA é mais frequentemente observado em familiares de pessoas com TEA e tem relevância principalmente para compreensão do perfil, não para rotulação diagnóstica.
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É verdade que existe relação do Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA) com Transtorno do Espectro Autist
É verdade que existe relação do Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA) com Transtorno do Espectro Autista (TEA)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA) está diretamente relacionado ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), mas não é o mesmo que ter TEA. O FAA descreve a presença de traços leves e subclínicos do espectro, que não atingem intensidade, frequência ou prejuízo funcional suficientes para um diagnóstico.
Esses traços são mais frequentemente observados em familiares de pessoas com TEA, o que reforça a base genética compartilhada entre o FAA e o autismo. Eles podem aparecer na comunicação social, no estilo de interação, na rigidez cognitiva, na preferência por rotinas e em sensibilidades sensoriais leves.
A principal diferença é que, no FAA, essas características não causam prejuízo clínico significativo, não exigem suporte contínuo e não configuram transtorno. Já no TEA, há impacto funcional claro no cotidiano, com necessidade de apoio em diferentes níveis.
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O que é espectro expandido ou fenótipo ampliado do autismo?
O que é espectro expandido ou fenótipo ampliado do autismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA) refere-se a um conjunto de traços leves e subclínicos relacionados ao TEA, presentes em pessoas que não preenchem critérios diagnósticos para autismo, mas que compartilham algumas características do espectro, geralmente em menor intensidade e sem prejuízo funcional significativo.
As principais características envolvem:
Na comunicação e linguagem, podem aparecer dificuldades sutis na pragmática, como interpretação literal da linguagem, dificuldade com ironias e duplo sentido, menor uso espontâneo de gestos sociais e conversas mais objetivas ou pouco flexíveis.
Na interação social, é comum um estilo social mais reservado, menor iniciativa social, desconforto em interações muito complexas, dificuldade em manter pequenas conversas e preferência por interações estruturadas ou previsíveis, sem prejuízo importante na empatia.
No perfil cognitivo e comportamental, podem surgir rigidez cognitiva leve, necessidade de previsibilidade, dificuldade com mudanças inesperadas, foco intenso em interesses específicos, atenção a detalhes e pensamento mais sistemático e lógico.
Em relação à regulação emocional e sensorial, pode haver maior sensibilidade ao estresse, sobrecarga social, fadiga após interações prolongadas e sensibilidades sensoriais leves, que não geram evitamento significativo.
Um ponto central é que, no FAA, esses traços não causam comprometimento clínico relevante, não configuram diagnóstico e muitas vezes estão associados a bom desempenho acadêmico ou profissional. O FAA é mais frequentemente observado em familiares de pessoas com TEA e tem relevância principalmente para compreensão do perfil, não para rotulação diagnóstica.
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Como reconhecer as características de pessoas com Altas habilidades e superdotação?
Como reconhecer as características de pessoas com Altas habilidades e superdotação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) apresentam um conjunto de características cognitivas, emocionais e comportamentais que podem variar bastante entre os indivíduos. De forma geral, não se trata apenas de “facilidade escolar”, mas de um funcionamento intelectual diferenciado.
No aspecto cognitivo, é comum aprendizagem muito rápida, pensamento abstrato e lógico avançado, facilidade para estabelecer conexões complexas, vocabulário rico, curiosidade intensa e interesse profundo por temas específicos. Muitas vezes demonstram criatividade elevada, questionamentos frequentes e soluções originais para problemas.
No campo emocional e social, podem apresentar alta sensibilidade, senso de justiça acentuado, empatia intensa, perfeccionismo e frustração diante de erros ou de tarefas repetitivas. Algumas crianças preferem interagir com pessoas mais velhas ou com interesses semelhantes, enquanto outras podem se sentir deslocadas no grupo da mesma idade.
No contexto escolar, podem terminar tarefas rapidamente, demonstrar tédio com atividades pouco desafiadoras, questionar métodos de ensino e, em alguns casos, apresentar queda de rendimento ou comportamentos de desmotivação quando não estimuladas adequadamente.
É importante destacar que nem todas as pessoas com AH/SD terão bom desempenho acadêmico. Algumas podem apresentar dupla excepcionalidade, como AH/SD associada a TDAH, TEA ou dificuldades emocionais, o que pode mascarar o potencial.
O reconhecimento adequado deve ser feito por meio de avaliação neuropsicológica, considerando testes cognitivos, criatividade, observações comportamentais e contexto familiar e escolar. Identificar AH/SD é fundamental para garantir estimulação adequada e promover desenvolvimento saudável.
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Como o ABA (Análise do Comportamento Aplicada) auxilia o desenvolvimento do Autista?
Como o ABA (Análise do Comportamento Aplicada) auxilia o desenvolvimento do Autista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ABA (Análise do Comportamento Aplicada) auxilia o desenvolvimento da pessoa autista ao ensinar habilidades funcionais de forma estruturada, baseada em evidências científicas. Ela ajuda no desenvolvimento da comunicação, habilidades sociais, autonomia e autorregulação, além de reduzir comportamentos que causam prejuízo, sempre respeitando o ritmo e as necessidades individuais. O foco é aumentar a independência e a qualidade de vida.
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Quem tem pos em psicologia, pos em psicopedagogia pos em neuropsicologia pode emitir laudo de autism
Quem tem pos em psicologia, pos em psicopedagogia pos em neuropsicologia pode emitir laudo de autismo por exemplo ou encaminhar p um profissional habilitado, mas com um pré laudo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Brasil, quem pode emitir laudo psicológico é o psicólogo regularmente inscrito no CRP, desde que atue dentro de sua competência técnica e siga as normas do CFP. Ter pós-graduação em psicologia, psicopedagogia ou neuropsicologia não muda, por si só, a habilitação legal; o que habilita é o registro profissional e a capacidade técnica comprovada para aquela avaliação.
O psicólogo pode realizar avaliação psicológica e/ou neuropsicológica e emitir laudo ou relatório psicológico indicando diagnóstico de TEA, com base nos instrumentos utilizados e na análise clínica. No entanto, o diagnóstico médico formal (CID) costuma ser atribuído por médico (neuropediatra ou psiquiatra), especialmente quando há necessidade legal, previdenciária ou medicamentosa.
O que não existe tecnicamente é “pré-laudo”. O que o psicólogo pode emitir é:
um relatório ou laudo psicológico com descrição dos achados e indicação de diagnóstico e
um relatório de encaminhamento fundamentado para o profissional médico habilitado.
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Meu filho tem 11 anos diagnóstico de autismo aos 3 anos de idade, ele faz suas necessidades fisiológ
Meu filho tem 11 anos diagnóstico de autismo aos 3 anos de idade, ele faz suas necessidades fisiológicas sozinho no vaso, mais as vezes faz no chão no quintal. Será que tem alguma explicação pra essa atitude dele?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, há explicações possíveis, e esse comportamento não é incomum em crianças com TEA, mesmo já tendo controle esfincteriano.
Quando a criança já sabe usar o vaso, mas esporadicamente faz as necessidades em outro local, isso costuma estar mais relacionado a fatores comportamentais, sensoriais ou de regulação, e não à falta de aprendizagem. Algumas possibilidades são dificuldade de generalização do comportamento, ou seja, ele sabe usar o vaso em um contexto, mas não mantém a mesma regra em todos os ambientes. Também pode haver questões sensoriais, como desconforto com o banheiro, com o vaso, com odores ou com a sensação corporal naquele momento. Em alguns casos, o comportamento ocorre por busca de alívio, previsibilidade ou até como resposta a ansiedade, mudanças de rotina ou dificuldades de comunicação.
É importante observar quando isso acontece, se há um padrão de horário, local, mudanças recentes na rotina ou sinais de desconforto físico, como constipação. Evite punições, pois elas tendem a aumentar a ansiedade e a frequência do comportamento. Reforce positivamente quando ele utiliza o vaso corretamente e mantenha rotinas claras e previsíveis.
Se o comportamento estiver frequente ou causando prejuízo, o ideal é buscar orientação com um psicólogo ou analista do comportamento, e também avaliar com pediatra ou gastroenterologista para descartar causas orgânicas. Com intervenção adequada, esse tipo de comportamento costuma ser compreendido e manejado.
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Olá! Meu filho tem 1ano e meio, é bastante comunicativo, carinhoso, já aponta as vogais A,E e O quan
Olá! Meu filho tem 1ano e meio, é bastante comunicativo, carinhoso, já aponta as vogais A,E e O quando vê em qualquer lugar, fala várias palavras, começou a andar faz 1 mês, mas, quando fica irritado, se sente contrariado morde, puxa cabelos e agora, com mais frequência,bate a cabeça. Eu o abraço, acalmo, falo que isso o machuca, mas, se ele se irritar, faz tudo novamente. Devo procurar ajuda de algum profissional? Obrigada!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por compartilhar sua preocupação.
Pelo que você descreve, seu filho apresenta muitos indicadores positivos de desenvolvimento para a idade. Ele é comunicativo, carinhoso, fala palavras, aponta, demonstra interesse por letras e iniciou a marcha recentemente, o que são sinais importantes de bom desenvolvimento global.
Nessa fase, por volta de 1 ano e meio, o controle emocional ainda é imaturo. A criança sente frustrações intensas, mas ainda não consegue expressá-las com palavras, o que pode levar a comportamentos como morder, puxar cabelo ou bater a cabeça, especialmente quando está contrariada. Quando esses comportamentos acontecem apenas em momentos de irritação, costumam estar dentro do esperado para a idade.
Continue acolhendo, acalmando e nomeando as emoções de forma simples, como você já faz. Isso ajuda a criança a construir, aos poucos, estratégias de autorregulação.
É indicado procurar um profissional se o comportamento de bater a cabeça se tornar muito frequente, intenso, causar machucados, ocorrer sem motivo aparente ou se surgirem outros sinais como perda de habilidades, regressões importantes ou dificuldades de comunicação. Uma conversa inicial com o pediatra pode ser um bom primeiro passo.
Acompanhar o desenvolvimento e buscar orientação quando surgem dúvidas é sempre uma atitude de cuidado!
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Olá, minha filha tem 2 anos e 10 meses, apresenta atrasos na fala. Fala algumas frases de 2 a 3 pala
Olá, minha filha tem 2 anos e 10 meses, apresenta atrasos na fala. Fala algumas frases de 2 a 3 palavras, ex “to com fome”, “quero sair”, sabe expressar Oq deseja mas tb repete palavras. Quando faço alguma pergunta ela repente a pergunta e não consegue responder. Pergunta simples “qual seu nome” e ela somente repete. Eventualmente anda na ponta dos pés, algumas vezes percebi ela enfileirando carrinhos. Ela atende quando chamam pelo nome, olha nos olhos, socializa muito bem com adultos e crianças, não se incomoda com barulhos, mudança de rotina ou ambientes. Frequenta escola, brinca e interage normalmente com as crianças. Ela pode ter TEA?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação.
Pelo que você descreve, sua filha apresenta bons indicadores de desenvolvimento social, como contato visual, resposta ao nome, interação com crianças e adultos, brincadeira compartilhada e boa adaptação a ambientes e rotinas. Esses são sinais importantes e não são típicos de quadros clássicos de TEA.
As dificuldades que você relata estão mais relacionadas à linguagem, especialmente a presença de ecolalia (repetição de perguntas) e atraso na elaboração de respostas, algo relativamente comum nessa faixa etária e que pode aparecer em atrasos de linguagem sem estar associado ao autismo. Andar ocasionalmente na ponta dos pés e enfileirar brinquedos de forma pontual, quando não são comportamentos frequentes, rígidos ou exclusivos, não caracterizam TEA isoladamente.
Com quase 3 anos, o mais indicado é buscar uma avaliação fonoaudiológica para investigar e estimular a linguagem, e uma avaliação do desenvolvimento global. Não há elementos suficientes no seu relato para afirmar TEA, mas o acompanhamento precoce é importante para favorecer o desenvolvimento.
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Meu filho tem nove anos é super inteligente na escola em relação aos conteúdos .mas não tem muita it
Meu filho tem nove anos é super inteligente na escola em relação aos conteúdos .mas não tem muita iteração com as outras crianças só quer brincar sozinho diz q ninguém gosta dele e brinca com os dedos será q é autismo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Apenas pelo que você descreve, não é possível afirmar que seja autismo. O bom desempenho acadêmico indica funcionamento cognitivo preservado. A preferência por brincar sozinho, a baixa interação social e a fala de que “ninguém gosta dele” podem estar relacionadas a dificuldades sociais, timidez, ansiedade ou experiências de exclusão, e não necessariamente ao TEA. O brincar com os dedos, isoladamente, não define diagnóstico.
Para esclarecer, o ideal é uma avaliação clínica especializada, considerando o comportamento em diferentes contextos, a comunicação, a reciprocidade social e a presença ou não de outros sinais associados. Uma avaliação neuropsicológica pode ajudar a entender melhor as necessidades dele e orientar intervenções adequadas.
Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
A associação entre isotretinoína (Roacutan) e lítio não deve ser feita sem…