Perguntas do paciente (4)
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Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando sentimos que tudo depende de nós, muitas vezes estamos carregando responsabilidades que vão além do que realmente podemos controlar. Na terapia, o convite não é deixar de se importar, mas reconhecer os próprios limites e diferenciar o que está ao seu alcance do que pertence às circunstâncias ou às escolhas das outras pessoas. Esse processo começa quando você se permite olhar para si com mais gentileza e menos cobrança.
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Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando
Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Perceber isso já é um passo muito importante. Às vezes, insistir em estar certo não tem a ver apenas com a opinião em si, mas com a necessidade de se proteger, de ser reconhecido ou de não se sentir vulnerável. Talvez a pergunta não seja "como faço para mudar de opinião?", mas "o que acontece comigo quando alguém pensa diferente de mim?". Explorar isso pode ajudar você a responder de forma mais flexível, sem sentir que está perdendo quem você é.
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Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, acredito que seja possível. Mas, quando o respeito foi muito machucado ao longo dos anos, ele não reaparece de uma hora para outra. É um caminho que exige que os dois estejam dispostos a olhar para o que viveram, reconhecer as próprias responsabilidades e construir uma forma diferente de se relacionar. E, às vezes, esse processo também pode mostrar que a maneira mais respeitosa de cuidar um do outro é seguir caminhos diferentes.
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Como a fenomenologia descreve a experiência subjetiva do não pertencimento social no Transtorno de P
Como a fenomenologia descreve a experiência subjetiva do não pertencimento social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sob uma perspectiva fenomenológica, eu compreenderia o não pertencimento social no TPB como uma experiência profunda de sentir-se desconectado dos outros e, muitas vezes, de si mesmo. A pessoa pode estar cercada por pessoas e ainda assim sentir que não faz parte, como se existisse uma distância difícil de atravessar. Há um desejo intenso de ser aceita e compreendida, mas também um medo constante de rejeição, o que torna as relações tanto de acolhimento quanto de sofrimento. Mais do que uma dificuldade social, trata-se de uma vivência existencial de buscar um lugar no mundo e nem sempre conseguir senti-lo como seu.
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Perguntas frequentes
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Ouvir vozes dentro da cabeça caracteriza alucinaçõses no transtorno esquizoafetivo? Junto com oscila
Esse fenômeno se chama na verdade pseudoalucinações. São vozes dentro da…