Perguntas do paciente (38)

  • Olá, minha filha tem 11 anos, é ativa, animada, porém desde pequena noto que tem dificuldades para m

    Olá, minha filha tem 11 anos, é ativa, animada, porém desde pequena noto que tem dificuldades para manter o foco e ter disciplina. Sempre buscamos melhorar esta parte com diversas atividades. As notas na maioria das vezes são baixas, mesmo ensinando de diversas formas ela se recusa a aprender. Percebo que ela tem uma visão distorcida da realidade, é como se ela se sabotasse o tempo todo em todas as áreas. Se alguém pede para ela estudar ela faz de propósito de não estudar, e assim vai o dia todo. Converso com ela a respeito muitas vezes, na hora parece que ela compreende, porém continua repetindo o mesmo padrão. Ela não consegue perceber quando comete um erro. Ela mente o tempo todo para ela mesma. Sempre que precisa fazer algo ela enche de desculpas e se enrola e assim os dias vão passando e ela não consegue arrumar a própria cama. Fui chamada no colégio exatamente por essa questão da autosabotagem dela, estou muito preocupada porque converso muito com ela, tento colocar diversos pontos de vista para ela entender, porém funciona por um ou dois dias e logo ela volta para esse padrão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota


    Oi, eu entendo como essa situação pode ser angustiante, especialmente quando você sente que está tentando de tudo para ajudar sua filha e ainda assim os padrões de comportamento persistem. A sensação de se sabotar pode ser muito difícil de lidar, tanto para ela quanto para você.

    O que você está descrevendo pode estar relacionado a dificuldades emocionais ou de regulação de comportamento, que fazem com que ela se sabote, evitando tarefas ou não reconhecendo seus próprios erros. Às vezes, as crianças nesse estágio da vida têm dificuldades em lidar com frustrações, exigências de disciplina ou até mesmo com a pressão para atender a expectativas – e podem reagir com resistência, procrastinação ou até autocrítica exagerada.
    É possível que sua filha esteja lidando com sentimentos que ela não sabe como expressar e, por isso, age de forma a evitar situações que a fazem sentir desconforto, sem perceber que isso está prejudicando o desenvolvimento dela. Essa dificuldade em reconhecer seus próprios erros e comportamentos também pode ser um sinal de falta de autoconhecimento e autoestima.
    Eu recomendaria que você buscasse a ajuda de um profissional, como um psicólogo infantil ou até mesmo uma avaliação neuropsicológica. Isso pode ajudar a entender melhor as causas dessa autossabotagem, se há questões emocionais por trás desses comportamentos e como trabalhar com ela para que possa aprender a lidar melhor com esses desafios. A terapia pode ajudá-la a desenvolver mais clareza sobre suas emoções, comportamentos e como tomar decisões mais saudáveis.
    Se precisar de ajuda para explorar mais profundamente esse cenário, estou à disposição para agendarmos uma consulta e trabalharmos juntos nesse processo. O apoio certo pode fazer toda a diferença na construção da autoestima e da disciplina dela.


  • É normal uma criança de 5 anos ter ciúme do cachorro que chegou justamente para ser companheiro da f

    É normal uma criança de 5 anos ter ciúme do cachorro que chegou justamente para ser companheiro da família? Ele maltrata o cão e confessa ciúmes por mais que explicamos que o amamos e que ele é importante, especial, tem toda atenção e cuidado que um filho merece e demonstramos isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Sim, é bastante comum que crianças pequenas sintam ciúmes quando um novo membro chega à família, especialmente um animal de estimação, que pode exigir atenção e carinho. A criança pode não compreender totalmente a mudança e como isso afeta a dinâmica familiar.
    Embora você explique que o cachorro é amado e importante, a criança pode ainda sentir insegurança ou medo de perder espaço afetivo. Isso não significa que ele não seja amado, mas sim que ele ainda está processando esse novo cenário. Ele pode expressar esse ciúmes de maneiras que, às vezes, envolvem agressividade.
    A boa notícia é que com paciência, carinho e consistência, esse comportamento pode ser trabalhado. A terapia pode ajudar a criança a lidar melhor com seus sentimentos de insegurança e, ao mesmo tempo, oferecer suporte à família para ajustar a convivência de forma harmoniosa.
    Se você se sente inseguro sobre como lidar com isso, ou percebe que a situação está afetando o bem-estar de todos, incluindo o da criança, uma orientação profissional pode ser fundamental para criar um ambiente saudável para todos. Que tal agendarmos uma consulta para explorar as melhores formas de apoiar a criança nesse processo e fortalecer os laços familiares?


  • Olá! Tenho um filho de 5 anos e está na creche. Em casa, ele não dá trabalho, aprende tudo, come bem

    Olá! Tenho um filho de 5 anos e está na creche. Em casa, ele não dá trabalho, aprende tudo, come bem, mas na creche ele dá trabalho, não quer fazer as tarefas, faz birra. Não sei mais o que fazer pra ele mudar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Quando a criança se comporta de maneira diferente na creche, pode estar lidando com inseguranças ou até dificuldades de adaptação ao ambiente. A resistência pode ser uma forma de expressar essas emoções. Muitas vezes, a criança sente que precisa se ajustar rapidamente e isso gera frustração.
    O importante é entender o que está por trás desse comportamento e ajudá-lo a se sentir mais seguro. Conversar com ele sobre como se sente na creche e criar um ambiente de confiança tanto em casa quanto lá pode fazer toda a diferença.
    Se o comportamento persistir, uma terapia pode ajudar a identificar e trabalhar esses sentimentos de forma saudável. Que tal agendar uma consulta para explorarmos juntos como ajudar seu filho nesse processo? Estou à disposição para apoiar você!


  • E reversivel sequelas de pscicodelicos como Dmt e pscilocibina to mt decepcionado e arrependido?

    E reversivel sequelas de pscicodelicos como Dmt e pscilocibina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    As sequelas do uso de psicodélicos como DMT e psilocibina podem ser revertidas em muitos casos com acompanhamento psicológico adequado. A psicoterapia ajuda a processar as experiências e reduzir os impactos emocionais e mentais, promovendo a recuperação e o bem-estar.


  • É possível uma pessoa que não tem TEA sofrer uma sobrecarga sensorial?

    É possível uma pessoa que não tem TEA sofrer uma sobrecarga sensorial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Sim, é possível que pessoas sem TEA também sofram sobrecarga sensorial, especialmente em ambientes com muitos estímulos, como barulhos, luzes ou aglomerações. A terapia pode ajudar a desenvolver estratégias para lidar com essas situações e melhorar a qualidade de vida.


  • Eu me sinto estranha, sabe aqueles personagens de filme que geralmente são os "esquisitos", andam de

    Eu me sinto estranha, sabe aqueles personagens de filme que geralmente são os "esquisitos", andam de cabeça baixa, falam baixo, são menosprezados ou simplesmente invisíveis, sei lá, as vezes me sinto assim e não consigo mudar e isso ocorre desde a minha infância até agora nos meus 21 anos, eu tento conversar com meu namorado sobre esse meu comportamento diante das pessoas e parece que ninguém entende, dizem que não tem nada a ver, mas não é só isso, eu simplesmente tenho paranóias em que não consigo falar ou respirar perto de pessoas estranhas, as vezes até do meu namorado e isso irrita ele, mas não consigo mudar, vai no automático porque tenho medo de incomodar as pessoas. Eu odeio lugares cheios e as vezes em aniversários que fazem para mim eu sinto vontade de sair correndo, mas acabo só chorando ou olhando pra qualquer canto que me desvie do olhar das pessoas, não consigo receber elogios ou que fiquem falando sobre mim de forma que chame a atenção de muita gente porque eu me sinto estupidamente estranha. Eu tenho medo de tudo também, não posso assistir filmes de terror ou tortura, desenhos que sejam de terror, histórias de terror ou histórias de crimes brutais, é como se qualquer coisa nessa classificação me atormentasse e eu passo dias com medo e qualquer frase que me lembre esse medo me dá calafrios, um dia tive tanto medo de uma história que não dormi 4 dias seguidos e quando meus olhos tentavam fechar eu despertava a gritos e eu fiquei soando frio e até vomitei de tanto medo que senti. Estou beirando a loucura, não me sinto normal, não me sinto feliz, tentei suicídio em 2022 tomando amitriptilina, fiquei internada por 7 dias e enlouqueci por não ter morrido, me afastaram do trabalho e eu só conseguia chorar, passou um tempo e eu comecei a beber e fumar constantemente e nesse meio tempo conheci meu namorado que tem me ajudado a melhorar aqui e ali, mas nem tudo ele compreende e nem tudo eu conto porque tenho medo de assustar ele e perder ele, estamos juntos há 1 ano e 5 meses, mas acho que vou acabar enlouquecendo de vez e o perdendo, as vezes meus pensamentos me irritam tanto que solto uma ou duas frases em voz alta ou repito meu nome várias vezes até o pensamento ser abafado pela minha voz e ele me as vezes escuta e pergunta o que estou falando e porque as vezes falo sozinha e eu dou risada e as vezes invento algo, parece mentira isso, mas eu não sei a quem pedir ajuda, com quem conversar ou mesmo como melhorar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Sinto muito que você esteja passando por isso, mas saiba que buscar ajuda já é um passo muito importante. O que você está descrevendo pode envolver questões de ansiedade, baixa autoestima e traumas que precisam ser trabalhados com muito cuidado. Esses sentimentos e medos constantes, especialmente o desconforto em situações sociais, merecem atenção e um acolhimento profissional, sem julgamento.

    Eu realmente recomendo que você busque o apoio de um psicólogo que possa te acompanhar nesse processo de autoconhecimento e cura. A terapia pode ajudar a entender melhor esses sentimentos e encontrar formas saudáveis de lidar com eles, além de criar um espaço seguro para você se expressar. Você não está sozinha nisso, e há caminhos para aliviar essa dor.

    Se quiser conversar mais sobre isso, estou aqui para ouvir e ajudar.


  • Olá! Como superar isso um embotamento afetivo tanto com relações pessoais/profissionais e o "não ve

    Olá!
    Como superar isso um embotamento afetivo tanto com relações pessoais/profissionais e o "não verbalizado" pela terapeuta após uma carta de declaração sentimental e até mesmo existencial? Minha T.O de referência mudou de estabelecimento e se foi sem nem um gesto de despedida. Eu tava na frente dela e ela simplesmente agiu como se eu não estivesse, não me olhou, não acenou, não nada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Isso que você passou soa muito doloroso, especialmente considerando o vínculo e a confiança que costumam ser construídos na relação terapêutica. O embotamento afetivo pode ser uma reação a essa quebra abrupta, uma forma de se proteger de um sentimento de abandono ou rejeição. O "não verbalizado" da parte dela pode ter gerado uma sensação de incompreensão e de vazio, deixando muitas questões em aberto.

    Superar esse momento envolve permitir-se sentir e processar essa decepção, dando espaço para suas emoções sem pressa. Conversar com um psicólogo sobre esse acontecimento pode te ajudar a elaborar esse luto emocional, entender o que você sentiu e reconstruir essa confiança em um ambiente mais seguro e acolhedor.

    Você não está sozinha em sentir essa dor, e há maneiras de encontrar novos caminhos de cuidado e compreensão. Me coloco a disposição, caso se sinta a vontade.


  • Tenho 19 anos e desde os 12 me sinto deprimida, tive uma infância horrível e aos 12 comecei a notar

    Tenho 19 anos e desde os 12 me sinto deprimida, tive uma infância horrível e aos 12 comecei a notar tudo que passei e nessa época que de fato eu comecei a sofrer. Hoje em dia não faço mais nada, não consigo sair, tirar fotos, viver, comer fora, comer novas comidas etc. Quando eu estava no colégio não conseguia apresentar trabalhos de escola por conta da ansiedade, na verdade tenho ansiedade atacada, como muita comida porque quando estou comendo, sinto que meus problemas não existem e com isso ganhei 15kg e minha autoestima que já era ruim, piorou ainda mais. Quase me suicidei e me mutilava muito na pré adolescência. Estou ha cerca de 6 anos sem viver minha vida, não tenho amigos, trabalho em home office, então não saio de casa. Tem dias que quero entrar na academia, aprender inglês, fazer uma faculdade entre outros, mas na maioria das vezes quero apenas tirar a minha própria vida. Já cogitei a possibilidade de ter Distimia, pois me enquadro nos sintomas. Sofri bullying, tentativa de Estu*** etc. E cresci com problemas familiares, os meus pais brigavam muito. Posso estar sofrendo de depressão/Distimia? Ou seria só Fobia-social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Sinto muito que você esteja passando por tudo isso. É compreensível sentir-se sobrecarregada diante de experiências tão difíceis e dolorosas. O que você descreve — sentimentos de depressão, ansiedade intensa, dificuldades em interagir socialmente, e comportamentos autodestrutivos — pode indicar que você está lidando com questões como a distimia, depressão maior ou até mesmo fobia social, entre outros.

    É importante que você saiba que não está sozinha e que há ajuda disponível. Buscar a orientação de um profissional de saúde mental pode ser um passo crucial para compreender o que está acontecendo e encontrar formas de lidar com esses sentimentos. A terapia pode oferecer um espaço seguro para você explorar suas emoções, trabalhar no aumento da autoestima e desenvolver estratégias para retomar o controle da sua vida.

    Se você se sentir confortável, eu estou à disposição para te apoiar nesse processo. Você merece encontrar o caminho para uma vida mais leve e satisfatória.


  • Os testes psicométricos são aplicados em crianças a partir de qual idade? Teste psicométrico pode s

    Os testes psicométricos são aplicados em crianças a partir de qual idade?
    Teste psicométrico pode ser usado para medir um coeficiente de uma criança já diagnosticada com autismo e TDAH?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Os testes psicométricos podem ser aplicados em crianças, mas a idade de início depende do objetivo da avaliação. Em crianças muito pequenas, normalmente são utilizadas escalas de rastreio de desenvolvimento, que avaliam marcos cognitivos, motores e sociais de forma geral, em vez de testes formais aplicados diretamente à criança.

    No caso de crianças já diagnosticadas com autismo e TDAH, é possível utilizar testes psicométricos para medir habilidades cognitivas ou coeficiente intelectual. No entanto, é essencial que a avaliação seja conduzida por um psicólogo especializado, que irá adaptar os procedimentos e interpretar os resultados considerando as características específicas da criança.

    Se você deseja um acompanhamento mais detalhado para a criança, um profissional pode orientar sobre a melhor abordagem. Estou à disposição caso tenha mais dúvidas ou precise de ajuda!


  • SOCORRO!!! Estafa mental ansiedade, estresse crônico ou depressão podem causar problemas de linguage

    Estafa mental ansiedade, estresse crônico ou depressão podem causar problemas de linguagem, como nomear um objeto errado, falar sofá invés de guarda roupa, já escrevi a palavra "indecivo" invés de indeciso, entre outros erros, devo me preocupar em isso ser alguma demência, alzheimer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Esses erros que você está mencionando, como trocar palavras ou nomear objetos de forma equivocada, podem estar relacionados a um quadro de estafa mental, ansiedade, estresse crônico ou até mesmo depressão. Esses estados emocionais afetam diretamente o funcionamento cognitivo e podem gerar dificuldades de atenção, concentração e memória. Não é necessariamente sinal de algo como demência ou Alzheimer, especialmente em pessoas mais jovens.

    Contudo, se esses sintomas estiverem persistindo e te causando preocupação, uma avaliação neuropsicológica pode ser muito útil para entender o que está acontecendo e como melhorar sua saúde mental. Ela vai ajudar a identificar se há algum quadro mais sério ou se esses erros estão sendo causados por fatores emocionais, como estresse ou cansaço mental. Isso permitirá um tratamento mais direcionado e eficaz.

    Se você sentir que esse quadro está afetando muito o seu bem-estar, é uma boa ideia procurar um profissional para avaliar suas condições de forma mais precisa e começar a trabalhar no que for necessário.


  • Uma pancada na cabeça pode trazer memórias de volta a tona? Se sim, porque?

    Uma pancada na cabeça pode trazer memórias de volta a tona? Se sim, porque?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Sim, uma pancada na cabeça pode, em algumas situações, trazer memórias à tona, especialmente se essa pancada afetar regiões do cérebro responsáveis pela memória e emoções, como o hipocampo e a amígdala. A neurociência explica que a memória não está apenas armazenada de forma estática, mas é um processo dinâmico que pode ser influenciado por estímulos, traumas ou até mesmo por uma mudança súbita na atividade cerebral.
    Quando há um impacto na cabeça, pode ocorrer um fenômeno chamado "recuperação de memória", que pode trazer à tona memórias reprimidas ou esquecidas, muitas vezes relacionadas ao estresse ou a eventos traumáticos. A pancada pode desencadear uma resposta emocional forte, associada à liberação de neurotransmissores, como a adrenalina, que podem ativar circuitos de memória de forma inesperada.
    É importante observar que cada pessoa responde de forma única a esses estímulos. Se a pessoa está experienciando dificuldades com memórias ou emoções relacionadas ao trauma, é fundamental procurar ajuda profissional para entender o que está acontecendo e criar estratégias para lidar com isso de forma saudável.
    Se você ou alguém que você conhece está passando por isso, a terapia pode ser uma forma eficaz de tratar e processar essas memórias de forma segura. Estou à disposição para ajudar a entender e superar essas experiências. Que tal agendar uma sessão para explorar como podemos abordar esse desafio?


  • Bom dia! Minha mulher sofre de TPH, diz que me ama, é carinhosa, sente ciumes normal, faz planos de

    Bom dia! Minha mulher sofre de TPH, diz que me ama, é carinhosa, sente ciumes normal, faz planos de casal e etc... Porem de uma hora para outra, sem motivo aparente, ela fala que não gosta, que não sente nada, começa a me desprezar e ser fria comigo. Diz coisas absurdas, sem dó e piedade, e depois de certo período, fica toda carinhosa novamente, com lindas declarações de amor. Já nos separamos uma vez, reatamos novamente, mas agora voltou tudo de novo, do mesmo jeito... Já não tenho mais capacidade emocional em lidar com isso, eu a amo demais e sei que ela também me ama, Temos 3 filhos que acabam sofrendo juntos. Me ajuda por favor, como devo agir?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Eu sinto muito por você estar passando por essa situação tão difícil. Lidar com uma pessoa que tem Transtorno de Personalidade Histriónica pode ser muito desafiador, especialmente quando as atitudes dela são imprevisíveis e os altos e baixos emocionais afetam tanto você e a dinâmica da família.
    É importante lembrar que as flutuações emocionais e a forma como sua esposa se comporta não refletem a falta de amor, mas sim a dificuldade dela em lidar com suas próprias emoções e necessidades afetivas. O TPH é marcado por uma busca constante de atenção e validação, o que pode causar esses "extremos" de carinho e desprezo. Essas atitudes podem ser um reflexo de inseguranças internas e não necessariamente uma falta de amor por você.
    Com relação a como agir, o primeiro passo é cuidar de sua saúde emocional. Estar em um relacionamento assim pode ser muito desgastante, e você precisa se fortalecer para poder lidar com os desafios. Buscar ajuda profissional, tanto individualmente quanto em casal, pode ser essencial. A terapia pode ajudar tanto sua esposa a lidar com os aspectos do TPH quanto a você a entender como estabelecer limites saudáveis e cuidar de si mesmo.
    Além disso, seria interessante conversar com ela, de forma calma e empática, sobre o impacto que essas flutuações têm em sua vida e na dos filhos. Isso pode ajudar a abrir um diálogo e uma reflexão sobre os comportamentos.
    Se você sentir que a situação está afetando muito o bem-estar da sua família, não hesite em buscar o apoio de um profissional para orientações mais específicas. Eu estou aqui para ajudar no que você precisar, sempre que quiser conversar sobre isso.


  • Eu sou diagnosticada com TOC misto, TAG e depressão severa crônica. Tenho uma bebê de 1 ano. Essas d

    Eu sou diagnosticada com TOC misto, TAG e depressão severa crônica. Tenho uma bebê de 1 ano. Essas doenças podem ser congénitas ou conviver comigo pode influencia-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Primeiramente, quero reconhecer a sua força ao compartilhar isso. Lidar com TOC misto, TAG e depressão severa crônica já é um grande desafio, e agora você está vivendo esse momento tão importante da maternidade.

    Embora essas condições não sejam necessariamente "congênitas" (ou seja, não passam diretamente de pais para filhos como uma característica genética), elas podem ter um componente genético. Isso significa que, se há um histórico familiar, sua filha pode ter uma maior predisposição a desenvolver algumas dessas condições no futuro, mas isso não é uma regra.
    O que é mais relevante é o impacto que a convivência com essas condições pode ter sobre o ambiente em que sua filha cresce. O estresse crônico, as mudanças de humor, a ansiedade ou a depressão podem afetar a dinâmica familiar e, possivelmente, influenciar o desenvolvimento emocional e psicológico dela. As crianças percebem mais do que imaginamos e, ao viver em um ambiente onde há esses desafios emocionais, podem, com o tempo, desenvolver maneiras de lidar com isso – tanto de forma positiva, quanto, em alguns casos, através de dificuldades próprias.
    No entanto, é muito possível criar um ambiente saudável e apoiar sua filha, especialmente se você estiver buscando tratamento para cuidar de si mesma. A terapia pode ser uma ferramenta poderosa para ajudar a melhorar o bem-estar emocional, tanto seu quanto dela, e garantir que você tenha os recursos necessários para oferecer a ela um ambiente equilibrado e amoroso.
    Se você sentir que precisa de um apoio para entender como essas condições podem afetar sua vida e sua filha, uma consulta pode ser útil. Podemos conversar mais sobre estratégias para lidar com os sintomas e também como criar um ambiente seguro para o desenvolvimento dela. Estou à disposição para ajudar!


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Eu entendo como essa sensação de falta de ar pode ser angustiante, especialmente quando os exames médicos estão normais, mas o sintoma persiste. Quando isso ocorre, é possível que o quadro tenha uma origem emocional, como ansiedade, estresse ou até mesmo sintomas relacionados a um quadro de alguns transtornos, que podem causar essa sensação de respiração dificultada. A ansiedade pode gerar uma resposta física no corpo, o que pode incluir a sensação de falta de ar, como se a respiração estivesse limitada, mesmo sem problemas respiratórios ou cardíacos.
    Esse tipo de sintoma pode ser bastante desconfortável e causar preocupação, mas a boa notícia é que ele pode ser tratado com o suporte adequado. Se você estiver enfrentando momentos de estresse, ansiedade ou preocupação constante, seria interessante procurar um profissional que possa ajudá-la a explorar essas emoções e trabalhar nas técnicas de manejo do estresse e da respiração.
    Uma avaliação neuropsicológica também pode ser útil para entender melhor o que está acontecendo, identificar se há algum fator emocional subjacente e ajudar você a encontrar maneiras eficazes de lidar com isso.
    Se precisar de ajuda para seguir com essa jornada e encontrar um caminho de alívio para esses sintomas, estou aqui para te apoiar. Podemos agendar uma consulta, se achar necessário.


  • Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    A depressão e o transtorno bipolar podem ser controlados e gerenciados, mas não têm "cura" no sentido tradicional. Com o tratamento adequado, incluindo medicação, terapia e mudanças no estilo de vida, é possível alcançar períodos de estabilidade e melhorar a qualidade de vida. Cada pessoa tem um caminho único, e o apoio contínuo é essencial.
    Se você estiver encontrando dificuldades para lidar com os sintomas, buscar apoio psicológico é uma ótima forma de lidar com os desafios do transtorno bipolar e da depressão. A terapia pode ajudar a encontrar estratégias para melhorar o bem-estar e a estabilidade emocional.
    Você não está sozinha nesse processo, e estou aqui para apoiar você!


  • Boa tarde. Tenho 21 anos e fui diagnosticada com transtorno bipolar. Fui internada por estar com muito

    Boa tarde. Tenho 21 anos e fui diagnosticada com transtorno bipolar. Fui internada por estar com muito medo de morrer de taquicardia e de q me
    machucariam, insonia, sem comer eu pensava que queriam pegar as minhas coisas, além da morte da minha avó um pouco antes. Esses sintomas são de bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Sinto muito por sua perda... Sua experiência parece ter sido muito intensa e desafiadora, e é importante reconhecer sua coragem em compartilhar isso. No transtorno bipolar, episódios de humor alterado, como mania ou depressão, podem vir acompanhados de sintomas como insônia, mudanças no apetite, pensamentos acelerados e até mesmo medos exacerbados, dependendo do estágio do episódio.

    O que você descreve, como o medo de morrer ou de ser machucada, pode estar relacionado a uma fase mais aguda do transtorno, mas também pode envolver outros fatores, como o impacto emocional da perda da sua avó ou até episódios psicóticos associados ao transtorno bipolar. Cada caso é único, e é fundamental ter um acompanhamento psiquiátrico e psicológico para entender melhor o que está acontecendo e construir um caminho de cuidado e recuperação.

    Com terapia e suporte especializado, é possível encontrar estabilidade e qualidade de vida. Estou aqui para ajudar e conversar sobre qualquer dúvida ou necessidade que você tenha. Você não está sozinha nessa.


  • Bom dia! Tenho um bebê de 1 ano e 6 meses, inteligente, carinhoso e esperto, porém ainda não fala

    Bom dia!
    Tenho um bebê de 1 ano e 6 meses, inteligente, carinhoso e esperto, porém ainda não fala só balbucia mamã, baba, papa e outras.
    Isso é normal? Procurei um fonoaudiólogo e ele pediu para estimular ele mais!
    O que posso fazer?

    Obrigada!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Olá! Que bom saber que seu bebê é tão esperto e carinhoso!
    A orientação do fonoaudiólogo foi um ótimo passo, pois estimular a fala por meio de conversas, imitações e atividades divertidas pode ajudar muito.
    Se você perceber que, apesar dos estímulos, ele ainda não está se desenvolvendo como esperado, uma avaliação neuropsicológica pode ser uma boa opção para entender melhor o processo de desenvolvimento cognitivo e identificar possíveis dificuldades que possam estar influenciando a fala.
    Se desejar, podemos agendar uma consulta para investigar mais sobre o desenvolvimento do seu filho. Estou à disposição para ajudar no que você precisar!


  • Tenho uma tia (irmã gêmea da minha mãe) que é diagnosticada com bipolaridade, apesar da minha mãe

    Tenho uma tia (irmã gêmea da minha mãe) que é diagnosticada com bipolaridade, apesar da minha mãe não ser diagnosticada com a mesma doença isso aumenta o meu risco para bipolaridade ou mesmo esquizofrenia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Amanda Mota

    Entendo a sua preocupação, e é completamente natural querer entender mais sobre os riscos de desenvolver transtornos como a bipolaridade ou esquizofrenia, especialmente com um histórico familiar. A genética pode, sim, aumentar o risco de algumas condições psiquiátricas, como o transtorno bipolar, mas é importante destacar que isso não significa que você vá necessariamente desenvolver a doença.
    No entanto, estar atenta aos sinais e cuidar da sua saúde mental é fundamental. Embora o risco genético possa estar presente, fatores como estresse, ambiente e vivências também influenciam muito o desenvolvimento dessas condições. Por isso, se você tem preocupações, é essencial cuidar da sua saúde emocional de forma preventiva.
    Se você estiver sentindo alguma angústia ou gostaria de explorar mais essas questões, posso te ajudar a entender seus sentimentos, aumentar a autocompreensão e, se necessário, prevenir o desenvolvimento de quadros mais graves. Eu sou psicóloga e tenho experiência em lidar com situações como a sua, ajudando a equilibrar o emocional e trabalhando em um plano terapêutico focado no seu bem-estar.

    Se desejar, podemos agendar uma sessão para conversar sobre tudo isso com mais profundidade e trabalhar juntos para que você se sinta mais segura e tranquila. Estou à disposição para te apoiar nesse processo.


Autor

Psicólogo

Perguntas frequentes

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