Perguntas do paciente (5)
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Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente,
Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente, mais faz três dias que minhas crises voltaram, a angústia, coração acelerado , a cabeça dói, o entalo , oque fazer ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de as crises terem voltado há alguns dias não significa necessariamente que a medicação deixou de funcionar, mas é importante investigar o que pode estar acontecendo.
Como você está em uso de venlafaxina há cerca de 6 meses e está apresentando novamente sintomas significativos, o mais indicado é retornar ao psiquiatra para uma avaliação do seu quadro e da medicação.
Também é importante, caso você não esteja em acompanhamento psicológico atualmente, buscar acompanhamento para avaliarmos de forma mais ampla como esses sintomas estão se apresentando, possíveis gatilhos, pensamentos, comportamentos e impactos na sua rotina. O tratamento medicamentoso e a psicoterapia podem atuar de forma complementar.
Enquanto aguarda avaliação, tente observar quando as crises aparecem, o que estava acontecendo antes delas, como estão seu sono, alimentação e rotina, e se houve alguma mudança. :
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Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr
Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Talvez a questão não seja exatamente se vale a pena investir ou não em relacionamentos, mas o que acontece com você quando essas pessoas vão embora. Ao longo da terapia, podemos compreender melhor a sua história, suas experiências de vínculo, podemos pensar em novos caminhos, buscando um equilíbrio entre autonomia e a possibilidade de construir relações significativas, sem que a presença do outro seja uma condição para você se sentir bem consigo mesmo. :)
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Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres
Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A partir de uma formulação de caso, entendendo como cada sintoma se apresenta, quais situações o desencadeiam, quais pensamentos, emoções e comportamentos estão envolvidos e quais prejuízos e sofrimentos essas demandas vêm causando.
Dificilmente essas condições aparecem de forma completamente isolada. É bastante comum que estejam associadas.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, com certeza. O término de um relacionamento pode ser vivido como um processo de luto. Muitas pessoas ainda associam o luto apenas à morte, mas ele também está presente quando vivenciamos a perda de algo ou alguém que fazia parte da nossa vida.
No término, você pode estar lidando com a ausência da convivência, da rotina, dos planos e até de uma versão de futuro que havia imaginado. Mesmo quando o relacionamento não funcionava mais, existia um vínculo, uma história e uma presença que agora não estão mais da mesma forma.
A terapia pode ajudar você a acolher e compreender essa dor, elaborar o processo de luto e, aos poucos, encontrar novos caminhos, aprendendo a lidar com os sentimentos e a reconstruir sua vida para além desse relacionamento.
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Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons
Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por isso. A psicoterapia pode ser um caminho importante para compreender o que está acontecendo, identificar os pensamentos e medos envolvidos nessas situações e, gradualmente, desenvolver estratégias para lidar com elas. A Terapia Cognitivo-Comportamental, por exemplo, possui intervenções específicas para dificuldades relacionadas à ansiedade e às interações sociais.
Também pode ser importante uma avaliação com um médico psiquiatra, especialmente diante da intensidade dos sintomas de ansiedade que você relata. O ideal é buscar profissionais que possam trabalhar de forma integrada, avaliando suas necessidades de maneira individualizada.
Perguntas frequentes
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