Perguntas do paciente (7)
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Como posso lidar com a minha bissexualidade? Sou homem e sempre tive interesse afetivo por mulher
Como posso lidar com a minha bissexualidade?
Sou homem e sempre tive interesse afetivo por mulheres, mas, de tempos em tempos, acabo assistindo pornografia gay e vendo imagens de homens nus.
Recentemente, comecei a sair com garotos de programa (passivo) e também com um colega gay afeminado (versátil - ativo e passivo). O grande problema é que tenho uma namorada por quem sempre senti atração, mas, ultimamente, percebo que meu desejo por homens (másculo e viris) — e gays afeminados — tem sido mais intenso. Além disso, tenho um fetiche de usar lingeries.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá anônimo, existem diversos jeitos de lidar com a curiosidade sexual e seu processo de autodescoberta, e o principal é conduzir esse processo com responsabilidade e cuidado! Busque conversar com pessoas de confiança ou com um psicólogo sobre esses desejos, que podem te ajudar a pensar como viver isso de forma respeitosa com você e com os outros.
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A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu
A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu com meus amigos, enfim, acho q dei uma piorada, estou tomando remedios mas quero enfrentar sem e nao consigo, me sinto extremamente solitária
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá anônima, a solidão e o isolamento podem ser consequências comuns para a depressão, ainda mais quando algumas relações já estão afastadas. É altamente indicado que você procure um atendimento psicológico, que vai te proporcionar um ambiente acolhedor, onde você poderá se sentir escutada e recuperar forças. Com o tempo, a terapia te ajuda a se reconectar com você mesma e com outras pessoas.
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Como o transtorno de personalidade borderline (TPB) pode influenciar as dinâmicas de bullying ?
Como o transtorno de personalidade borderline (TPB) pode influenciar as dinâmicas de bullying ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno de personalidade borderline (TPB) está relacionado à dificuldades com autoestima, controle de impulsos e estabilidade dos vínculos, o que pode amplificar os impactos negativos das dinâmicas de bullying. Enquanto vítima, o transtorno borderline pode dificultar que a pessoa pense e escolha como reagir aos agressores, além de potencializar as dificuldades com confiança e autoestima. Enquanto participante do bullying, a pessoa com TPB pode ter dificuldades de perceber-se nessa posição, e sentir que não encontra outras maneiras de lidar com seus conflitos interpessoais. Isso são tendências gerais, que precisam ser avaliadas caso a caso, acolhendo a pessoa em suas dificuldades e ajudando-a a avaliar seus recursos.
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Todos que sofreram bullying na infância desenvolvem transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
Todos que sofreram bullying na infância desenvolvem transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, nem todos que sofrem bullying desenvolvem TPB. A formação da personalidade é complexa e dinâmica, e as experiências traumáticas não definem uma trajetória única e pré-determinada. Entretanto, o bullying pode prejudicar a regulação emocional, a criação de relações de confiança e a autoestima, formando um quadro que se aproxima do transtorno de personalidade borderline.
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De que forma o autoconhecimento pode ser útil para quem tem Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
De que forma o autoconhecimento pode ser útil para quem tem Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) envolve pensamentos intrusivos e ações compulsórias, a pessoa que sofre desse transtorno frequentemente sente-se em combate consigo mesma, sem compreender de onde vêm os pensamentos e impulsos que a fazem sofrer. O auto-conhecimento pode ajudar o paciente com TOC a entender como seus sintomas se formaram, o que eles expressam e ajudá-lo a relacionar-se de outra forma consigo mesmo e com sua mente.
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Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do
Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do álcool. Não bebe sempre, mas tem vez que quando bebe não consegue parar, parece não ter controle.
Fico na dúvida do melhor profissional, seria psicólogo ou psiquiatra ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreveu, um psicólogo seria o profissional mais indiciado, pois a terapia pode ajudar seu familiar a compreender qual a função do uso do álcool para ele, e o que pode está por trás destes momentos de descontrole. Inclusive, o psicólogo pode ajudar a avaliar a necessidade de um acompanhamento psiquiátrico. Na ordem contrária, o psiquiatra também pode avaliar o caso e indicar a psicoterapia como tratamento, com ou sem uso de medicação.
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Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na
Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na minha vida e tenho focado nisso,porém não estava nos meus planos apaixonar pela minha terapeuta,por conselho e pesquisa sobre o assunto criei coragem e falei para ela,só que se é uma "transferencia" não deveria estar cessando? pq está aumentando ? eu devo trocar de profissional? Não estou sabendo lidar com isso e está dificil! O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parabéns pela coragem de buscar ajuda, e também pela sinceridade com sua terapeuta! Esses sentimentos podem ser assustadores ou confusos, mas poder falar sobre eles abertamente só avança o seu processo! Enquanto a relação de vocês continuar profissional, você não precisa trocar de terapeuta, mesmo que esses sentimentos continuem por um tempo. O seu apaixonamento está relacionado ao jeito como você está vivendo essa relação de cuidado, e faz parte do processo terapêutico acolher esse sentimento, entender o que é possível aprender com ele e, aos poucos, transformar esse sentimento sem perder sua terapeuta.
Perguntas frequentes
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