Perguntas do paciente (12)
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Quais são as diferenças na desregulação emocional entre Transtorno de Estresse Pós-Traumático Comple
Quais são as diferenças na desregulação emocional entre Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (TEPT-C) e Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Então, no TEPT-C, a desregulação emocional costuma estar mais diretamente relacionada às consequências de experiências traumáticas prolongadas, manifestando-se por meio de medo, vergonha, culpa, hipervigilância e dificuldades para lidar com lembranças ou situações associadas ao trauma. Já no TPB, a desregulação emocional tende a ser mais marcada pela instabilidade afetiva, com mudanças emocionais rápidas e intensas, forte sensibilidade à rejeição ou ao abandono e reações frequentemente desencadeadas por conflitos interpessoais. Embora haja semelhanças entre os dois quadros, a desregulação emocional no TEPT-C está geralmente mais vinculada ao impacto do trauma, enquanto no TPB costuma estar mais associada aos padrões de relacionamento e à instabilidade emocional persistente.
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O prognóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode melhorar mesmo após anos de sinto
O prognóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode melhorar mesmo após anos de sintomas intensos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com certeza! O prognóstico do Transtorno de Personalidade Borderline pode melhorar bastante ao longo do tempo, mesmo após anos de sintomas intensos. Isso depende muito mais do paciente estar recebendo um acompanhamento adequado, especialmente por meio da psicoterapia, e psiquiátrico, se for o caso, muitas pessoas desenvolvem formas mais eficazes de lidar com as emoções, os relacionamentos e os momentos de crise. Embora algumas dificuldades possam persistir, é comum haver redução da intensidade dos sintomas e melhora da qualidade de vida, do funcionamento social e da estabilidade emocional. Por isso, o diagnóstico de Borderline não significa que a pessoa permanecerá da mesma forma ao longo da vida.
Caso precise de ajuda psicológica, me coloco a disposição para te receber em meu consultório!
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“Em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a descompensação sintomática pode ma
“Em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a descompensação sintomática pode manifestar-se de forma restrita a determinados domínios do funcionamento psicológico, sem necessariamente envolver prejuízo global em todas as áreas da vida?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. No Transtorno de Personalidade Borderline, a piora dos sintomas nem sempre afeta todas as áreas da vida ao mesmo tempo. A pessoa pode apresentar grande sofrimento emocional ou dificuldades em uma questão específica, como nos relacionamentos afetivos, enquanto continua funcionando relativamente bem em outras áreas, como trabalho, estudos ou vida social. A intensidade dos sintomas também pode variar de acordo com as situações vividas, principalmente em momentos de conflito, rejeição ou medo de abandono. Por isso, é possível que haja uma descompensação importante em um domínio do funcionamento sem que ocorra um prejuízo global em todas as áreas da vida.
Caso precise de ajuda psicológica, me coloco a disposição para te receber!
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No transtorno de personalidade borderline (TPB), é possível observar desregulação comportamental e a
No transtorno de personalidade borderline (TPB), é possível observar desregulação comportamental e afetiva com expressão funcional seletiva, restrita a domínios específicos do funcionamento adaptativo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim! No Transtorno de Personalidade Borderline, observamos desregulação emocional e comportamental que se manifesta de forma mais intensa em determinados contextos ou áreas da vida, sem comprometer necessariamente todo o funcionamento da pessoa. Assim, um indivíduo pode apresentar dificuldades significativas em relacionamentos afetivos ou familiares, por exemplo, enquanto mantém um desempenho satisfatório no trabalho, nos estudos ou em outras atividades. Isso ocorre porque a expressão dos sintomas pode variar conforme as situações vividas e os recursos de enfrentamento disponíveis em cada domínio do funcionamento adaptativo.
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Que tipo de profissional (terapeuta ou psicólogo ou psiquiatra) devo buscar? Tenho alta desconfiança
Que tipo de profissional (terapeuta ou psicólogo ou psiquiatra) devo buscar? Tenho alta desconfiança de ter ansiedade desde a adolescência, tenho muitos traumas de infância que ainda me afetam (como agressão dos pais, problemas de atenção, bullying (psicológico) por colegas da escola e familiares, solidão, isolamento e muitas fugas da realidade por divagação), também sou bem paranoica desde criança, insegura, tenho crises de pânico e choro repentinas, estresses severos que me dão enxaqueca forte e vômito ou refluxo no estômago e trauma de chorar. Recentemente, finalmente estou criando coragem e juntando dinheiro para começar a me tratar e descobrir meus reais problemas, mas não faço ideia de qual profissional especifico eu deveria ir, já que tem tantas vertentes e tipos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Pelo que você contou, você passou por muitas coisas difíceis e faz sentido que isso ainda te afete hoje. Esses sintomas que você descreveu não são exagero, são sinais de que seu corpo e sua mente estão sobrecarregados há bastante tempo.
Um caminho pra se sentir mais seguro, pode ser começar procurando um psicólogo. É esse profissional que vai te escutar de verdade, com calma, te ajudar a entender tudo isso e ir organizando essas experiências e sentimentos aos pouquinhos. E, como seus sintomas são bem intensos, também pode ser importante passar por um psiquiatra, não porque é grave demais, mas porque às vezes a medicação ajuda a dar um alívio inicial e te deixa mais estável pra conseguir se cuidar melhor.
Sobre as diferentes abordagens, não precisa se preocupar muito com isso agora. O mais importante é você se sentir seguro com o profissional, sentir que pode falar sem medo e que está sendo compreendido.
O que você viveu explica muita coisa do que você sente hoje, mas isso não significa que você vai ficar assim pra sempre. Dá pra cuidar disso, sim, no seu tempo e com ajuda profissional.
Se você quiser, eu também faço esse tipo de acompanhamento e posso te ajudar nesse processo com cuidado e sem julgamentos. Estou à disposição pra caminhar com você nisso!
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Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu q
Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu queria trabalhar com você estes pontos específicos:
Sinto que meu raciocínio está lento e minha mente parece 'nebulosa' (brain fog). Por causa disso, eu não consigo confiar no que eu sinto. Se sinto alívio agora, daqui a cinco minutos a agonia volta e eu começo a questionar tudo de novo. É um ruído que não para.
Eu já tomei uma decisão racional (fazer BICT, seguir para Engenharia Mecânica e focar no setor de Petróleo e Gás, que eu já conheço e gosto). O problema é que, mesmo com o plano traçado, meu cérebro continua 'caçando' motivos para duvidar. É como se eu não conseguisse me sentir satisfeito com a minha escolha.
Quando vejo outras pessoas passando em outros cursos (como Medicina, Direito ou o CFO), eu imediatamente me pergunto: 'Será que aquele não é o curso ideal para mim?'. Eu sinto que estou perdendo algo, mesmo sabendo que o meu caminho é bom. Essa comparação me gera uma angústia horrível.
Como eu posso aprender a viver com a dúvida sem deixar que ela paralise meus estudos? Eu preciso entender se essa indecisão constante é um traço da minha personalidade ou se é apenas um sintoma da minha ansiedade que está 'em pico' agora."RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite. Tudo bem? Bom, pelo que você está trazendo, parece muito um ciclo de ansiedade do que uma dificuldade real de decidir. Essa sensação de mente “nebulosa”, a dúvida constante e a necessidade de revisar tudo são sinais de que sua mente está tentando buscar uma certeza.
Você já tomou uma decisão coerente, então o problema pode não ser a escolha, mas o hábito de ficar sempre checando e comparando o tempo todo. Cada vez que você entra nesse loop, a ansiedade pode aumentar mesmo.
O que seria interessante de se pensar é que a dúvida não precisa sumir para você seguir. O ponto é acolher esse medo e aprender que nem todo pensamento é um sinal de que você precisa repensar tudo, muitas vezes é só ansiedade falando.
E isso não define quem você é. Pelo que você descreve, é muito mais um momento de ansiedade alta. Quando isso se regula, a clareza tende a voltar.
Mas caso precise de um olhar mais cuidadoso, uma ajuda psicológica, me coloco a disposição para ajudar!
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Vejo pornografia de vez em quando, exemplo 2 vezes por semana, mas sinto um vazio e uma tristeza tod
Vejo pornografia de vez em quando, exemplo 2 vezes por semana, mas sinto um vazio e uma tristeza todos os dias. Os senhores profissionais pela psicológia acham quem a pornografia que pode estar causando isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite. Tudo bem? Então, ver pornografia algumas vezes por semana, por si só, não costuma ser a causa principal de um sentimento constante de vazio e tristeza, isso pode variar muito de pessoa pra pessoa.
Em alguns casos, a pornografia pode acabar virando uma forma de aliviar emoções difíceis, como ansiedade, solidão ou estresse. Aí pode acontecer um ciclo, a pessoa usa pra se distrair ou se sentir melhor por um momento, mas depois vem culpa, vazio ou desconexão, e isso pode reforçar o mal-estar. Mas isso não significa que a pornografia seja a origem do problema, e sim uma parte dentro de algo maior.
Esse vazio diário geralmente está mais ligado a questões emocionais mais profundas, como tristeza acumulada, falta de sentido, ansiedade ou até um quadro depressivo. Vale olhar com carinho, como você está se sentindo no dia a dia? Tem coisas te preocupando, te frustrando ou te deixando sozinho?
O mais importante aqui não é julgar o comportamento, mas entender a função dele na sua vida. Conversar com um psicólogo pode te ajudar a organizar isso melhor, estou a disposição para entender o que está por trás desse vazio e encontrar formas mais saudáveis de lidar com essas emoções!
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Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?
Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite! Sim, tem melhora, mesmo depois de dois anos. A desrealização está ligada à Transtorno de Ansiedade e não é algo permanente, ela costuma ser uma resposta do cérebro a um estado prolongado de estresse, como se fosse um mecanismo de proteção. O fato de já fazer tempo não significa que virou algo sem solução, mas sim que seu corpo pode ter se acostumado a esse padrão de alerta, é um ajustamento que acabou ficando ativo por mais tempo do que o necessário.
Com o tempo, quando a ansiedade se perdura, esse modo de funcionar pode se tornar mais frequente, e aí vem essa sensação de estar meio desconectado da realidade ou de si mesmo. Mas isso não é permanente. À medida que você vai se sentindo mais seguro e conseguindo se reconectar com o presente, com o corpo e com o ambiente, essa experiência tende a diminuir naturalmente.
Um ponto importante é a forma como você se relaciona com isso. Você tenta controlar, testar ou “forçar” a sensação a ir embora? Isso pode acabar aumentando a tensão e se afastando ainda mais da realidade. Aos poucos, o caminho é ir permitindo que a experiência exista sem tanto medo, enquanto você se ancora no que está ao seu redor, no que você vê, ouve, toca.
Com acompanhamento terapêutico, esse processo vai se organizando. Não é tarde, nem algo definitivo. Seu organismo também sabe voltar ao equilíbrio, principalmente quando encontra um ambiente mais seguro para isso.
Posso te ajudar nessa caminhada, você não precisa se sentir sozinho. Fico a disposição!
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Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e
Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e com as mãos geladas,será que tenho que fazer algum desbloqueio emocional, pois minha vida desde a infância não foi normal igual de outras pessoas, tenho muitos traumas e já tive ansiedade e depressão.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? O que você está sentindo não parece falta de “desbloqueio”, mas um sinal de que seu corpo ainda está em estado de alerta, provavelmente ligado à ansiedade e às experiências difíceis que você viveu. Esse nervosismo constante, mãos geladas e dificuldade de se sentir tranquila podem aparecer quando a gente assume uma responsabilidade importante, como no seu caso na pastoral, e isso pode acabar ativando emoções antigas.
Pela forma como você descreve sua história, faz muito sentido que esses sentimentos apareçam, não é fraqueza, nem incapacidade. Seu corpo pode ter aprendido a ficar em alerta por muito tempo, e agora ele reage mesmo quando você está em situações que, racionalmente, parecem seguras.
O mais importante aqui não é tentar se destravar sozinha, mas sim ter um espaço seguro para cuidar disso. A psicoterapia pode te ajudar muito a entender esses padrões, acolher seus traumas e ir, aos poucos, construindo uma sensação maior de segurança interna.
O mais importante é mesmo se sentindo assim, você está lá, assumindo um papel, se colocando, isso já mostra o quanto você está sendo forte, mesmo que não pareça. Com o cuidado certo, essa ansiedade tende a diminuir, e você vai conseguir viver esse momento com mais leveza e presença.
Se precisar de auxílio psicológico, estou a disposição de caminharmos juntos!
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Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo u
Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo um quadro de que como se o mundo não fosse real e nem eu. Não é como minhas crises anteriores onde eu tinha sintomas físicos muito fortes como: falta de ar, visão escurecendo, palpitações fortes e tontura, hoje eu não sinto nada disso apenas uma leve sensação de que o corpo está pesado e dormente mas não chega a estar. Eu tenho medo da morte súbita e isso vem afetando minha percepção das coisas, eu tento me confortar com meus exames que estão normais e minha idade que não se adequa a maioria dos casos de morte súbita, mas mesmo minha mente sossegando um pouco ainda fico com a impressão no fundo de que vou morrer amanhã ou daqui a pouco. Estou me cuidando apesar de tudo, comendo, dormindo, andando mesmo que pareça estranho fazer tudo isso e passando no psicólogo e logo no psiquiatra para fazer acompanhamento com medicação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai? Pelo o que você está relatando aqui, quando falamos de ansiedade, podemos entender que seu corpo está tentando “se proteger”, e uma das formas de fazer isso é diminuindo o contato com o presente. Pode ser que antes, sua ansiedade vinha com sintomas físicos bem fortes, agora, ela aparece mais como essa sensação estranha de irrealidade, de estar meio desconectada.
Em relação ao medo constante de morrer, é uma sensação que faz sua mente ficar sempre lá na frente, no “e se..”, e isso pode acabar te afastando do agora. Ao mesmo tempo, essa sensação pode te deixar muito voltada para o que acontece dentro de você, pros pensamentos e sensações, o que te deixa menos conectada com o que está ao seu redor e aí o mundo pode parecer meio estranho mesmo.
Mas tem um ponto importante que você trouxe, isso não significa que você vai morrer, e sim que sua ansiedade está se manifestando de outra forma agora. E o fato de você estar se cuidando, mantendo sua rotina e buscando ajuda já mostra que você está no caminho certo. Com o acompanhamento, isso tende a ir se organizando e você vai se sentindo mais presente e segura de novo.
Se precisar de ajuda psicológica, estou a disposição para caminharmos juntas!
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ola me chamo monique e tenho 27 anos, minha pergunta é, qual profissional tenho que procurar para sa
ola me chamo monique e tenho 27 anos, minha pergunta é, qual profissional tenho que procurar para saber se tenho TDAH, pois trenho dificuldade nas areas de todas digo todas as materias, nao consigo absorver nada .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Monique! Para investir se você tem TDAH, o ideal é procurar um psiquiatra ou um psicólogo. O psicólogo pode realizar a avaliação neuropsicológica, que é o procedimento que detecta a presença de algum transtorno existente, aplicação de testes mais detalhados sobre atenção, memória e raciocínio para ajudar a confirmar o diagnóstico. O psiquiatra é o profissional que pode indicar tratamento com medicação, tendo em mãos o laudo da avaliação neuropsicológica.
Mas Monique, é importante lembrar que ter dificuldade em todas as matérias e sentir que não consegue absorver o conteúdo não significa necessariamente que você tenha TDAH, pois isso também pode estar relacionado a fatores como ansiedade, estresse, falta de um método de estudo adequado, cansaço mental ou até outras dificuldades de aprendizagem. Por isso, buscar um profissional é fundamental para entender o que realmente está acontecendo e receber a orientação correta, ok?
Caso você queira, eu também realizo esse tipo de acompanhamento, tanto psicoterapia quanto a avaliação neuropsicológica que mencionei e posso te ajudar nesse processo, avaliando suas dificuldades e te orientando da melhor forma possível. Estou à disposição para conversar e te ajudar no que precisar!
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Bom dia! Meu filho tem 11 anos e é super desorganizado. Constantemente tenho que lembrá-lo de ativid
Bom dia! Meu filho tem 11 anos e é super desorganizado. Constantemente tenho que lembrá-lo de atividades que fazem parte de sua rotina (como arrumar a cama, arrumar o material, entre outros), não tem cuidado com os seus pertences, perde objetos, esquece de fatos que aconteceram recentemente, porém, tira notas boas e tem ótima memória para o que ele gosta, com localização e números. Na escola os professores reclamam da organização dos cadernos, que ele esquece de responder questões em prova (já deixou páginas em branco, disse q não viu), mas não tem problemas de disciplina. Se relaciona super bem com os colegas. Ele pode ter TDA? Obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Tudo bem? Pelo que você descreve, seu filho apresenta alguns comportamentos que podem lembrar o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), principalmente na parte de desorganização, esquecimentos e dificuldade em manter atenção em tarefas que não despertam tanto interesse. Isso acontece porque o cérebro com TDAH funciona muito baseado em interesse, novidade e recompensa imediata. Então quando apresentamos tarefas repetitivas, longas ou pouco estimulantes (como organizar material ou responder prova com calma) não “prendem” a atenção com facilidade. Já atividades que a pessoa gosta ou acha interessantes conseguem ativar melhor o foco, por isso ela vai bem nelas.
Ao mesmo tempo, o fato de ele tirar boas notas, ter ótima memória para o que gosta e se relacionar bem mostra que ele tem muitos recursos e habilidades preservadas. Esquecer de responder questões ou páginas passarem despercebidas na prova também pode estar ligado à desatenção.
Mas é essencial ter cuidado para não fechar um diagnóstico só com esses sinais. Crianças de 11 anos ainda estão desenvolvendo organização, autonomia e planejamento e alguns comportamentos podem fazer parte dessa fase.
O ideal é buscar uma avaliação com um neuropsicólogo. Essa avaliação vai considerar o comportamento dele em diferentes contextos (casa, escola), a frequência desses sinais e o quanto isso impacta a rotina.
Enquanto isso, algumas estratégias simples já podem ajudar, tornar a rotina mais visual (listas, checklists), dividir tarefas em passos menores, criar hábitos fixos e dar instruções mais objetivas, uma de cada vez.
Se precisar de ajuda nesse processo, estou a disposição!
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